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Boi Caprichoso recebe imersão cultural de acadêmicos indígenas da UEA

Mais de 40 estudantes do curso de Licenciatura Intercultural Indígena da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), do povo Sateré Mawé, participaram da atividade

No Dia Internacional Contra a Discriminação Racial, 21 de março, o Boi Caprichoso reafirmou seu compromisso com a valorização da diversidade e dos povos originários ao receber, no Galpão de Alegorias, uma imersão cultural com acadêmicos indígenas. Mais de 40 estudantes do curso de Licenciatura Intercultural Indígena da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), do povo Sateré Mawé, participaram da atividade, que proporcionou um encontro entre tradição e conhecimento acadêmico.

Para o professor Valdemir de Oliveira, a experiência é um marco histórico tanto para a universidade quanto para o próprio Caprichoso.

“Tê-los aqui transcende a ideia de pesquisa acadêmica. Estamos unindo a investigação teórica com a fonte original do conhecimento. O Boi Caprichoso mantém essas tradições vivas, contando histórias e fortalecendo a resistência dos povos indígenas. Essa visita é um resgate e uma homenagem à cultura ancestral”, destacou.

O acadêmico Geronimo Miquiles também expressou sua gratidão pelo momento vivido no galpão do bumbá.

“Foi uma recepção maravilhosa. Conhecer esse espaço e compreender a interculturalidade dentro do festival fortalece ainda mais nosso aprendizado. Essa experiência será inesquecível, ainda mais neste ano em que o tema é ‘É Tempo de Retomada’”, ressaltou.


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O tuxaua Valmor Miquiles de Souza enfatizou a importância da visita e se impressionou com a grandiosidade das alegorias.

“Foi uma experiência marcante, uma oportunidade única de vivenciar esse processo criativo e a união coletiva que faz o Caprichoso acontecer. Levo essa vivência como aprendizado para a vida”, afirmou.

Foto: Michel Amazonas e Gustavo Moreno

O presidente do Conselho de Arte do Boi Caprichoso, Ericky Nakanome, celebrou a oportunidade de receber os acadêmicos no espaço de criação do bumbá.

“Foi um momento de muitas trocas, um intercâmbio maravilhoso. O Caprichoso também tem uma função educativa, e essa visita reforça nosso compromisso com o diálogo e o aprendizado mútuo. Receber indígenas do povo Sateré Mawé, vindos de diferentes territórios, é uma alegria imensa para nós”, afirmou.

Foto: Michel Amazonas e Gustavo Moreno

Na noite desta sexta-feira, os acadêmicos indígenas também estiveram no Curral Zeca Xibelão, onde acompanharam de perto o ensaio da Marujada de Guerra, vivenciando ainda mais a essência do Boi Caprichoso.

A visita dos acadêmicos reforça o compromisso do Boi Caprichoso com a valorização dos povos indígenas, não apenas como inspiração para suas apresentações, mas como protagonistas ativos na construção da identidade do Festival de Parintins.

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No Dia Internacional Contra a Discriminação Racial, 21 de março, o Boi Caprichoso reafirmou seu compromisso com a valorização da diversidade e dos povos originários ao receber, no Galpão de Alegorias, uma imersão cultural com acadêmicos indígenas. Mais de 40 estudantes do curso de Licenciatura Intercultural Indígena da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), do povo Sateré Mawé, participaram da atividade, que proporcionou um encontro entre tradição e conhecimento acadêmico.

Para o professor Valdemir de Oliveira, a experiência é um marco histórico tanto para a universidade quanto para o próprio Caprichoso.

“Tê-los aqui transcende a ideia de pesquisa acadêmica. Estamos unindo a investigação teórica com a fonte original do conhecimento. O Boi Caprichoso mantém essas tradições vivas, contando histórias e fortalecendo a resistência dos povos indígenas. Essa visita é um resgate e uma homenagem à cultura ancestral”, destacou.

O acadêmico Geronimo Miquiles também expressou sua gratidão pelo momento vivido no galpão do bumbá.

“Foi uma recepção maravilhosa. Conhecer esse espaço e compreender a interculturalidade dentro do festival fortalece ainda mais nosso aprendizado. Essa experiência será inesquecível, ainda mais neste ano em que o tema é ‘É Tempo de Retomada’”, ressaltou.


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“Foi uma experiência marcante, uma oportunidade única de vivenciar esse processo criativo e a união coletiva que faz o Caprichoso acontecer. Levo essa vivência como aprendizado para a vida”, afirmou.

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“Foi um momento de muitas trocas, um intercâmbio maravilhoso. O Caprichoso também tem uma função educativa, e essa visita reforça nosso compromisso com o diálogo e o aprendizado mútuo. Receber indígenas do povo Sateré Mawé, vindos de diferentes territórios, é uma alegria imensa para nós”, afirmou.

Foto: Michel Amazonas e Gustavo Moreno

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