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Caso Dom e Bruno: Depoimentos de réus são anulados e testemunhas de defesa serão ouvidas

Nesta terça-feira (16), o Tribunal Regional da 1ª Região (TRF-1) determinou que as testemunhas de defesa indeferidas no caso Bruno e Dom devem ser ouvidas em novas oitivas a serem marcadas.

Com essa decisão, também foram anulados os depoimentos dos três réus acusados do assassinato do indigenista brasileiro e do jornalista britânicos. Eles deverão ser ouvidos novamente.

Saiba mais em:

Caso Bruno e Dom: Em audiência, dois dos três réus confessam crime

Caso Bruno e Dom: Audiência é retomada pela Justiça

A defesa de Amarildo da Costa de Oliveira, Oseney da Costa de Oliveira e Jefferson da Silva Lima teve habeas corpus concedido parcialmente, por unanimidade, da 4ª turma do TRF-1. Os três prestaram depoimentos non último dia 8 de maio deste ano e estão presos em presídios federais. Em audiência, o juiz Fabiano Verli não autorizou o depoimento de testemunhas de defesa.

Amarildo, Oseney e Jefferson foram ouvidos no dia 8 de maio. Após a audiência de instrução de julgamento no Fórum de Tabatinga, no Amazonas, o juiz Fabiano Verli abriu prazo de dois dias para que o Ministério Público Federal (MPF) e a defesa dos réus apresentassem as alegações finais.

A audiência já havia sido remarcada do dia 17 de abril para o dia 8 de maio, mas começou com horas de atraso. Agora, as oitivas devem voltar a acontecer na data que ainda deve ser marcada.

Relembre o caso:

Bruno Pereira e Dom Phillips foram assassinados em junho de 2022, nas proximidades da Terra Indígena do Vale do Javari, no Amazonas. A dupla realizava um trabalho para denunciar crimes socioambientais, como invasão a terras indígenas e pesca ilegal naquela região.

Além dos três acusados, a Polícia Federal apontou Rubén Dario da Silva Villar, conhecido como “Colômbia”, como mandante dos homicídios. Ele está preso desde dezembro de 2022 e chegou a ser solto após pagar uma fiança de R$ 15 mil.

A prisão foi decretada novamente pela Justiça Federal após ele descumprir condições impostas quando obteve liberdade provisória. Colômbia também é investigado por pesca ilegal e tráfico de drogas.

Segundo as investigações, “Colômbia” tinha relação direta com Amarildo. No processo, o Ministério Público Federal denunciou Amarildo, Oseney e Jefferson pelo assassinato das vítimas. De acordo com o superintendente, Colômbia também será indiciado.

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Nesta terça-feira (16), o Tribunal Regional da 1ª Região (TRF-1) determinou que as testemunhas de defesa indeferidas no caso Bruno e Dom devem ser ouvidas em novas oitivas a serem marcadas.

Com essa decisão, também foram anulados os depoimentos dos três réus acusados do assassinato do indigenista brasileiro e do jornalista britânicos. Eles deverão ser ouvidos novamente.

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A defesa de Amarildo da Costa de Oliveira, Oseney da Costa de Oliveira e Jefferson da Silva Lima teve habeas corpus concedido parcialmente, por unanimidade, da 4ª turma do TRF-1. Os três prestaram depoimentos non último dia 8 de maio deste ano e estão presos em presídios federais. Em audiência, o juiz Fabiano Verli não autorizou o depoimento de testemunhas de defesa.

Amarildo, Oseney e Jefferson foram ouvidos no dia 8 de maio. Após a audiência de instrução de julgamento no Fórum de Tabatinga, no Amazonas, o juiz Fabiano Verli abriu prazo de dois dias para que o Ministério Público Federal (MPF) e a defesa dos réus apresentassem as alegações finais.

A audiência já havia sido remarcada do dia 17 de abril para o dia 8 de maio, mas começou com horas de atraso. Agora, as oitivas devem voltar a acontecer na data que ainda deve ser marcada.

Relembre o caso:

Bruno Pereira e Dom Phillips foram assassinados em junho de 2022, nas proximidades da Terra Indígena do Vale do Javari, no Amazonas. A dupla realizava um trabalho para denunciar crimes socioambientais, como invasão a terras indígenas e pesca ilegal naquela região.

Além dos três acusados, a Polícia Federal apontou Rubén Dario da Silva Villar, conhecido como “Colômbia”, como mandante dos homicídios. Ele está preso desde dezembro de 2022 e chegou a ser solto após pagar uma fiança de R$ 15 mil.

A prisão foi decretada novamente pela Justiça Federal após ele descumprir condições impostas quando obteve liberdade provisória. Colômbia também é investigado por pesca ilegal e tráfico de drogas.

Segundo as investigações, “Colômbia” tinha relação direta com Amarildo. No processo, o Ministério Público Federal denunciou Amarildo, Oseney e Jefferson pelo assassinato das vítimas. De acordo com o superintendente, Colômbia também será indiciado.

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