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Casos de catapora em escolas de Iranduba são confundidos com Mpox

Esclarecimento foi feito após investigação e análise laboratorial pela FVS

Os casos de catapora em alunos de uma escola do município de Iranduba foram confundidos com Mpox, segundo informações divulgadas, nesta quinta-feira (15/05), pela Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-RCP).

Após investigação e análise laboratorial, os casos foram confirmados como varicela (catapora), doença viral comum entre crianças e que apresenta sintomas semelhantes à Mpox. A diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, reforça que a SES mantém atuação preventiva e orientadora em todo o estado.

“Realizamos o acompanhamento adequado. Em Iranduba, promovemos uma reunião técnica com a Secretaria Municipal de Saúde para reforçar medidas de vigilância, controle e educação em saúde”, destaca.

O esclarecimento também foi realizado à Secretaria de Educação da localidade.


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O responsável pelo Departamento de Vigilância Epidemiológica da FVS-RCP, Alexsandro Melo, afirma que o acompanhamento inclui o apoio técnico e orientações.

“Estivemos em contato com a vigilância de Iranduba, oferecendo orientações e esclarecendo sobre as ações de enfrentamento. Os resultados dos exames laboratoriais confirmam que se trata de varicela, e não mpox”, afirma.

Recomendações

Entre as ações recomendadas, a FVS-RCP destaca estratégias de prevenção para ambientes escolares, como: educação sobre sintomas e modos de transmissão; reforço à higiene com fornecimento de pia com água e sabão e/ou álcool 70%; identificação precoce de casos suspeitos com afastamento imediato; manutenção de ambientes ventilados; e combate ao estigma com abordagem empática e responsável.

A Secretaria Municipal de Saúde de Iranduba emitiu nota oficial, no instagram da secretaria, esclarecendo que não há casos confirmados de mpox no município. Além disso, a Semsa Iranduba informou que irá reforçar os protocolos para vigilância em saúde de mpox.

Diferença entre mpox e varicela

A FVS-RCP reforça que os sintomas da varicela e da mpox podem ser confundidos, como febre e lesões na pele, mas há diferenças importantes. A varicela costuma iniciar com bolhas pelo corpo, principalmente em crianças, com evolução rápida das lesões. Já a mpox pode provocar lesões dolorosas, febre alta, inchaço dos gânglios e sintomas mais intensos.

Número de casos

Casos de catapora em escolas de Iranduba são confundidos com Mpox
Foto: Mpox Divulgação/Hospital Albert Einstein

Entre os dias 1º de janeiro e 14 de maio de 2025 foi registrado no Amazonas 112 notificações suspeitas de monkeypox e nenhum registro de morte, divulgou, nesta quarta-feira (15/05), a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-RCP). Dentre as notificações, 35 casos da doença foram confirmados, 62 descartados e 15 seguem em investigação.

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM) alerta a população sobre a importância de procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) ao apresentar sintomas como febre, lesões na pele, cansaço extremo ou ínguas. O isolamento imediato e o acompanhamento médico são fundamentais para evitar a disseminação do vírus.

Casos suspeitos com maior gravidade, especialmente em gestantes, crianças ou pacientes com lesões intensas, são encaminhados à Fundação de Medicina Tropical Dr. Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD), em Manaus, para diagnóstico e tratamento especializado.

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Os casos de catapora em alunos de uma escola do município de Iranduba foram confundidos com Mpox, segundo informações divulgadas, nesta quinta-feira (15/05), pela Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-RCP).

Após investigação e análise laboratorial, os casos foram confirmados como varicela (catapora), doença viral comum entre crianças e que apresenta sintomas semelhantes à Mpox. A diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, reforça que a SES mantém atuação preventiva e orientadora em todo o estado.

“Realizamos o acompanhamento adequado. Em Iranduba, promovemos uma reunião técnica com a Secretaria Municipal de Saúde para reforçar medidas de vigilância, controle e educação em saúde”, destaca.

O esclarecimento também foi realizado à Secretaria de Educação da localidade.


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“Estivemos em contato com a vigilância de Iranduba, oferecendo orientações e esclarecendo sobre as ações de enfrentamento. Os resultados dos exames laboratoriais confirmam que se trata de varicela, e não mpox”, afirma.

Recomendações

Entre as ações recomendadas, a FVS-RCP destaca estratégias de prevenção para ambientes escolares, como: educação sobre sintomas e modos de transmissão; reforço à higiene com fornecimento de pia com água e sabão e/ou álcool 70%; identificação precoce de casos suspeitos com afastamento imediato; manutenção de ambientes ventilados; e combate ao estigma com abordagem empática e responsável.

A Secretaria Municipal de Saúde de Iranduba emitiu nota oficial, no instagram da secretaria, esclarecendo que não há casos confirmados de mpox no município. Além disso, a Semsa Iranduba informou que irá reforçar os protocolos para vigilância em saúde de mpox.

Diferença entre mpox e varicela

A FVS-RCP reforça que os sintomas da varicela e da mpox podem ser confundidos, como febre e lesões na pele, mas há diferenças importantes. A varicela costuma iniciar com bolhas pelo corpo, principalmente em crianças, com evolução rápida das lesões. Já a mpox pode provocar lesões dolorosas, febre alta, inchaço dos gânglios e sintomas mais intensos.

Número de casos

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Foto: Mpox Divulgação/Hospital Albert Einstein

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