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CBA promove empreendedorismo e conhecimento de startups para povos indígenas

O Centro de Bionegócio da Amazônia (CBA) encerra, nesta quinta-feira (18), o primeiro webinar “Raízes que transformam” que buscou formar indígenas para Empreendedorismo e Startups da Natureza, aproveitando os conhecimentos tradicionais dos participantes e a rica biodiversidade disponível na região em que eles moram.

Participaram indígenas de etnias de todos os Estados da região, alguns diretamente de aldeias localizadas em regiões remotas da Amazônia. Durante quatro encontros, eles tiveram acesso a conteúdos como:

  • O que é uma startup e por que ela nasce das comunidades;
  • Planejamento do negócio (produto, cliente, preço, organização comunitária e gestão financeira básica);
  • Formalização e oportunidades legais (MEI, microempresa, associações produtivas, editais e programas de inovação);
  • Valor e mercado (criação de marca com sentido cultural, narrativa do território, canais de venda e acesso a financiamento de impacto).

Saiba mais:

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Metodologia com linguagem acessível

Conforme o diretor de Bionegócios do CBA, Carlos Carvalho, o webinar foi pensado de modo a apresentar aos indígenas conteúdo com exemplos reais de empreendimentos indígenas, vídeos curtos, espaço para perguntas e materiais de apoio, como guia simplificado para abertura de negócios, modelo de plano de negócios, orientações de branding com propósito e indicação de fontes de financiamento.

“Os povos indígenas já são protagonistas na preservação da biodiversidade. Agora, nossa missão é fortalecer também o protagonismo econômico dessas comunidades, conectando conhecimento tradicional com ferramentas modernas de negócio”, destaca Carvalho.

Carlos Carvalho ainda explica que o webinar reforça o compromisso da instituição em ampliar o protagonismo dos povos originários na bioeconomia amazônica, apoiando soluções inovadoras que nascem no território, geram impacto socioeconômico e valorizam o conhecimento tradicional.

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Participaram indígenas de etnias de todos os Estados da região, alguns diretamente de aldeias localizadas em regiões remotas da Amazônia. Durante quatro encontros, eles tiveram acesso a conteúdos como:

  • O que é uma startup e por que ela nasce das comunidades;
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  • Formalização e oportunidades legais (MEI, microempresa, associações produtivas, editais e programas de inovação);
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