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Comércio lidera geração de empregos no Estado

De acordo com dados do Ministério do Trabalho, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, o comércio do Amazonas foi o setor que mais criou postos formais de empregos no mês de julho, com a abertura de 1.615 novas vagas formais de trabalho.

De acordo com os números o varejo do Amazonas foi responsável, no último mês de julho, pela contratação de 5.701 trabalhadores com carteira assinada e por 4.086 desligamentos.

No ano, o comércio é o segundo setor que mais abriu novas vagas no Amazonas, com o saldo acumulado de 4.286 postos abertos.

Indústria

A indústria também registrou, em julho, saldo positivo na geração de empregos formais, com 1.370 novos postos formais de trabalho criados (4.450 admissões/3.080 demissões). O resultado representa o terceiro mês consecutivo de incremento nos números de novas vagas criadas no setor em 2022, embora o crescimento tenha sido ligeiramente inferior ao que foi registrado em junho (+1.465 vagas abertas).

Entre janeiro e julho deste ano, a indústria acumula saldo de 2.613 novos postos formais de emprego.

Serviços

O setor que vinha liderando a alta na geração de empregos nos seis primeiros meses do ano, o de serviços, diminuiu o ritmo de contratações em julho, mas manteve saldo positivo de empregos. Pelos números do Caged, foram 9.919 contratações formais e 9.030 demissões em julho, o que resulta em saldo de 889 novas vagas criadas no período.

No acumulado do ano, porém, o setor continua sendo o campeão em abertura de vagas, com saldo positivo de 13.299 postos criados.

Agropecuária e construção civil  têm quedas de empregos

Após registrar o maior saldo de geração de empregos no ano em junho, com 993 vagas formais abertas, o setor da construção civil teve, em julho, saldo negativo pela primeira vez em 2022. Pelos números do Caged, o segmento registrou no período 1.847 demissões contra 1.062 contratações, o que resultou em saldo negativo de 245 postos de trabalho perdidos no setor.

Em sete meses, o segmento da construção civil tem saldo positivo de empregos: 2.099 vagas.

Já a agropecuária teve, em julho, saldo de -9 empregos, com 88 trabalhadores admitidos e 97 demitidos. Com saldo de -310 empregos entre janeiro e junho, o setor é o único a registrar resultado negativo para a geração de empregos no Amazonas no acumulado de 2022.

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De acordo com dados do Ministério do Trabalho, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, o comércio do Amazonas foi o setor que mais criou postos formais de empregos no mês de julho, com a abertura de 1.615 novas vagas formais de trabalho.

De acordo com os números o varejo do Amazonas foi responsável, no último mês de julho, pela contratação de 5.701 trabalhadores com carteira assinada e por 4.086 desligamentos.

No ano, o comércio é o segundo setor que mais abriu novas vagas no Amazonas, com o saldo acumulado de 4.286 postos abertos.

Indústria

A indústria também registrou, em julho, saldo positivo na geração de empregos formais, com 1.370 novos postos formais de trabalho criados (4.450 admissões/3.080 demissões). O resultado representa o terceiro mês consecutivo de incremento nos números de novas vagas criadas no setor em 2022, embora o crescimento tenha sido ligeiramente inferior ao que foi registrado em junho (+1.465 vagas abertas).

Entre janeiro e julho deste ano, a indústria acumula saldo de 2.613 novos postos formais de emprego.

Serviços

O setor que vinha liderando a alta na geração de empregos nos seis primeiros meses do ano, o de serviços, diminuiu o ritmo de contratações em julho, mas manteve saldo positivo de empregos. Pelos números do Caged, foram 9.919 contratações formais e 9.030 demissões em julho, o que resulta em saldo de 889 novas vagas criadas no período.

No acumulado do ano, porém, o setor continua sendo o campeão em abertura de vagas, com saldo positivo de 13.299 postos criados.

Agropecuária e construção civil  têm quedas de empregos

Após registrar o maior saldo de geração de empregos no ano em junho, com 993 vagas formais abertas, o setor da construção civil teve, em julho, saldo negativo pela primeira vez em 2022. Pelos números do Caged, o segmento registrou no período 1.847 demissões contra 1.062 contratações, o que resultou em saldo negativo de 245 postos de trabalho perdidos no setor.

Em sete meses, o segmento da construção civil tem saldo positivo de empregos: 2.099 vagas.

Já a agropecuária teve, em julho, saldo de -9 empregos, com 88 trabalhadores admitidos e 97 demitidos. Com saldo de -310 empregos entre janeiro e junho, o setor é o único a registrar resultado negativo para a geração de empregos no Amazonas no acumulado de 2022.

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