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Confira orientações de saúde para reduzir impactos da fumaça

O Comitê de Enfrentamento à Estiagem apresentou orientações, nesta quarta-feira (18/09), para amenizar o impacto da fumaça na saúde da população e recomendações aos profissionais da área no atendimento de pacientes no Amazonas. O documento foi produzido pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM) em conjunto com a Fundação de Vigilância em Saúde (FVS-RCP).

A nota destaca a importância da atenção especial aos pacientes que apresentem um conjunto de sintomas como tosse seca, falta de ar, irritação nos olhos, nariz ou garganta, coriza, dor de cabeça, cansaço e dermatites (inflamação na pele).

A secretária de Estado de Saúde, Nayara Maksoud, acrescentou que a rede pública está atenta para atender a população e orientou que os amazonenses mantenham-se hidratados nesse período de estiagem severa e com focos de queimadas.

A diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, enfatiza que, embora esses sinais e sintomas sejam comuns a diversas doenças, é importante considerar a possibilidade de estarem relacionados à poluição atmosférica decorrente da fumaça.

“Os profissionais de saúde precisam estar atentos às variações no comportamento das doenças em resposta às mudanças climáticas. A atenção é destacada, inclusive, a pacientes que apresentam doenças respiratórias, como rinossinusite, asma, Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica e rinite alérgica. Esses são pacientes que podem apresentar sintomas dessas doenças agravados devido à exposição à fumaça”, alerta a diretora Tatyana.


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A Nota Técnica detalha, aos serviços de saúde, quando suspeitar de sintomas relacionados à fumaça, levando em consideração o tempo de exposição e a vulnerabilidade individual que pode estar associada a questões genéticas e presença de outras doenças respiratórias.

Recomendações

As recomendações da SES-AM e da FVS-RCP relacionadas à proteção da saúde diante da exposição à fumaça incluem:

  • Acompanhar as previsões meteorológicas locais e ficar atento aos boletins, alertas e informes difundidos por órgãos oficiais sobre a situação das queimadas e a qualidade do ar;
  • manter à mão os telefones de emergência dos órgãos locais de resgate, atendimento médico e combate às queimadas;
  • aumentar a ingestão de água e líquidos para manter as membranas respiratórias úmidas, proporcionando uma proteção adicional e reduzir ao máximo o tempo de exposição à fumaça.

Outras recomendações presentes na nota são: reduzir a exposição a ambientes ao ar livre, evitar atividades e exercícios quando a qualidade do ar estiver prejudicada pela fumaça, incluindo atividades físicas escolares; evitar o uso de tabaco, narguilé, cigarros e dispositivos eletrônicos.

Como proteção adicional, as instituições de saúde orientam, ainda, em grandes concentrações de fumaça, usar máscaras cirúrgicas, de pano, lenços, para reduzir a exposição às partículas grossas, especialmente para quem estiver próximo a focos de queimadas e de fumaça. Para proteção contra partículas finas, a recomendação é o uso de máscaras N95, PFF2 ou P100.

A SES-AM e a FVS-RCP orientam ainda não soltar balões ou fogos de artifícios e não acender fogueiras.

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O Comitê de Enfrentamento à Estiagem apresentou orientações, nesta quarta-feira (18/09), para amenizar o impacto da fumaça na saúde da população e recomendações aos profissionais da área no atendimento de pacientes no Amazonas. O documento foi produzido pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM) em conjunto com a Fundação de Vigilância em Saúde (FVS-RCP).

A nota destaca a importância da atenção especial aos pacientes que apresentem um conjunto de sintomas como tosse seca, falta de ar, irritação nos olhos, nariz ou garganta, coriza, dor de cabeça, cansaço e dermatites (inflamação na pele).

A secretária de Estado de Saúde, Nayara Maksoud, acrescentou que a rede pública está atenta para atender a população e orientou que os amazonenses mantenham-se hidratados nesse período de estiagem severa e com focos de queimadas.

A diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, enfatiza que, embora esses sinais e sintomas sejam comuns a diversas doenças, é importante considerar a possibilidade de estarem relacionados à poluição atmosférica decorrente da fumaça.

“Os profissionais de saúde precisam estar atentos às variações no comportamento das doenças em resposta às mudanças climáticas. A atenção é destacada, inclusive, a pacientes que apresentam doenças respiratórias, como rinossinusite, asma, Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica e rinite alérgica. Esses são pacientes que podem apresentar sintomas dessas doenças agravados devido à exposição à fumaça”, alerta a diretora Tatyana.


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Recomendações

As recomendações da SES-AM e da FVS-RCP relacionadas à proteção da saúde diante da exposição à fumaça incluem:

  • Acompanhar as previsões meteorológicas locais e ficar atento aos boletins, alertas e informes difundidos por órgãos oficiais sobre a situação das queimadas e a qualidade do ar;
  • manter à mão os telefones de emergência dos órgãos locais de resgate, atendimento médico e combate às queimadas;
  • aumentar a ingestão de água e líquidos para manter as membranas respiratórias úmidas, proporcionando uma proteção adicional e reduzir ao máximo o tempo de exposição à fumaça.

Outras recomendações presentes na nota são: reduzir a exposição a ambientes ao ar livre, evitar atividades e exercícios quando a qualidade do ar estiver prejudicada pela fumaça, incluindo atividades físicas escolares; evitar o uso de tabaco, narguilé, cigarros e dispositivos eletrônicos.

Como proteção adicional, as instituições de saúde orientam, ainda, em grandes concentrações de fumaça, usar máscaras cirúrgicas, de pano, lenços, para reduzir a exposição às partículas grossas, especialmente para quem estiver próximo a focos de queimadas e de fumaça. Para proteção contra partículas finas, a recomendação é o uso de máscaras N95, PFF2 ou P100.

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