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Defesa Civil do Amazonas alerta para baixo nível de chuvas e possível estiagem em 2024

A baixa quantidade de chuvas que atinge o Amazonas durante o inverno amazônico tem gerado preocupação na Defesa Civil Estadual. Segundo o órgão, no primeiro trimestre do ano, houve uma redução no volume de chuvas em algumas calhas do estado, conforme previsto anteriormente.

Nesse sentido, o relatório do monitoramento dos rios feito pelos técnicos traz um cenário preocupante no que diz respeito à recuperação do nível dos rios no período da cheia.

“Nas calhas do Médio Amazonas e Baixo Amazonas, os níveis atuais estão fora da curva para o atual período do ano, mesmo estando em processo de enchente, seguem abaixo da média. As demais calhas apresentam cotas dentro do que se considera normal para o período, ainda assim o cenário é de uma recuperação discreta, como destaque a calha do Alto Solimões, onde no mês de janeiro em Tabatinga, foi observado um aumento de somente 14 cm no nível do rio”, diz o relatório.


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O documento da Defesa Civil também aponta que, com o cenário crítico das chuvas impactando os rios no período da estiagem, o Amazonas deve enfrentar problemas com a navegabilidade no período.

“Na estação seca é natural que os volumes de chuva sofram uma redução significativa em nosso estado e nas regiões das cabeceiras dos rios, e como não se observa uma boa recuperação da cota das calhas no atual período, há possibilidade de termos problemas com a navegabilidade no segundo semestre de 2024”, explica o documento.

Para garantir a preparação e minimização dos impactos da possível estiagem, a Defesa Civil do Estado tem realizado reuniões com diversos setores, incluindo Indústria e Empresas, Tribunal Regional Eleitoral, Fornecedores de Energia Elétrica, Fornecedores de Saneamento e Água, e empresas de telecomunicação. O objetivo dos encontros é fornecer informações e coordenar ações de prevenção, preparação e mitigação, visando garantir que os serviços não sejam interrompidos.

O secretário de Defesa Civil, Coronel Máximo, ressaltou a necessidade de compartilhar informações sobre a estiagem antecipadamente, envolvendo todos os atores relevantes.

“A entrega da síntese do prognóstico da estiagem marca mais uma etapa no processo de prevenção e planejamento. Nosso objetivo é reduzir os impactos potenciais e coordenar, em colaboração, um plano de ação essencial para assegurar o bem-estar da população”, salientou o secretário.

*Com informações da Assessoria

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A baixa quantidade de chuvas que atinge o Amazonas durante o inverno amazônico tem gerado preocupação na Defesa Civil Estadual. Segundo o órgão, no primeiro trimestre do ano, houve uma redução no volume de chuvas em algumas calhas do estado, conforme previsto anteriormente.

Nesse sentido, o relatório do monitoramento dos rios feito pelos técnicos traz um cenário preocupante no que diz respeito à recuperação do nível dos rios no período da cheia.

“Nas calhas do Médio Amazonas e Baixo Amazonas, os níveis atuais estão fora da curva para o atual período do ano, mesmo estando em processo de enchente, seguem abaixo da média. As demais calhas apresentam cotas dentro do que se considera normal para o período, ainda assim o cenário é de uma recuperação discreta, como destaque a calha do Alto Solimões, onde no mês de janeiro em Tabatinga, foi observado um aumento de somente 14 cm no nível do rio”, diz o relatório.


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Para garantir a preparação e minimização dos impactos da possível estiagem, a Defesa Civil do Estado tem realizado reuniões com diversos setores, incluindo Indústria e Empresas, Tribunal Regional Eleitoral, Fornecedores de Energia Elétrica, Fornecedores de Saneamento e Água, e empresas de telecomunicação. O objetivo dos encontros é fornecer informações e coordenar ações de prevenção, preparação e mitigação, visando garantir que os serviços não sejam interrompidos.

O secretário de Defesa Civil, Coronel Máximo, ressaltou a necessidade de compartilhar informações sobre a estiagem antecipadamente, envolvendo todos os atores relevantes.

“A entrega da síntese do prognóstico da estiagem marca mais uma etapa no processo de prevenção e planejamento. Nosso objetivo é reduzir os impactos potenciais e coordenar, em colaboração, um plano de ação essencial para assegurar o bem-estar da população”, salientou o secretário.

*Com informações da Assessoria

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