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Djidja Cardoso é sepultada em cerimônia fechada ao público; mãe não compareceu

Após polêmica envolvendo a causa da morte de Djidja Cardoso, familiares e amigos sepultaram o corpo da ex-sinhazinha do Boi-bumbá Garantido, nesta quarta-feira (29/5), em cerimônia fechada ao público.

Anteriormente o enterro havia sido divulgado como sendo em Parintins, mas o local foi mudado para Iranduba. Djidja foi sepultada em um cemitério particular no km 13 da Rodovia Manoel Urbano, na região metropolitana de Manaus.

No último adeus a Djidja, com o caixão aberto, o empresário Ademar Farias Cardoso Neto, beijou a testa da irmã. O atleta Bruno Roberto Lima, ex-namorado de Djidja, ajudou a posicionar o caixão debaixo da tenda e o silêncio marcou a descida da urna na vala, seguida de uma chuva de flores dos presente.

A empresária Cleusimar Cardoso, mãe de Djidja, não compareceu no sepultamento e nenhum familiar quis falar com a imprensa.


Leia mais:

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Conflitos na família

Em meio a homenagens e depoimentos de carinho à Djidja, surgiu diversas declarações de familiares acusando Cleusimar Cardoso, a mãe da Djidja, de ter sido omissa ao socorro à filha. Apesar das confusões, ainda não foi divulgada a causa da morte.

A tias de Djidja, Cleomar e Eliomar Cardoso, se manifestaram nas redes sociais, relatando que a casa de Djidja “se tornou uma Cracolândia” e que a família Cardoso não tinha permissão para velar e enterrar a sobrinha.

Em nota divulgada ontem (28), Cleusimar disse que algumas especulações falsas sobre a morte da filha serão tratadas na justiça. “A família está sendo obrigada a lidar com notícias falsas e polêmicas referentes à causa da morte e que qualquer circunstância que envolva o falecimento de Djidja será prestada às autoridades”, disse.

Substâncias psicodélicas

Pessoas próximas e familiares dizem que Djidja, a mãe dela, e o irmão, Ademar, estavam praticando uma espécie de ritual acreditando que conseguiam transcender e se conectar com seu verdadeiro eu e com o além, nessa prática faziam o uso de substâncias psicodélicas que veio a causar dependência química.

Em áudios que circulam nas redes sociais, Cleusimar Cardoso diz a uma das suas irmãs que a ‘solução’ para ajudar a falar com o filho falecido seria por meio de psicodélicos e a aconselhou a estudar sobre o uso das substâncias, comer cogumelo e fumar cannabis.

Em outro vídeo que viralizou nas redes sociais, Cleusimar Cardoso aparece escondendo supostamente um frasco de Quetamina, substância usada como anestésico para cavalos. Esse momento foi registrado no dia 16 de abril, enquanto a família assistia à final do Big Brother Brasil 24.

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Após polêmica envolvendo a causa da morte de Djidja Cardoso, familiares e amigos sepultaram o corpo da ex-sinhazinha do Boi-bumbá Garantido, nesta quarta-feira (29/5), em cerimônia fechada ao público.

Anteriormente o enterro havia sido divulgado como sendo em Parintins, mas o local foi mudado para Iranduba. Djidja foi sepultada em um cemitério particular no km 13 da Rodovia Manoel Urbano, na região metropolitana de Manaus.

No último adeus a Djidja, com o caixão aberto, o empresário Ademar Farias Cardoso Neto, beijou a testa da irmã. O atleta Bruno Roberto Lima, ex-namorado de Djidja, ajudou a posicionar o caixão debaixo da tenda e o silêncio marcou a descida da urna na vala, seguida de uma chuva de flores dos presente.

A empresária Cleusimar Cardoso, mãe de Djidja, não compareceu no sepultamento e nenhum familiar quis falar com a imprensa.


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A tias de Djidja, Cleomar e Eliomar Cardoso, se manifestaram nas redes sociais, relatando que a casa de Djidja “se tornou uma Cracolândia” e que a família Cardoso não tinha permissão para velar e enterrar a sobrinha.

Em nota divulgada ontem (28), Cleusimar disse que algumas especulações falsas sobre a morte da filha serão tratadas na justiça. “A família está sendo obrigada a lidar com notícias falsas e polêmicas referentes à causa da morte e que qualquer circunstância que envolva o falecimento de Djidja será prestada às autoridades”, disse.

Substâncias psicodélicas

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