Três estudantes de Manaus foram premiados na etapa nacional da FIRST LEGO League, festival de robótica realizado em 17 de outubro, no Rio de Janeiro. Antônio Freitas, Vitor Hugo Nascimento e Eduardo Puga, integrantes da equipe RoboMakers, da Maker School, Escola de Tecnologia do ICBEU Manaus, conquistaram o Coding Award, reconhecimento que avalia critérios como programação, desempenho do robô e apresentação da equipe.
Os alunos também receberam reconhecimento em uma atividade de parceria, que considera a colaboração entre as equipes e o respeito aos valores da competição.
Nesta edição, o tema UNEARTHED propôs desafios relacionados à arqueologia e às descobertas do passado. A partir dessa temática, os estudantes desenvolveram um projeto sobre arqueologia patrimonial, com foco nas possibilidades de uso da tecnologia para valorizar e preservar o patrimônio histórico e cultural do Amazonas.
Orientados pela professora Flaviana Lopes, os integrantes da RoboMakers apresentaram a proposta a avaliadores e participantes em dois momentos. A etapa nacional reuniu mais de 40 equipes de diferentes regiões do país na categoria Explore.
Leia mais
Sou Manaus reúne Free Fire, Pokémon, cosplay e robótica neste domingo (06)
CIEE oferece 98 vagas de estágio para estudantes no Amazonas
Estudantes trocaram experiências com representante da LEGO
Durante o festival, os alunos também conheceram Troels Dyhrman, representante da LEGO vindo da Dinamarca. Na ocasião, apresentaram o projeto e receberam comentários sobre o trabalho desenvolvido.
A programação incluiu atividades colaborativas e experimentação no novo tapete da Future Edition, permitindo que os participantes conhecessem outras propostas e compartilhassem experiências com estudantes de diferentes lugares do Brasil.
Para a professora Flaviana Lopes, a participação no evento contribui para a formação dos alunos ao ampliar o contato com outras iniciativas de tecnologia e inovação.
“É uma oportunidade de conhecer outros projetos, trocar experiências e ampliar a visão sobre inovação e tecnologia”, afirmou.
Além da premiação, a experiência permitiu aos estudantes aplicar conhecimentos de programação, robótica, pesquisa e comunicação. O desenvolvimento do projeto também envolveu trabalho em equipe, criatividade e busca por soluções relacionadas à preservação do patrimônio cultural.
A participação na competição integra as atividades de robótica educacional da Maker School, que utiliza projetos práticos para estimular a autonomia e o protagonismo dos estudantes.
