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Exclusivo: “319 não sai por causa de administração”, diz Santos Cruz

General e ex-ministro do governo Bolsonaro falou sobre política e preocupações com a Amazônia em entrevista ao jornalista Jefferson Coronel.

O general Carlos Alberto dos Santos Cruz, militar e ex-ministro do governo Bolsonaro, foi o entrevistado desta segunda-feira (21), no programa Meio Dia com Jefferson Coronel, da TV Onda Digital. Ele falou sobre uma maior integração da Amazônia ao Brasil e suas percepções sobre a região amazônica.

Santos Cruz afirmou:

“Para integrar a Amazônia é preciso um plano de desenvolvimento. E ele passa por transparência e boa utilização no uso dos recursos públicos. É preciso um grande investimento na Amazônia. Não se tem dinheiro para tudo, mas em qualquer área do Brasil que você imaginar é possível ter um maior aproveitamento dos recursos.

A Amazônia também está no centro de uma discussão mundial. Quem tem que liderar essa discussão, ao invés de ficar brigando? O presidente eleito sugeriu fazer a próxima conferência COP do clima em Manaus, não foi? Então, o Brasil tem que colocar na cabeça que precisa liderar esse processo. A Amazônia precisa de atenção e investimento”.


Leia mais:

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O general também abordou a questão da BR-319:

“A estrada não sai por questão de administração pública. E envolve uma questão ambiental e de regularização de terras que nós nunca conseguimos fazer. Nunca conseguimos regularizar todas as terras ao longo dessas estradas. É preciso regularizar e fiscalizar para que você não tenha desmatamento, invasões, grilagens e conflitos ao longo da estrada”.

Santos Cruz concluiu:

“Quando vim à Amazônia pela primeira vez, eu tinha 24 anos. É um ambiente fantástico, um lugar muito especial no mundo. É preciso que os governantes apliquem bem seus recursos públicos pra que eles cheguem a todos os amazonenses”.

Quem é o general

Um dos militares de maior prestígio internacional do Exército Brasileiro, Santos Cruz comandou a Missão de Estabilização do Haiti (Minustah) e posteriormente foi chamado pela Organização das Nações Unidas (ONU)  para liderar a Missão no Congo, oportunidade em que se tornou o primeiro militar brasileiro a comandar tropas de capacetes azuis que entraram em combate direto.

Ainda com este prestígio, em 29 de julho deste ano foi  nomeado pelo secretário geral da ONU (Organização das Nações Unidas), António Guterres, para chefiar uma missão que apurou um bombardeio que ocorreu na prisão de Olenivka, na Ucrânia, no dia 29 de julho deste ano. A Ucrânia está sob ataque da Rússia desde 24 de fevereiro. O militar é ex-ministro da Secretaria do Governo de Jair Bolsonaro (PL).

O caso que será investigado na missão comandada por Santos Cruz, é sobre uma ocasião em que os miltares ucranianos acusaram as forças russas de cometer um “crime de guerra”, mas o Ministério da Defesa da Rússia apontou a Ucrânia como responsável pelo ataque. Cerca de 40 prisioneiros morreram e mais outros 70 ficaram feridos.

A entrevista completa do general Santos Cruz, que lançará um livro sobre Democracia no País, no Meio Dia com Jefferson Coronel, da TV Onda Digital, pode ser assistida aqui.

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O general Carlos Alberto dos Santos Cruz, militar e ex-ministro do governo Bolsonaro, foi o entrevistado desta segunda-feira (21), no programa Meio Dia com Jefferson Coronel, da TV Onda Digital. Ele falou sobre uma maior integração da Amazônia ao Brasil e suas percepções sobre a região amazônica.

Santos Cruz afirmou:

“Para integrar a Amazônia é preciso um plano de desenvolvimento. E ele passa por transparência e boa utilização no uso dos recursos públicos. É preciso um grande investimento na Amazônia. Não se tem dinheiro para tudo, mas em qualquer área do Brasil que você imaginar é possível ter um maior aproveitamento dos recursos.

A Amazônia também está no centro de uma discussão mundial. Quem tem que liderar essa discussão, ao invés de ficar brigando? O presidente eleito sugeriu fazer a próxima conferência COP do clima em Manaus, não foi? Então, o Brasil tem que colocar na cabeça que precisa liderar esse processo. A Amazônia precisa de atenção e investimento”.


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“A estrada não sai por questão de administração pública. E envolve uma questão ambiental e de regularização de terras que nós nunca conseguimos fazer. Nunca conseguimos regularizar todas as terras ao longo dessas estradas. É preciso regularizar e fiscalizar para que você não tenha desmatamento, invasões, grilagens e conflitos ao longo da estrada”.

Santos Cruz concluiu:

“Quando vim à Amazônia pela primeira vez, eu tinha 24 anos. É um ambiente fantástico, um lugar muito especial no mundo. É preciso que os governantes apliquem bem seus recursos públicos pra que eles cheguem a todos os amazonenses”.

Quem é o general

Um dos militares de maior prestígio internacional do Exército Brasileiro, Santos Cruz comandou a Missão de Estabilização do Haiti (Minustah) e posteriormente foi chamado pela Organização das Nações Unidas (ONU)  para liderar a Missão no Congo, oportunidade em que se tornou o primeiro militar brasileiro a comandar tropas de capacetes azuis que entraram em combate direto.

Ainda com este prestígio, em 29 de julho deste ano foi  nomeado pelo secretário geral da ONU (Organização das Nações Unidas), António Guterres, para chefiar uma missão que apurou um bombardeio que ocorreu na prisão de Olenivka, na Ucrânia, no dia 29 de julho deste ano. A Ucrânia está sob ataque da Rússia desde 24 de fevereiro. O militar é ex-ministro da Secretaria do Governo de Jair Bolsonaro (PL).

O caso que será investigado na missão comandada por Santos Cruz, é sobre uma ocasião em que os miltares ucranianos acusaram as forças russas de cometer um “crime de guerra”, mas o Ministério da Defesa da Rússia apontou a Ucrânia como responsável pelo ataque. Cerca de 40 prisioneiros morreram e mais outros 70 ficaram feridos.

A entrevista completa do general Santos Cruz, que lançará um livro sobre Democracia no País, no Meio Dia com Jefferson Coronel, da TV Onda Digital, pode ser assistida aqui.

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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