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EXCLUSIVO: “Motoristas de app estão passando fome”, diz presidente da categoria

Presidente da Associação de Motoristas de App falou sobre manifestação de ontem e dificuldades da categoria, sem descartar novos atos.

Alexandre Matias, presidente da Associação dos Motoristas e Entregados por Apps do Estado do Amazonas, foi convidado de hoje, 16, do programa Fiscaliza Geral. Ele falou sobre a manifestação dos motoristas realizada ontem em Manaus, e as reivindicações da categoria.

Ele disse:

“Os aplicativos estão 8 anos defasados em termos de tarifa, e atuando em Manaus há 6. Nós paramos ontem porque os motoristas de aplicativo, tanto de 2 quanto de 4 rodas, estão passando fome. Enfrentamos problema tanto de segurança, quanto de remuneração”.


Leia mais:

Motoristas por aplicativo fazem manifestação e paralização em Manaus

Motorista de aplicativo é sequestrado e obrigado a fazer Pix a criminosos


Matias falou sobre números da manifestação e da categoria no estado:

“Ontem tivemos uma adesão de 800 motoristas na manifestação, e mais uns 10 ou 12 mil que ficaram em suas casas, sem trabalhar, sem gastar combustível. Tivemos pelo menos 60% da categoria parada.

Temos cadastrados, hoje, cerca de 30 mil motoristas por aplicativos cadastrados nas plataformas, no estado”.

A categoria pede o aumento da tarifa por quilômetro rodado, de R$ 0,89 para R$ 2, e o estabelecimento de uma taxa mínima de R$ 10 por corrida.

Ele também falou sobre as empresas de aplicativo e suas condutas junto ao município:

“Não temos órgão fiscalizador sobre as empresas, então elas podem fazer o que bem entendem. Nem sei quanto a Prefeitura arrecada com Uber, 99 ou InDrive ou qualquer aplicativo. O Governo Federal jogou para os municípios legislarem, e deveria ficar uma porcentagem para a Prefeitura, porque não vejo melhoria. Mandamos ofícios para a Prefeitura, gabinetes de vereadores, perguntando pra onde está indo o repasse para as melhorias para a população, e não temos resposta”.

Alexandre Matias também falou que a categoria pode realizar manifestações em frente à Prefeitura de Manaus ou à Câmara Municipal nos próximos dias.

Veja trecho da entrevista abaixo:

Veja a entrevista completa com Alexandre Matias clicando aqui.

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Alexandre Matias, presidente da Associação dos Motoristas e Entregados por Apps do Estado do Amazonas, foi convidado de hoje, 16, do programa Fiscaliza Geral. Ele falou sobre a manifestação dos motoristas realizada ontem em Manaus, e as reivindicações da categoria.

Ele disse:

“Os aplicativos estão 8 anos defasados em termos de tarifa, e atuando em Manaus há 6. Nós paramos ontem porque os motoristas de aplicativo, tanto de 2 quanto de 4 rodas, estão passando fome. Enfrentamos problema tanto de segurança, quanto de remuneração”.


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“Ontem tivemos uma adesão de 800 motoristas na manifestação, e mais uns 10 ou 12 mil que ficaram em suas casas, sem trabalhar, sem gastar combustível. Tivemos pelo menos 60% da categoria parada.

Temos cadastrados, hoje, cerca de 30 mil motoristas por aplicativos cadastrados nas plataformas, no estado”.

A categoria pede o aumento da tarifa por quilômetro rodado, de R$ 0,89 para R$ 2, e o estabelecimento de uma taxa mínima de R$ 10 por corrida.

Ele também falou sobre as empresas de aplicativo e suas condutas junto ao município:

“Não temos órgão fiscalizador sobre as empresas, então elas podem fazer o que bem entendem. Nem sei quanto a Prefeitura arrecada com Uber, 99 ou InDrive ou qualquer aplicativo. O Governo Federal jogou para os municípios legislarem, e deveria ficar uma porcentagem para a Prefeitura, porque não vejo melhoria. Mandamos ofícios para a Prefeitura, gabinetes de vereadores, perguntando pra onde está indo o repasse para as melhorias para a população, e não temos resposta”.

Alexandre Matias também falou que a categoria pode realizar manifestações em frente à Prefeitura de Manaus ou à Câmara Municipal nos próximos dias.

Veja trecho da entrevista abaixo:

Veja a entrevista completa com Alexandre Matias clicando aqui.

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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