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Governo do Amazonas diz cumprir acordo sobre pagamentos do Passe Livre Estudantil

Embora não seja de responsabilidade do governo estadual, o governador Wilson Lima informou nesta terça-feira (10/2) que vem cumprindo o acordo firmado na Justiça e realizando regularmente os pagamentos referentes ao Passe Livre Estudantil.

Segundo o Executivo estadual, as medidas adotadas têm como objetivo garantir a continuidade do benefício aos estudantes de Manaus e evitar impactos no funcionamento do transporte coletivo.

“Nós temos uma parceria com o Sinetran para garantir o pagamento do passe-livre estudantil, que é aquela diferença que o estudante paga na catraca de R$2,50. Nós tivemos um embate com relação a esse valor do ano passado. Nós recorremos à Justiça e fizemos um depósito em juízo. Fizemos isso já no final do ano e aí ficou acordado que a gente fizesse um outro depósito para esse ano. E assim, a gente está procedendo. O Governo do Estado tem cumprido a sua parte nesse processo de garantir o Passe-livre Estudantil”, disse o governador durante coletiva de imprensa.

De acordo com o governo, as negociações com os demais envolvidos seguem em andamento para encerrar o impasse de forma definitiva. A gestão estadual afirma que busca uma solução que assegure o direito dos estudantes ao transporte gratuito, ao mesmo tempo em que preserve o equilíbrio financeiro do sistema de transporte público.

Paralisação

Nesta terça, rodoviários interromperam a operação do transporte coletivo urbano em Manaus, surpreendendo usuários e comprometendo o deslocamento em diversas zonas da capital amazonense. Ônibus ficaram parados nas garagens das empresas e em terminais, o que provocou uma redução significativa na oferta do serviço pela manhã.

Segundo a categoria, a paralisação foi motivada pelo atraso no pagamento de salários e benefícios.

Os trabalhadores afirmam que os vencimentos deveriam ter sido quitados até o quinto dia útil de fevereiro, o que não ocorreu. De acordo com os rodoviários, o atraso estaria ligado à falta de repasse de recursos do governo estadual destinados ao custeio do transporte de estudantes da rede pública, verba que compõe o equilíbrio financeiro do sistema de transporte coletivo.


Leia mais

Greve dos rodoviários em Manaus é suspensa após empresas garantirem pagamento

Passe Livre Estudantil vitalício: Prefeitura propõe transformar benefício em política pública permanente


Prefeitura

Na outra ponta, o prefeito de Manaus, David Almeida, esclareceu que a gestão mantém os repasses ao sistema de transporte coletivo rigorosamente em dia e negou qualquer débito com as empresas do setor.

Segundo ele, o município destina cerca de R$ 30 milhões mensais ao custeio do transporte público.

De acordo com Almeida, apenas no mês de fevereiro já foram pagos R$ 22 milhões, além de um adiantamento de R$ 8 milhões para assegurar o pagamento dos salários dos rodoviários.

O prefeito ressaltou ainda que o déficit de aproximadamente R$ 100 milhões mencionado pelas empresas não diz respeito a recursos municipais, mas sim ao Passe Livre Estudantil da rede estadual.

David Almeida explicou que, embora o benefício não tenha sido renovado pelo Governo do Estado, os estudantes continuam utilizando o transporte coletivo, o que impacta o equilíbrio financeiro do sistema.

Durante evento também nesta terça, David Almeida garantiu que a prefeitura “está fazendo a sua parte” e assegurou que, caso haja paralisação do transporte coletivo na capital, convocará uma coletiva de imprensa para esclarecer a situação.

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Embora não seja de responsabilidade do governo estadual, o governador Wilson Lima informou nesta terça-feira (10/2) que vem cumprindo o acordo firmado na Justiça e realizando regularmente os pagamentos referentes ao Passe Livre Estudantil.

Segundo o Executivo estadual, as medidas adotadas têm como objetivo garantir a continuidade do benefício aos estudantes de Manaus e evitar impactos no funcionamento do transporte coletivo.

“Nós temos uma parceria com o Sinetran para garantir o pagamento do passe-livre estudantil, que é aquela diferença que o estudante paga na catraca de R$2,50. Nós tivemos um embate com relação a esse valor do ano passado. Nós recorremos à Justiça e fizemos um depósito em juízo. Fizemos isso já no final do ano e aí ficou acordado que a gente fizesse um outro depósito para esse ano. E assim, a gente está procedendo. O Governo do Estado tem cumprido a sua parte nesse processo de garantir o Passe-livre Estudantil”, disse o governador durante coletiva de imprensa.

De acordo com o governo, as negociações com os demais envolvidos seguem em andamento para encerrar o impasse de forma definitiva. A gestão estadual afirma que busca uma solução que assegure o direito dos estudantes ao transporte gratuito, ao mesmo tempo em que preserve o equilíbrio financeiro do sistema de transporte público.

Paralisação

Nesta terça, rodoviários interromperam a operação do transporte coletivo urbano em Manaus, surpreendendo usuários e comprometendo o deslocamento em diversas zonas da capital amazonense. Ônibus ficaram parados nas garagens das empresas e em terminais, o que provocou uma redução significativa na oferta do serviço pela manhã.

Segundo a categoria, a paralisação foi motivada pelo atraso no pagamento de salários e benefícios.

Os trabalhadores afirmam que os vencimentos deveriam ter sido quitados até o quinto dia útil de fevereiro, o que não ocorreu. De acordo com os rodoviários, o atraso estaria ligado à falta de repasse de recursos do governo estadual destinados ao custeio do transporte de estudantes da rede pública, verba que compõe o equilíbrio financeiro do sistema de transporte coletivo.


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De acordo com Almeida, apenas no mês de fevereiro já foram pagos R$ 22 milhões, além de um adiantamento de R$ 8 milhões para assegurar o pagamento dos salários dos rodoviários.

O prefeito ressaltou ainda que o déficit de aproximadamente R$ 100 milhões mencionado pelas empresas não diz respeito a recursos municipais, mas sim ao Passe Livre Estudantil da rede estadual.

David Almeida explicou que, embora o benefício não tenha sido renovado pelo Governo do Estado, os estudantes continuam utilizando o transporte coletivo, o que impacta o equilíbrio financeiro do sistema.

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