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Governo diz que só volta a negociar com os professores após fim de greve

O Governo do Estado do Amazonas, emitiu uma nota nesta terça-feira, 23, comunicando o interesse de se reunir novamente com os profissionais de educação do estado, no entanto, mediante o retorno dos professores às salas de aula.

“tem prejudicado milhares de estudantes, o Estado informa que só retomará a roda de negociação com os representantes da categoria quando os professores retornarem às salas de aula”, destaca à nota.

A greve dos professores da rede pública do Amazonas iniciou na terça-feira, 16, passada, e atualmente resulta em 70% das escolas estaduais sem aula em Manaus, segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam).

Leia mais:

Professores do AM rejeitam contraproposta do governo de 8% e seguem com greve

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam), se manifestou sobre o pronunciamento do governo.

“ilegal é não negociar com o sindicato legítimo de uma categoria, mesmo após inúmeras tentativas de diálogo. Diga-se de passagem que tanto o reajuste salarial quanto as progressões são previstos em Lei, aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado, desde 2013”.

O sindicato disse ainda que o governo não tinha contraproposta para oferecer no dia 18 de maio, 71 dias após receber a pauta de reivindicação dos trabalhadores.

“O único desejo deles era a suspensão da greve, mas erram ao impor isso a uma categoria desvalorizada, sem o cumprimento de seus direitos e que está disposta a lutar por melhorias salariais.”

No dia 18 deste mês, em reunião entre os representantes do Governo do Amazonas, sindicato da categoria e membros da Assembleia Legislativa, foi sinalizado por parte do estado o reajuste imediato de 8% da data base, retirada das faltas dos trabalhadores da educação pelos dias de greve, estudo para pagamento de progressões por titularidade e tempo de serviço e negociação referente ao fim da Ação Pública, junto ao Tribunal de Justiça do Amazonas, que proibiu o movimento grevista, com a contrapartida de que as aulas fossem retomadas imediatamente.

Porém, após ser apresentada aos profissionais pelo Sinteam, a contraproposta não foi aceita.

A categoria exige 25% de reajuste salarial, além de outras melhorias.

 

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O Governo do Estado do Amazonas, emitiu uma nota nesta terça-feira, 23, comunicando o interesse de se reunir novamente com os profissionais de educação do estado, no entanto, mediante o retorno dos professores às salas de aula.

“tem prejudicado milhares de estudantes, o Estado informa que só retomará a roda de negociação com os representantes da categoria quando os professores retornarem às salas de aula”, destaca à nota.

A greve dos professores da rede pública do Amazonas iniciou na terça-feira, 16, passada, e atualmente resulta em 70% das escolas estaduais sem aula em Manaus, segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam).

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“ilegal é não negociar com o sindicato legítimo de uma categoria, mesmo após inúmeras tentativas de diálogo. Diga-se de passagem que tanto o reajuste salarial quanto as progressões são previstos em Lei, aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado, desde 2013”.

O sindicato disse ainda que o governo não tinha contraproposta para oferecer no dia 18 de maio, 71 dias após receber a pauta de reivindicação dos trabalhadores.

“O único desejo deles era a suspensão da greve, mas erram ao impor isso a uma categoria desvalorizada, sem o cumprimento de seus direitos e que está disposta a lutar por melhorias salariais.”

No dia 18 deste mês, em reunião entre os representantes do Governo do Amazonas, sindicato da categoria e membros da Assembleia Legislativa, foi sinalizado por parte do estado o reajuste imediato de 8% da data base, retirada das faltas dos trabalhadores da educação pelos dias de greve, estudo para pagamento de progressões por titularidade e tempo de serviço e negociação referente ao fim da Ação Pública, junto ao Tribunal de Justiça do Amazonas, que proibiu o movimento grevista, com a contrapartida de que as aulas fossem retomadas imediatamente.

Porém, após ser apresentada aos profissionais pelo Sinteam, a contraproposta não foi aceita.

A categoria exige 25% de reajuste salarial, além de outras melhorias.

 

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