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Guarda Municipal de Manaus garante segurança onde gravuras surgiram após seca, em Manaus

A pedido do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), a Guarda Municipal de Manaus iniciou patrulhas no sítio arqueológico Ponta das Lajes, localizado às margens do rio Negro, no bairro Colônia Antônio Aleixo, na zona Leste da capital. Notícia foi anunciada no último sábado (28) pela Secretaria Municipal de Segurança Pública e Defesa Social (Semseg).

O assessor técnico da Semseg, Ney Andrade; o engenheiro da Sepdec, Renato Martins, chefe da Divisão de Minimização e Prevenção de Desastres da Defesa Civil de Manaus; a superintendente estadual do Iphan no Amazonas, Beatriz Calheiro; o vice-presidente e a coordenadora de Comunicação Institucional do Instituto Soka Amazônia, Milton Fujiyoshi e Dulce Moraes, respectivamente, realizaram visita ao local, após a veiculação de notícias sobre possíveis danos ao pedral com gravuras rupestres visível com a seca do rio.

“A superintendente estadual do Iphan no Amazonas nos procurou e pediu nosso apoio para a preservação do patrimônio histórico. Com a baixa do rio Negro, apareceu uma grande formação de pedras com gravuras antigas e que o acesso de pessoas a esses locais pode vandalizar ou destruir esses artefatos arqueológicos. Por esta razão, prontamente nos colocamos à disposição, remanejando uma guarnição da Guarda Municipal para realizar ronda naquela área”, explicou o secretário da Semseg, Sérgio Fontes.

As gravuras do sítio arqueológico Ponta das Lajes passam boa parte do tempo submersas. Elas haviam ficado visíveis na última grande seca, em 2010. Neste ano, em que a cidade registrou a maior vazante em 121 anos de leitura pelo porto de Manaus, elas voltaram a ficar expostas, atraindo curiosos ao lugar. Por esta razão, o Iphan teme que os visitantes danifiquem ou subtraiam parte do material, que é considerado patrimônio cultural brasileiro.


Leia também:

Após polêmica com gravuras, Iphan anuncia patrulhamento da PM e da PF no sítio arqueológico


Em nota divulgada nesta semana, o Iphan destacou que todos os bens arqueológicos pertencem à União, sendo que a legislação veda qualquer tipo de aproveitamento econômico de artefatos arqueológicos, assim como sua destruição e mutilação. Além disso, para realização de pesquisas de campo e escavações, é preciso o envio prévio de projeto arqueológico ao Iphan, que avaliará e, só então, editará portaria de autorização. Assim, qualquer pesquisa interventiva realizada sem autorização do Iphan é ilegal e passível de punição nos temos da lei.

*Com informações da assessoria

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A pedido do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), a Guarda Municipal de Manaus iniciou patrulhas no sítio arqueológico Ponta das Lajes, localizado às margens do rio Negro, no bairro Colônia Antônio Aleixo, na zona Leste da capital. Notícia foi anunciada no último sábado (28) pela Secretaria Municipal de Segurança Pública e Defesa Social (Semseg).

O assessor técnico da Semseg, Ney Andrade; o engenheiro da Sepdec, Renato Martins, chefe da Divisão de Minimização e Prevenção de Desastres da Defesa Civil de Manaus; a superintendente estadual do Iphan no Amazonas, Beatriz Calheiro; o vice-presidente e a coordenadora de Comunicação Institucional do Instituto Soka Amazônia, Milton Fujiyoshi e Dulce Moraes, respectivamente, realizaram visita ao local, após a veiculação de notícias sobre possíveis danos ao pedral com gravuras rupestres visível com a seca do rio.

“A superintendente estadual do Iphan no Amazonas nos procurou e pediu nosso apoio para a preservação do patrimônio histórico. Com a baixa do rio Negro, apareceu uma grande formação de pedras com gravuras antigas e que o acesso de pessoas a esses locais pode vandalizar ou destruir esses artefatos arqueológicos. Por esta razão, prontamente nos colocamos à disposição, remanejando uma guarnição da Guarda Municipal para realizar ronda naquela área”, explicou o secretário da Semseg, Sérgio Fontes.

As gravuras do sítio arqueológico Ponta das Lajes passam boa parte do tempo submersas. Elas haviam ficado visíveis na última grande seca, em 2010. Neste ano, em que a cidade registrou a maior vazante em 121 anos de leitura pelo porto de Manaus, elas voltaram a ficar expostas, atraindo curiosos ao lugar. Por esta razão, o Iphan teme que os visitantes danifiquem ou subtraiam parte do material, que é considerado patrimônio cultural brasileiro.


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*Com informações da assessoria

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Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

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