O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) aplicou R$ 13,3 milhões em multas por poluição atmosférica entre setembro e outubro de 2026. As penalidades foram registradas em Manaus, Humaitá, Manacapuru e Careiro, após fiscalizações identificarem queima irregular de resíduos sólidos e outras práticas que comprometem a qualidade do ar.
A maior multa, de R$ 5,5 milhões, foi aplicada em 7 de outubro, no Distrito Industrial 2, em Manaus. Durante a Operação Alerta Fogo, os fiscais identificaram o uso irregular do fogo e efeitos sobre a qualidade do ar, incluindo relatos de desconforto respiratório e odores na comunidade.
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Em Humaitá, duas autuações de R$ 2,5 milhões cada foram aplicadas em setembro por queima de resíduos sólidos a céu aberto no lixão municipal. Já em Manacapuru, a multa de R$ 2,5 milhões foi registrada após fiscalização no lixão da cidade. No município de Careiro, a penalidade foi de R$ 260 mil por poluição atmosférica.
Os valores pagos pelas multas são destinados ao Fundo Estadual do Meio Ambiente (Fema), administrado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema).
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O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) aplicou R$ 13,3 milhões em multas por poluição atmosférica entre setembro e outubro de 2026. As penalidades foram registradas em Manaus, Humaitá, Manacapuru e Careiro, após fiscalizações identificarem queima irregular de resíduos sólidos e outras práticas que comprometem a qualidade do ar.
A maior multa, de R$ 5,5 milhões, foi aplicada em 7 de outubro, no Distrito Industrial 2, em Manaus. Durante a Operação Alerta Fogo, os fiscais identificaram o uso irregular do fogo e efeitos sobre a qualidade do ar, incluindo relatos de desconforto respiratório e odores na comunidade.
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