A jornalista Rosianne Cristina Couto da Silva foi agredida pelo companheiro Renato Silva de Suza e alega não ter recebido assistência da Polícia Militar após o chamado. A denúncia foi feita por meio de uma Nota de Repúdio, divulgada nesta quarta-feira (25/2) pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Amazonas (SINJOR/AM).
O caso de violência doméstica foi registrado em Boletim de Ocorrência no dia 21 de fevereiro de 2026. De acordo com o registro, Rosiane foi vítima de agressões físicas e tentativa de enforcamento, ações que ela atribui a Renato Silva de Souza.
Segundo a nota, o Sinjor/AM informa que a Polícia Militar foi acionada, mas não compareceu ao local após uma hora de espera e Rosi Couto teve que buscar apoio por meios próprios. Logo, a entidade declarou repúdio e cobrou providências.
O episódio ocorre em meio ao aumento de casos de violência contra a mulher no Brasil. Dados citados pela entidade apontam 1.518 feminicídios em 2025. A legislação brasileira tipifica o crime na Lei do Feminicídio.
“Não pactuamos e nem aceitaremos o silêncio como resposta diante da violência contra as mulheres. Prestamos nossa solidariedade à coleta Rosianne Couto e seguiremos acompanhando o caso para que ele não se torne apenas mais um na crescente estatística das agressões e mortes de mulheres no Brasil”, diz a nota.
A PC informou que foi aberto um inquérito para apurar as responsabilidades do companheiro da jornalista e que novas ações poderão ser tomadas no curso das investigações.
Confira a nota na íntegra:
(Foto: Reprodução)
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A jornalista Rosianne Cristina Couto da Silva foi agredida pelo companheiro Renato Silva de Suza e alega não ter recebido assistência da Polícia Militar após o chamado. A denúncia foi feita por meio de uma Nota de Repúdio, divulgada nesta quarta-feira (25/2) pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Amazonas (SINJOR/AM).
O caso de violência doméstica foi registrado em Boletim de Ocorrência no dia 21 de fevereiro de 2026. De acordo com o registro, Rosiane foi vítima de agressões físicas e tentativa de enforcamento, ações que ela atribui a Renato Silva de Souza.
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