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Juiz afirma que não há urgência em pedido de religação da Arena

Juiz do TJAM não vê urgência em religação da energia da Arena, mesmo com jogo de abertura do Campeonato Amazonense.

O juiz Antônio Itamar de Sousa Gonzaga, do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), decidiu que a FAAR (Fundação Amazonas de Alto Rendimento), que administra a Arena da Amazônia, não conseguiu demonstrar a urgência para religação ou perigo de perecimento do direito do corte de energia elétrica do estádio. A decisão foi postada no site do TJAM.

A Arena da Amazônia teve sua energia cortada pela Amazonas Energia no último dia 24, por falta de pagamento. De acordo com a concessionária, o estádio tem uma dívida de R$ 36,9 milhões com a Amazonas Energia. A concessionária também interrompeu o fornecimento para a Arena Amadeu Teixeira, situada ao lado do estádio que foi construído para a Copa do Mundo de 2014.

A FAAR, após informar à imprensa de que teria realizado pagamento de parte da dívida, apresentou à concessionária duas ordens de pagamento do site da SEFAZ, em valor que não chega a 10% do valor da dívida.


Leia mais:

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Na quarta (25), a FAAR e a Procuradoria Geral do Estado deram entrada em pedido junto à Justiça Estadual, para que a energia elétrica das arenas seja restabelecida sem pagamento, alegando que “a conduta da Amazonas Energia é abusiva”. No entanto, a decisão judicial não foi favorável às duas entidades.

Segundo Gonzaga, o juiz plantonista, a FAAR não conseguiu demonstrar haver real urgência no religamento da energia. Em seu despacho, ele escreve que “não fora esclarecido exatamente o fim urgente a que esta se destina”.

No próximo dia 28, está prevista para acontecer na Arena a partida de abertura do Campeonato Amazonense de Futebol. O jogo entre Nacional e Rio Negro está marcado para as 19h de sábado, dia 28. Mesmo assim, em seu despacho o o juiz escreveu que o jogo pode ser realizado com geradores. Ele afirma:

“Neste ponto, há inclusive a previsão de utilização de geradores de energia para realização da partida, conforme noticiado pela imprensa local, evidenciando a ausência de urgência na apreciação do pleito”.

Em seu comunicado, a Amazonas Energia destaca sua disponibilidade em negociar com a FAAR, mas que de acordo com determinação da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), a religação das arenas só será possível mediante pagamento de todo o débito.

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O juiz Antônio Itamar de Sousa Gonzaga, do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), decidiu que a FAAR (Fundação Amazonas de Alto Rendimento), que administra a Arena da Amazônia, não conseguiu demonstrar a urgência para religação ou perigo de perecimento do direito do corte de energia elétrica do estádio. A decisão foi postada no site do TJAM.

A Arena da Amazônia teve sua energia cortada pela Amazonas Energia no último dia 24, por falta de pagamento. De acordo com a concessionária, o estádio tem uma dívida de R$ 36,9 milhões com a Amazonas Energia. A concessionária também interrompeu o fornecimento para a Arena Amadeu Teixeira, situada ao lado do estádio que foi construído para a Copa do Mundo de 2014.

A FAAR, após informar à imprensa de que teria realizado pagamento de parte da dívida, apresentou à concessionária duas ordens de pagamento do site da SEFAZ, em valor que não chega a 10% do valor da dívida.


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Segundo Gonzaga, o juiz plantonista, a FAAR não conseguiu demonstrar haver real urgência no religamento da energia. Em seu despacho, ele escreve que “não fora esclarecido exatamente o fim urgente a que esta se destina”.

No próximo dia 28, está prevista para acontecer na Arena a partida de abertura do Campeonato Amazonense de Futebol. O jogo entre Nacional e Rio Negro está marcado para as 19h de sábado, dia 28. Mesmo assim, em seu despacho o o juiz escreveu que o jogo pode ser realizado com geradores. Ele afirma:

“Neste ponto, há inclusive a previsão de utilização de geradores de energia para realização da partida, conforme noticiado pela imprensa local, evidenciando a ausência de urgência na apreciação do pleito”.

Em seu comunicado, a Amazonas Energia destaca sua disponibilidade em negociar com a FAAR, mas que de acordo com determinação da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), a religação das arenas só será possível mediante pagamento de todo o débito.

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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