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Medo: ponte Rio Negro está segura contra colisões?

O choque entre o navio São Luiz e a ponte Rio-Niterói (foto), no fim da tarde desta segunda-feira (14), acendeu um alerta, hoje (15), na cabeça dos da ponte Rio Negro Jornalista Phelipe Daou e autoridades da Marinha. O medo é saber se algo semelhante ao que ocorreu na baia da Guanabara possa acontecer aqui no rio Negro.

O taxista Ricardo Campos, que trabalha transportando passageiros entre o distrito de Cacau-Pirêra, no município de Iranduba, e Manaus e cruza a ponte Rio Negro todos os dias, disse que ficou impressionado com o choque entre o navio São Luiz e a ponte fluminense, mas que não imagina algo do gênero acontecer aqui em Manaus.

“O fluxo de embarcações aqui me parece menor, o vão central é grande e nunca vi relatos de choques com a estrutura da ponte, mas sabe lá o que pode acontecer não é mesmo”, avaliou.

O choque entre embarcações e a estrutura da ponte Rio Negro nunca aconteceram desde a inauguração da mesma, em 2011, mas colisões com as balsas de seguranças, chamadas de defensas sim. “Um vez um barco regional perdeu o controle dos motores e veio à deriva descendo o rio até bater em uma das defensas, mas não foi nada grave”, afirma um policial militar que trabalhou no posto de fiscalização da ponte.

Uma fonte da Capitania Fluvial da Amazônia Ocidental falou com a Onda Digital e garantiu que um acidente como o de ontem tem chances desprezíveis de acontecer na ponte Rio Negro. Ele argumenta que a fiscalização da Marinha no local é constante, o vão central é muito alto e amplo e, principalmente, o fluxo de navios capazes de causar algum dano na estrutura ocorre abaixo da ponte. “No máximo estas embarcações navegam até o porto de Manaus com cargas pesadas ou em navios de cruzeiro”, garantiu o militar.

A missão da defensa é reduzir o potencial de impacto da embarcação desgovernada com a ponte. Ela absorve a maior parte da força do impacto. No total elas são doze e protegem principalmente os pilares do vão central.

Rio-Niterói

O navio São Luiz estava fundeado na baia da Guanabara desde 2016 e não tinha tripulação operacional. O local de fundeamento foi definido pela Marinha do Brasil, que no entanto jamais fiscalizou as condições das amarras e da ancora, estruturas rompidas ontem por uma ventania mais forte que atingiu a baia.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o fechamento da ponte aconteceu às 18h18, imediatamente após o choque de um navio de grande porte com a estrutura. O tráfego foi liberado novamente às 21h33, quase três horas e meia após a interrupção.

 

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O choque entre o navio São Luiz e a ponte Rio-Niterói (foto), no fim da tarde desta segunda-feira (14), acendeu um alerta, hoje (15), na cabeça dos da ponte Rio Negro Jornalista Phelipe Daou e autoridades da Marinha. O medo é saber se algo semelhante ao que ocorreu na baia da Guanabara possa acontecer aqui no rio Negro.

O taxista Ricardo Campos, que trabalha transportando passageiros entre o distrito de Cacau-Pirêra, no município de Iranduba, e Manaus e cruza a ponte Rio Negro todos os dias, disse que ficou impressionado com o choque entre o navio São Luiz e a ponte fluminense, mas que não imagina algo do gênero acontecer aqui em Manaus.

“O fluxo de embarcações aqui me parece menor, o vão central é grande e nunca vi relatos de choques com a estrutura da ponte, mas sabe lá o que pode acontecer não é mesmo”, avaliou.

O choque entre embarcações e a estrutura da ponte Rio Negro nunca aconteceram desde a inauguração da mesma, em 2011, mas colisões com as balsas de seguranças, chamadas de defensas sim. “Um vez um barco regional perdeu o controle dos motores e veio à deriva descendo o rio até bater em uma das defensas, mas não foi nada grave”, afirma um policial militar que trabalhou no posto de fiscalização da ponte.

Uma fonte da Capitania Fluvial da Amazônia Ocidental falou com a Onda Digital e garantiu que um acidente como o de ontem tem chances desprezíveis de acontecer na ponte Rio Negro. Ele argumenta que a fiscalização da Marinha no local é constante, o vão central é muito alto e amplo e, principalmente, o fluxo de navios capazes de causar algum dano na estrutura ocorre abaixo da ponte. “No máximo estas embarcações navegam até o porto de Manaus com cargas pesadas ou em navios de cruzeiro”, garantiu o militar.

A missão da defensa é reduzir o potencial de impacto da embarcação desgovernada com a ponte. Ela absorve a maior parte da força do impacto. No total elas são doze e protegem principalmente os pilares do vão central.

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De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o fechamento da ponte aconteceu às 18h18, imediatamente após o choque de um navio de grande porte com a estrutura. O tráfego foi liberado novamente às 21h33, quase três horas e meia após a interrupção.

 

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Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

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