O engenheiro civil Orlando Cabral de Holanda morreu aos 90 anos nesta terça-feira (7/7). Ex-secretário municipal de Infraestrutura de Manaus e ex-diretor do Departamento de Estradas de Rodagem do Amazonas (DER-AM), ele foi um dos principais nomes da engenharia pública amazonense, deixando um legado que marcou a expansão da malha rodoviária e o desenvolvimento da infraestrutura do estado ao longo de mais de cinco décadas.
A morte foi lamentada pela Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf), que destacou a contribuição de Orlando para a história da pasta. Ao longo da carreira, ele também atuou como superintendente e subsecretário da Seminf, além de exercer a docência na Universidade Federal do Amazonas (UFAM), formando gerações de engenheiros.
Referência da engenharia no Amazonas
Formado em Engenharia Civil e especialista em transportes, Orlando Cabral de Holanda teve papel decisivo na implantação da infraestrutura rodoviária do Amazonas. Entre 1971 e 1975, comandou o DER-AM, período em que participou da execução de obras estratégicas para a integração do estado, incluindo trechos da BR-319, rodovia que liga Manaus a Porto Velho e considerada uma das mais importantes para a logística da região.
O próprio engenheiro relatava que o DER-AM foi responsável pelo desenvolvimento do projeto da BR-319 e pela execução de parte das obras de implantação da estrada, considerada um marco para a integração do Amazonas ao restante do país. Nos últimos anos, Orlando voltou a defender publicamente a reconstrução da rodovia e a recriação do DER-AM, argumentando que a infraestrutura rodoviária é estratégica para o desenvolvimento econômico e para enfrentar períodos de isolamento provocados pelas secas severas na região.
Em reconhecimento à sua trajetória, Orlando Cabral de Holanda recebeu homenagens de entidades da engenharia e da Câmara Municipal de Manaus. Casado e pai de cinco filhos, deixa um legado de dedicação ao serviço público, à formação de profissionais e à construção de obras que ajudaram a transformar a infraestrutura do Amazonas.
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O engenheiro civil Orlando Cabral de Holanda morreu aos 90 anos nesta terça-feira (7/7). Ex-secretário municipal de Infraestrutura de Manaus e ex-diretor do Departamento de Estradas de Rodagem do Amazonas (DER-AM), ele foi um dos principais nomes da engenharia pública amazonense, deixando um legado que marcou a expansão da malha rodoviária e o desenvolvimento da infraestrutura do estado ao longo de mais de cinco décadas.
A morte foi lamentada pela Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf), que destacou a contribuição de Orlando para a história da pasta. Ao longo da carreira, ele também atuou como superintendente e subsecretário da Seminf, além de exercer a docência na Universidade Federal do Amazonas (UFAM), formando gerações de engenheiros.
Referência da engenharia no Amazonas
Formado em Engenharia Civil e especialista em transportes, Orlando Cabral de Holanda teve papel decisivo na implantação da infraestrutura rodoviária do Amazonas. Entre 1971 e 1975, comandou o DER-AM, período em que participou da execução de obras estratégicas para a integração do estado, incluindo trechos da BR-319, rodovia que liga Manaus a Porto Velho e considerada uma das mais importantes para a logística da região.
O próprio engenheiro relatava que o DER-AM foi responsável pelo desenvolvimento do projeto da BR-319 e pela execução de parte das obras de implantação da estrada, considerada um marco para a integração do Amazonas ao restante do país. Nos últimos anos, Orlando voltou a defender publicamente a reconstrução da rodovia e a recriação do DER-AM, argumentando que a infraestrutura rodoviária é estratégica para o desenvolvimento econômico e para enfrentar períodos de isolamento provocados pelas secas severas na região.
Em reconhecimento à sua trajetória, Orlando Cabral de Holanda recebeu homenagens de entidades da engenharia e da Câmara Municipal de Manaus. Casado e pai de cinco filhos, deixa um legado de dedicação ao serviço público, à formação de profissionais e à construção de obras que ajudaram a transformar a infraestrutura do Amazonas.
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