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MPAM investiga combate à violência doméstica contra a mulher em Itamarati

Ação busca garantir acolhimento adequado às vítimas na 68ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP)

O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM) em Itamarati instaurou procedimento administrativo para acompanhar a atuação da 68ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) do município no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher.

A iniciativa, assinada pelo promotor de Justiça Venâncio Antônio Castilhos de Freitas Terra, pretende garantir a efetividade das políticas públicas de proteção e assegurar os direitos das vítimas previstos na legislação.

A ação tem como base a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006), a Constituição Federal, normas da Lei Orgânica do Ministério Público e tratados internacionais voltados à proteção dos direitos das mulheres. O procedimento também segue as diretrizes do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e do Conselho Superior do MPAM.

Segundo o promotor de Justiça, a medida foi motivada pelos dados de 2024, ano em que o município registrou 41 ações judiciais relacionadas à violência doméstica.

“A violência doméstica e familiar contra a mulher representa uma das formas mais graves de violação aos direitos humanos, razão pela qual o tema deve ser enfrentado com o objetivo de evitar a revitimização das vítimas pelo sistema de Justiça”, afirmou.


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Entre os pontos que serão acompanhados estão:

  • o atendimento humanizado às vítimas, com prioridade para o acolhimento por policial do sexo feminino;
  • a existência de ambientes adequados para a escuta das mulheres em situação de violência;
  • e a atuação das forças de segurança pública, que devem observar os padrões legais e respeitar os direitos fundamentais.

O promotor reforçou que o procedimento seguirá com foco na melhoria das condições de atendimento e na promoção de uma resposta mais eficiente e sensível por parte do sistema de Justiça e segurança pública local.

“Instauramos o procedimento administrativo para que sejam adotados os protocolos de atendimento humanizado e respeitoso, quando estas vítimas forem atendidas na Delegacia de Polícia”, finalizou.

MPAM em Itamarati (Foto: ascom/MPAM)
68º Dip em Itamarati (Foto: SSP/AM)
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O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM) em Itamarati instaurou procedimento administrativo para acompanhar a atuação da 68ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) do município no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher.

A iniciativa, assinada pelo promotor de Justiça Venâncio Antônio Castilhos de Freitas Terra, pretende garantir a efetividade das políticas públicas de proteção e assegurar os direitos das vítimas previstos na legislação.

A ação tem como base a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006), a Constituição Federal, normas da Lei Orgânica do Ministério Público e tratados internacionais voltados à proteção dos direitos das mulheres. O procedimento também segue as diretrizes do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e do Conselho Superior do MPAM.

Segundo o promotor de Justiça, a medida foi motivada pelos dados de 2024, ano em que o município registrou 41 ações judiciais relacionadas à violência doméstica.

“A violência doméstica e familiar contra a mulher representa uma das formas mais graves de violação aos direitos humanos, razão pela qual o tema deve ser enfrentado com o objetivo de evitar a revitimização das vítimas pelo sistema de Justiça”, afirmou.


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  • a existência de ambientes adequados para a escuta das mulheres em situação de violência;
  • e a atuação das forças de segurança pública, que devem observar os padrões legais e respeitar os direitos fundamentais.

O promotor reforçou que o procedimento seguirá com foco na melhoria das condições de atendimento e na promoção de uma resposta mais eficiente e sensível por parte do sistema de Justiça e segurança pública local.

“Instauramos o procedimento administrativo para que sejam adotados os protocolos de atendimento humanizado e respeitoso, quando estas vítimas forem atendidas na Delegacia de Polícia”, finalizou.

MPAM em Itamarati (Foto: ascom/MPAM)
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