No sábado, 26, a Polícia Federal (PF) realizou ação de fiscalização no sítio arqueológico Pontas das Lajes, em Manaus. O objetivo da ação foi de impedir possíveis ações contra danos ao pedral com gravuras rupestres milenares, que se tornaram visíveis com a seca severa do Rio Negro.
Nos últimos dias, ganhou repercussão nacional a divulgação de fotos da visita de um grupo de artistas e historiadores ao local. Eles aplicaram uma tinta de argila natural sobre as gravuras, para registrar as figuras. A ação foi criticada nas redes sociais por supostamente causar danos às gravuras.
Além da PF, o Instituto do Patrimônio Histórico Artístico e Nacional (IPHAN) junto com o Instituto Soka Amazônia realizaram ação de limpeza de resíduos sólidos no Sítio Arqueológico Ponta das Lajes, com 200 voluntários, que foram cadastrados e orientados para ação na área.
A Prefeitura de Manaus também enviou agentes de fiscalização para o local neste sábado.
As gravuras rupestres, semelhantes a rostos humanos esculpidos nas pedras, ressurgiram nas últimas semanas graças à descida do rio Negro. Elas estão localizadas dentro da área urbana da capital amazonense, em uma região conhecida como “Praia das Lajes”, de onde se tem uma vista privilegiada para o Encontro das Águas.
Foto: Amazônia Real.
O local foi o primeiro de Manaus a ser registrado no Cadastro Nacional de Sítios Arqueológicos (CNSA) do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
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Além da PF, o Instituto do Patrimônio Histórico Artístico e Nacional (IPHAN) junto com o Instituto Soka Amazônia realizaram ação de limpeza de resíduos sólidos no Sítio Arqueológico Ponta das Lajes, com 200 voluntários, que foram cadastrados e orientados para ação na área.
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Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.
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