O advogado Raione Cabral Queiroz protocolou o pedido, no qual solicita que o Legislativo municipal abra processo por possíveis infrações político-administrativas cometidas pelo prefeito, com base no Decreto-Lei nº 201/1967, que rege a cassação de prefeitos e vereadores.
Denúncia cita investigação do STF
A principal justificativa apresentada pelo eleitor são informações que constam de decisões do ministro Alexandre de Moraes, do STF, relacionadas às investigações sobre a Prefeitura de Coari.
Segundo a denúncia, documentos analisados pela Justiça apontariam repasses financeiros feitos por pessoas jurídicas ligadas a empresários investigados em benefício de Manoel Adail e do deputado federal Adail Filho, filho do prefeito.
A peça também cita empresas que mantêm ou mantiveram contratos com a prefeitura e pede que a Câmara investigue se houve irregularidades nas contratações e nos pagamentos. O documento ressalta que a existência de atas de registro de preços não comprova, por si só, que os valores tenham sido pagos, e por isso solicita o levantamento dos empenhos, das liquidações, das ordens de fornecimento e dos comprovantes de pagamento.

O que o advogado pede
A principal justificativa apresentada pelo eleitor são informações que constam de decisões do ministro Alexandre de Moraes, do STF, relacionadas às investigações sobre a Prefeitura de Coari.
Segundo a denúncia, documentos analisados pela Justiça apontariam repasses financeiros feitos por pessoas jurídicas ligadas a empresários investigados em benefício de Manoel Adail e do deputado federal Adail Filho, filho do prefeito.
A peça também cita empresas que mantêm ou mantiveram contratos com a prefeitura e pede que a Câmara investigue se houve irregularidades nas contratações e nos pagamentos. O documento ressalta que a existência de atas de registro de preços não comprova, por si só, que os valores tenham sido pagos, e por isso solicita o levantamento dos empenhos, das liquidações, das ordens de fornecimento e dos comprovantes de pagamento.
Adail está afastado
O pedido chega dois dias depois da deflagração da operação, executada pela Polícia Federal com autorização do STF para apurar fraudes em licitações, desvio de recursos públicos, corrupção e lavagem de dinheiro na administração municipal.
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A investigação teve origem na apreensão de cerca de R$ 1,25 milhão em espécie, em 2025, quando três empresários viajavam de Manaus a Brasília, o que levantou suspeitas sobre movimentações financeiras e contratos públicos.
O pedido protocolado na Câmara ainda precisa passar pelas etapas previstas na legislação. A apresentação da denúncia, por si só, não significa que o mandato de Adail tenha sido cassado.
