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Projeto da UEA realiza monitoramento da vegetação ripária da bacia do Tarumã-Açu

O planejamento das atividades busca, também, avaliar o impacto do uso e da cobertura da terra e fragmentação da vegetação na qualidade da água.

A Universidade do Estado do Amazonas (UEA) tem realizado mapeamento de florestas ripárias desflorestadas ilegalmente por meio do projeto “Vegetação ripária da Bacia do Tarumã-Açu, Manaus, AM: Fenologia, fragmentação, recursos hídricos e plantios”. Os estudos do projeto têm por objetivo restaurar e preservar a vegetação da região amazônica.

Os estudos são promovidos pelo Programa de Mestrado Profissional em Rede Nacional em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos (ProfÁgua), em parceria com a Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

A bacia do Tarumã-Açu, área de concentração do projeto, está localizada na região central da Amazônia, em uma posição de transição entre espaços rurais e urbanos que vêm sofrendo um processo de degradação ao longo dos últimos anos em decorrência da expansão urbana e ocupação desordenada provocada por condomínios residenciais, invasões e o complexo turístico, onde estão instalados diversos flutuantes que ocupam o espelho d´água.

Para o reitor da UEA, Prof. Dr. André Zogahib, o projeto é de grande importância, pois preserva a saúde das bacias da região amazônica.

“Esses estudos vêm sendo realizados de forma extremamente profissional e cuidadosa. São materiais valiosos sobre a saúde da bacia do Tarumã-Açu que, com certeza, servirão de base para os próximos passos no que se diz à conservação de nossas águas”, disse.

Segundo a coordenadora do projeto, Prof.ª Dra. Maria da Glória Gonçalves de Melo, o objetivo principal dos estudos é avaliar o estado de conservação das Áreas de Preservação Permanentes (APP), dando suporte ao plano da bacia do Tarumã.

“Vamos mapear os usos e a cobertura da terra nessa bacia, analisar a fragmentação da vegetação ripária da rede hidrográfica e acompanhar o ciclo reprodutivo das espécies, em uma série sazonal. Já temos dois acadêmicos orientados que estão acompanhando o ciclo reprodutivo das espécies dessa vegetação de mata ciliar. Além disso, vamos produzir mudas de espécies nativas e áreas demonstrativas de restauração”, enfatizou.


Leia mais:

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O planejamento das atividades busca, também, avaliar o impacto do uso e da cobertura da terra e fragmentação da vegetação na qualidade da água. Acadêmicos realizam coletas em diversos pontos da bacia, possibilitando dissertações sobre esses trabalhos. Ao fim do projeto, será produzido um relatório geral sobre a situação da preservação das áreas analisadas.

As atividades são realizadas a partir do mestrado de Rede Nacional em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos, que visa proporcionar formação teórica e prática aos profissionais e pesquisadores da área de recursos hídricos.

A equipe do projeto é composta por Maria da Glória Gonçalves de Melo, Flávio Wachholz, Maria Astrid Rocha Liberato, Ieda Hortêncio Batista, Carlossandro Carvalho de Albuquerque, Ângela Maria da Silva Mendes, Ângela Imakawa e Fábio Breuing.

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A Universidade do Estado do Amazonas (UEA) tem realizado mapeamento de florestas ripárias desflorestadas ilegalmente por meio do projeto “Vegetação ripária da Bacia do Tarumã-Açu, Manaus, AM: Fenologia, fragmentação, recursos hídricos e plantios”. Os estudos do projeto têm por objetivo restaurar e preservar a vegetação da região amazônica.

Os estudos são promovidos pelo Programa de Mestrado Profissional em Rede Nacional em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos (ProfÁgua), em parceria com a Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

A bacia do Tarumã-Açu, área de concentração do projeto, está localizada na região central da Amazônia, em uma posição de transição entre espaços rurais e urbanos que vêm sofrendo um processo de degradação ao longo dos últimos anos em decorrência da expansão urbana e ocupação desordenada provocada por condomínios residenciais, invasões e o complexo turístico, onde estão instalados diversos flutuantes que ocupam o espelho d´água.

Para o reitor da UEA, Prof. Dr. André Zogahib, o projeto é de grande importância, pois preserva a saúde das bacias da região amazônica.

“Esses estudos vêm sendo realizados de forma extremamente profissional e cuidadosa. São materiais valiosos sobre a saúde da bacia do Tarumã-Açu que, com certeza, servirão de base para os próximos passos no que se diz à conservação de nossas águas”, disse.

Segundo a coordenadora do projeto, Prof.ª Dra. Maria da Glória Gonçalves de Melo, o objetivo principal dos estudos é avaliar o estado de conservação das Áreas de Preservação Permanentes (APP), dando suporte ao plano da bacia do Tarumã.

“Vamos mapear os usos e a cobertura da terra nessa bacia, analisar a fragmentação da vegetação ripária da rede hidrográfica e acompanhar o ciclo reprodutivo das espécies, em uma série sazonal. Já temos dois acadêmicos orientados que estão acompanhando o ciclo reprodutivo das espécies dessa vegetação de mata ciliar. Além disso, vamos produzir mudas de espécies nativas e áreas demonstrativas de restauração”, enfatizou.


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A equipe do projeto é composta por Maria da Glória Gonçalves de Melo, Flávio Wachholz, Maria Astrid Rocha Liberato, Ieda Hortêncio Batista, Carlossandro Carvalho de Albuquerque, Ângela Maria da Silva Mendes, Ângela Imakawa e Fábio Breuing.

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