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Resultado do 66º Festival Folclórico do Amazonas consagra os campeões; confira

Na tarde e noite de terça-feira (30/07), ocorreu a apuração das notas do 66º Festival Folclórico do Amazonas – Categoria Ouro, realizado entre os dias 13 e 24 de julho no Centro Cultural Povos da Amazônia, zona sul de Manaus. O evento, realizado pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, reuniu um público recorde de mais de 100 mil pessoas, consolidando-se como um dos maiores festivais culturais do estado.

A assessora do Departamento de Eventos da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, Beatriz Brilhante, destacou o sucesso do festival: “Esse ano a gente conseguiu ter um público rotativo de mais de 100 mil pessoas, foi um recorde na história”, comemorou.

“Conseguimos também unificar os bois, que antigamente eram divididos nas categorias Master A e Master B de bois-bumbás de Manaus, o que também obteve uma avaliação muito boa deles. Tivemos vários momentos históricos este ano”, afirmou.


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Resultados das Categorias

A Quadrilha Caipira na Roça venceu com 179,9 pontos a categoria Quadrilha Tradicional. A apresentação destacou a saga de Pedro Malasarte, personagem que ao chegar no Brasil, transformou-se em uma figura semelhante a Robin Hood.

Marcio Caipira, vice-presidente da quadrilha, comemorou: “A gente está muito feliz, porque a gente enfrentou diversas barreiras para conquistar esse título esse ano, mas graças a Deus a Caipira superou tanto as barreiras extras como também dentro da arena, conseguiu superar e mostrar um lindo trabalho”, declarou.

Ciranda

Já a Ciranda do Binha venceu com 259,8 pontos sua  categoria. A Ciranda  explorou a formação de círculos através das civilizações. Lucas Felipe, diretor da ciranda, destacou: “É um sentimento muito gratificante. 14 anos depois – o nosso último título foi lá em 2010 – consegui levar esse troféu para a galera do Santo Agostinho”.

Dança Nordestina

A Dança Nordestina Cabras de Lampião venceu com 219,7 pontos. A dança apresentou a história de Pernambuco em cores e coreografias. Pedro Vilhena, presidente, afirmou: “Esse título aqui é muito importante para a gente, que a gente vem lutando há cinco anos para conseguir. A gente já bateu três vezes na trave, vice, vice, vice, até que enfim, com a graça de Deus, a gente conseguiu”, comemorou.

Dança Internacional

O grupo Caxemira, que concorria na categoria dança internacional, venceu com 120 pontos. Na arena o grupo apresentou o espetáculo “Padmavati e o Velho de Fogo por Amor e Honra”, que consagrou a vitória do grupo com o tetracampeonato na categoria Ouro. Ismael Monteiro, coordenador, celebrou: “Nesses 20 anos de História da Caxemira, o título é a consagração de todo o trabalho que a gente vem realizando nessas duas décadas.”

Cacetinho e Povos Indígenas

Na categoria Cacetinho, a dança Baniwa venceu com 259,4 pontos, apresentando o tema “Tribos: Um grito pela resistência tribal”. Entre os Povos Indígenas, Maués conquistou a vitória com 236,7 pontos, sob a orientação do professor de dança Will Oliveira.

Quadrilha alternativa e Dança do Café

Na Quadrilha Alternativa, Furacão Mistura de Ritmos triunfou com 199,7 pontos, sob a presidência de Thauir André. A Dança do Café foi vencida pelo Café do Ajuricaba com 200 pontos, presidido por Anderson Freitas.

Dança Regional e Quadrilha Cômica

O Grupo Serafina garantiu a vitória na Dança Regional com 219,3 pontos, marcando o bicampeonato do grupo liderado por Matita Pereira. Na Quadrilha Cômica, a Folia e Fuleragem alcançou 219,5 pontos com o tema “Planeta Xuxa”, conquistando seu primeiro título na Categoria Ouro sob a direção de Naian Nascimento.

Quadrilha de Duelo e Dança Afro

Na Quadrilha de Duelo, Os Intocáveis na Roça venceram com 199,4 pontos, liderados pelo presidente Miguel Calvancante. A Dança Afro foi vencida pelo Candomblé Afro com 180 pontos, sob a vice-presidência de Leonardo Rodrigues Cajado.

Garrote Regional e Garrote Tradicional

O Garrote Regional foi sagrado campeão pelo grupo Estrelinha, liderado pelo presidente Francisco Soares, enquanto o Garrote Tradicional teve como vencedor o Brilho do Campo, com 760,5 pontos, sob a presidência de Valdenilson Marques.

O 66º Festival Folclórico do Amazonas mais uma vez destacou a riqueza cultural e a diversidade de tradições folclóricas do estado, celebrando os talentos e a dedicação dos participantes em cada categoria.

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Na tarde e noite de terça-feira (30/07), ocorreu a apuração das notas do 66º Festival Folclórico do Amazonas – Categoria Ouro, realizado entre os dias 13 e 24 de julho no Centro Cultural Povos da Amazônia, zona sul de Manaus. O evento, realizado pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, reuniu um público recorde de mais de 100 mil pessoas, consolidando-se como um dos maiores festivais culturais do estado.

A assessora do Departamento de Eventos da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, Beatriz Brilhante, destacou o sucesso do festival: “Esse ano a gente conseguiu ter um público rotativo de mais de 100 mil pessoas, foi um recorde na história”, comemorou.

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Marcio Caipira, vice-presidente da quadrilha, comemorou: “A gente está muito feliz, porque a gente enfrentou diversas barreiras para conquistar esse título esse ano, mas graças a Deus a Caipira superou tanto as barreiras extras como também dentro da arena, conseguiu superar e mostrar um lindo trabalho”, declarou.

Ciranda

Já a Ciranda do Binha venceu com 259,8 pontos sua  categoria. A Ciranda  explorou a formação de círculos através das civilizações. Lucas Felipe, diretor da ciranda, destacou: “É um sentimento muito gratificante. 14 anos depois – o nosso último título foi lá em 2010 – consegui levar esse troféu para a galera do Santo Agostinho”.

Dança Nordestina

A Dança Nordestina Cabras de Lampião venceu com 219,7 pontos. A dança apresentou a história de Pernambuco em cores e coreografias. Pedro Vilhena, presidente, afirmou: “Esse título aqui é muito importante para a gente, que a gente vem lutando há cinco anos para conseguir. A gente já bateu três vezes na trave, vice, vice, vice, até que enfim, com a graça de Deus, a gente conseguiu”, comemorou.

Dança Internacional

O grupo Caxemira, que concorria na categoria dança internacional, venceu com 120 pontos. Na arena o grupo apresentou o espetáculo “Padmavati e o Velho de Fogo por Amor e Honra”, que consagrou a vitória do grupo com o tetracampeonato na categoria Ouro. Ismael Monteiro, coordenador, celebrou: “Nesses 20 anos de História da Caxemira, o título é a consagração de todo o trabalho que a gente vem realizando nessas duas décadas.”

Cacetinho e Povos Indígenas

Na categoria Cacetinho, a dança Baniwa venceu com 259,4 pontos, apresentando o tema “Tribos: Um grito pela resistência tribal”. Entre os Povos Indígenas, Maués conquistou a vitória com 236,7 pontos, sob a orientação do professor de dança Will Oliveira.

Quadrilha alternativa e Dança do Café

Na Quadrilha Alternativa, Furacão Mistura de Ritmos triunfou com 199,7 pontos, sob a presidência de Thauir André. A Dança do Café foi vencida pelo Café do Ajuricaba com 200 pontos, presidido por Anderson Freitas.

Dança Regional e Quadrilha Cômica

O Grupo Serafina garantiu a vitória na Dança Regional com 219,3 pontos, marcando o bicampeonato do grupo liderado por Matita Pereira. Na Quadrilha Cômica, a Folia e Fuleragem alcançou 219,5 pontos com o tema “Planeta Xuxa”, conquistando seu primeiro título na Categoria Ouro sob a direção de Naian Nascimento.

Quadrilha de Duelo e Dança Afro

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Garrote Regional e Garrote Tradicional

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