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Réveillon: conheça as diferentes tradições e pratos que marcam a virada do ano ao redor do mundo

O Réveillon no Brasil é marcado por diversas festas e por uma grande variedade de comidas e bebidas. Para muitos, o momento mais esperado é a contagem regressiva para a virada do ano, quando o espumante é estourado, os brindes são feitos e já começam as expectativas sobre o tradicional e famoso R.O. de 1º de janeiro. Mas como a chegada do Ano-Novo é celebrada no resto do mundo? O que as pessoas comem, bebem, vestem e onde passam a virada em diferentes culturas?

Na Europa, especialmente em países mais tradicionais e com populações envelhecidas, as celebrações costumam ser mais tranquilas e repletas de rituais transmitidos de geração em geração. Na Itália, por exemplo, a virada do ano é marcada por superstições. Muitas famílias vestem roupas íntimas vermelhas para atrair sorte e prosperidade. À mesa, é comum o consumo de lentilhas, símbolo de dinheiro e abundância, geralmente acompanhadas de embutidos como o cotechino. À meia-noite, fogos de artifício e brindes com espumante completam a celebração.

 

Cotechino com lentilhas, tradicional na ceia italiana
Cotechino com lentilhas, tradicional na ceia italiana

Na França, o Réveillon, conhecido como La Saint-Sylvestre, costuma ser elegante e intimista. Jantares longos com pratos sofisticados, frutos do mar, ostras, queijos e champanhe são comuns. Em Paris, muita gente se reúne na Champs-Élysées para assistir à queima de fogos e celebrar ao ar livre.

Champagne
Ao ar livre, na Champs Elisees, fa verdadeira Champagne é a bebida oficial

A Espanha mantém uma das tradições mais curiosas e muito parecidas com algumas famílias brasileiras: comer doze uvas, uma a cada badalada da meia-noite, para garantir sorte nos doze meses do ano seguinte. Praças e ruas ficam lotadas, especialmente em Madri, na Puerta del Sol. Após a virada, a festa segue madrugada adentro regada a vinhos e muita cerveja.

Já na Alemanha, o Réveillon, conhecido como Silvester, é marcado por fogos intensos, festas em casa e encontros entre amigos. Também é comum a prática do Bleigießen, um ritual em que o chumbo é derretido para prever o futuro. À mesa, predominam pratos simples, como salsichas e raclette, além de muita cerveja, servida em copos que podem chegar a até um litro. Outro item tradicional é o Eisbein, bastante conhecido entre os amazonenses: o joelho de porco, geralmente assado e servido com batatas e chucrute, o clássico repolho fermentado.

 


Saiba mais:

As diferentes faces de um produto obrigatório na ceia de Natal dos amazonenses

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O ano novo na Ásia é um ritual

No Japão, a virada do ano é mais espiritual do que festiva. O Réveillon, chamado Oshōgatsu, envolve limpeza da casa, visitas a templos e refeições simbólicas. Um dos pratos tradicionais é o toshikoshi soba, macarrão longo que representa longevidade e passagem para um novo ciclo.

Na China, o Réveillon do calendário ocidental não tem grande relevância cultural e os chineses dormem tranquilamente a espera de um novo dia de trabalho em primeiro de janeiro. A principal celebração deles, contudo, ocorre no Ano Novo Lunar, geralmente entre janeiro e fevereiro, com festas em família, rituais de prosperidade, fogos, danças e pratos simbólicos que representam sorte, saúde e riqueza.

Os primeiros a verem o ano novo

Os países da Oceania, pelos padrões ocidentais, estão entre os primeiros a receber o Ano-Novo e, por conta do espírito bem-humorado dos brasileiros, já viraram até meme na internet: “na Austrália o Vasco já é campeão carioca”, brincam torcedores, em referência ao fuso horário.

Na Austrália, o Réveillon acontece em pleno verão. As comemorações são ao ar livre, com piqueniques, churrascos, praias cheias e grandes shows. A queima de fogos em Sydney é uma das mais famosas do mundo e atrai milhares de pessoas. Cervejas e comidas rápidas costumam marcar o cardápio dos australianos.

A Nova Zelândia também celebra a virada com eventos ao ar livre, festivais de música e encontros nas praias. Por estar entre os primeiros países a receber o Ano-Novo, o momento tem forte apelo simbólico e turístico.

Estados Unidos

Nos Estados Unidos, o Réveillon é identificado com os grandes eventos públicos e festas privadas. O símbolo máximo é a descida da bola luminosa na Times Square, em Nova York, acompanhada por milhões de pessoas ao vivo e pela televisão.

Jantares, festas temáticas e brindes à meia-noite fazem parte da tradição, com destaque para espumantes e pratos variados, conforme a região.

Times Square cheia para a chegada do ano novo.

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O Réveillon no Brasil é marcado por diversas festas e por uma grande variedade de comidas e bebidas. Para muitos, o momento mais esperado é a contagem regressiva para a virada do ano, quando o espumante é estourado, os brindes são feitos e já começam as expectativas sobre o tradicional e famoso R.O. de 1º de janeiro. Mas como a chegada do Ano-Novo é celebrada no resto do mundo? O que as pessoas comem, bebem, vestem e onde passam a virada em diferentes culturas?

Na Europa, especialmente em países mais tradicionais e com populações envelhecidas, as celebrações costumam ser mais tranquilas e repletas de rituais transmitidos de geração em geração. Na Itália, por exemplo, a virada do ano é marcada por superstições. Muitas famílias vestem roupas íntimas vermelhas para atrair sorte e prosperidade. À mesa, é comum o consumo de lentilhas, símbolo de dinheiro e abundância, geralmente acompanhadas de embutidos como o cotechino. À meia-noite, fogos de artifício e brindes com espumante completam a celebração.

 

Cotechino com lentilhas, tradicional na ceia italiana
Cotechino com lentilhas, tradicional na ceia italiana

Na França, o Réveillon, conhecido como La Saint-Sylvestre, costuma ser elegante e intimista. Jantares longos com pratos sofisticados, frutos do mar, ostras, queijos e champanhe são comuns. Em Paris, muita gente se reúne na Champs-Élysées para assistir à queima de fogos e celebrar ao ar livre.

Champagne
Ao ar livre, na Champs Elisees, fa verdadeira Champagne é a bebida oficial

A Espanha mantém uma das tradições mais curiosas e muito parecidas com algumas famílias brasileiras: comer doze uvas, uma a cada badalada da meia-noite, para garantir sorte nos doze meses do ano seguinte. Praças e ruas ficam lotadas, especialmente em Madri, na Puerta del Sol. Após a virada, a festa segue madrugada adentro regada a vinhos e muita cerveja.

Já na Alemanha, o Réveillon, conhecido como Silvester, é marcado por fogos intensos, festas em casa e encontros entre amigos. Também é comum a prática do Bleigießen, um ritual em que o chumbo é derretido para prever o futuro. À mesa, predominam pratos simples, como salsichas e raclette, além de muita cerveja, servida em copos que podem chegar a até um litro. Outro item tradicional é o Eisbein, bastante conhecido entre os amazonenses: o joelho de porco, geralmente assado e servido com batatas e chucrute, o clássico repolho fermentado.

 


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Na China, o Réveillon do calendário ocidental não tem grande relevância cultural e os chineses dormem tranquilamente a espera de um novo dia de trabalho em primeiro de janeiro. A principal celebração deles, contudo, ocorre no Ano Novo Lunar, geralmente entre janeiro e fevereiro, com festas em família, rituais de prosperidade, fogos, danças e pratos simbólicos que representam sorte, saúde e riqueza.

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Na Austrália, o Réveillon acontece em pleno verão. As comemorações são ao ar livre, com piqueniques, churrascos, praias cheias e grandes shows. A queima de fogos em Sydney é uma das mais famosas do mundo e atrai milhares de pessoas. Cervejas e comidas rápidas costumam marcar o cardápio dos australianos.

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Estados Unidos

Nos Estados Unidos, o Réveillon é identificado com os grandes eventos públicos e festas privadas. O símbolo máximo é a descida da bola luminosa na Times Square, em Nova York, acompanhada por milhões de pessoas ao vivo e pela televisão.

Jantares, festas temáticas e brindes à meia-noite fazem parte da tradição, com destaque para espumantes e pratos variados, conforme a região.

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