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Saiba como ter acesso a medicamentos de alto custo através do SUS; Veja a lista de locais em Manaus

Na rede estadual de Saúde, o Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (Ceaf) oferece 16 farmácias descentralizadas.

Em todo o Amazonas, 24 mil pessoas são beneficiadas com o fornecimento de medicamentos de alto custo por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Na rede estadual de Saúde, o Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (Ceaf) oferece 16 farmácias descentralizadas.

Em junho deste ano, serão 17. Entre os medicamentos disponíveis nas farmácias, existem alguns específicos para o tratamento de doenças crônico-degenerativas e para enfermidades consideradas raras. Veja abaixo a lista de locais

A logística e distribuição dos medicamentos para as farmácias descentralizadas é feita pela Central de Medicamentos do Amazonas (Cema). Já o aporte financeiro é realizado através do Ministério da Saúde (MS), e do Governo do Amazonas, pela Secretaria de Estado de Saúde (SES). Os medicamentos de alto custo variam entre R$ 30 mil a R$ 500 mil.

Esses medicamentos, conforme explica a secretária de Estado de Saúde, Nayara Maksoud, não são disponibilizados na Atenção Básica e muitos não são encontrados em farmácias comuns. Alguns medicamentos estabilizam a saúde do paciente e impedem agravamentos e avanço de doenças.

“Esses medicamentos são desenvolvidos para tratar doenças graves e crônicas, como as autoimunes, imunossupressão para transplantes, entre outras. O acesso a esses medicamentos contribui, inclusive, para a redução de internações hospitalares e complicações decorrentes da enfermidade, impactando positivamente também no sistema de saúde como um todo”, observou a secretária.

No ano de 2019 foram atendidos 12,5 mil pacientes, já neste ano foram registrados 24 mil.


LEIA MAIS:

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Acesso aos medicamentos

Para o paciente ter acesso a medicamentos de alto custo relacionados pelo Ceaf, é preciso seguir os protocolos exigidos pelo MS e apresentar os documentos necessários. O paciente precisa estar com Laudo de Solicitação, Avaliação e Autorização (LME), receita, laudo e exames que comprovem a sua doença. Com esses documentos em mãos, vai realizar o cadastro em uma das farmácias descentralizadas da rede estadual de saúde, na capital e interior. No ato do cadastro, é feita uma avaliação da documentação.

Os medicamentos do Ceaf são divididos em dois grupos: o 1, que é financiado com recursos do Ministério da Saúde; e o 2, que é viabilizado pelo Estado.

Os medicamentos de alto custo são armazenados na Cema, que cuida de toda a logística de distribuição às farmácias descentralizadas, de forma a fazer chegar os produtos para locais mais próximos e de fácil acesso da população.

Pontos de atendimento das farmácias descentralizadas

  • Centro de Atenção à Criança (CAIC) Alberto Carreira – Compensa
  • CAIC Dra Maria Helena Freitas – Novo Israel
  • CAIC Afrânio Soares – Parque 10
  • Centro de Atenção à Melhor Idade (CAIMI) Ada Rodrigues Viana – Avenida Brasil – Compensa
  • CAIMI Paulo Cesar de Araújo Lima – estão sendo atendidos no Ceaf, na Cema – Praça 14
  • Fundação Cecon – Planalto
  • Fundação Alfredo da Matta – Cachoeirinha
  • Fundação Hemoam – Constantino Nery
  • Hospital Infantil Dr. Fajardo – Avenida Joaquim Nabuco, Centro
  • Hospital da Criança da Zona Oeste – Avenida Brasil – Compensa
  • Instituto da Criança (ICAM) – Cachoeirinha
  • Policlínica Codajás – Avenida Codajás – Cachoeirinha
  • Policlínica de Gerontologia Darlinda Esteves (FUnaTi) – Avenida Brasil – Compensa
  • Policlínica Gilberto Mestrinho – Avenida Getúlio Vargas – Centro
  • Hospital Delphina Aziz – Avenida Torquato Tapajós – Colônia Terra Nova
  • Hospital Adriano Jorge – Avenida Carvalho Leal – Cachoeirinha
  • Policlínica Zeno Lanzini – Tancredo Neves
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Em todo o Amazonas, 24 mil pessoas são beneficiadas com o fornecimento de medicamentos de alto custo por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Na rede estadual de Saúde, o Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (Ceaf) oferece 16 farmácias descentralizadas.

Em junho deste ano, serão 17. Entre os medicamentos disponíveis nas farmácias, existem alguns específicos para o tratamento de doenças crônico-degenerativas e para enfermidades consideradas raras. Veja abaixo a lista de locais

A logística e distribuição dos medicamentos para as farmácias descentralizadas é feita pela Central de Medicamentos do Amazonas (Cema). Já o aporte financeiro é realizado através do Ministério da Saúde (MS), e do Governo do Amazonas, pela Secretaria de Estado de Saúde (SES). Os medicamentos de alto custo variam entre R$ 30 mil a R$ 500 mil.

Esses medicamentos, conforme explica a secretária de Estado de Saúde, Nayara Maksoud, não são disponibilizados na Atenção Básica e muitos não são encontrados em farmácias comuns. Alguns medicamentos estabilizam a saúde do paciente e impedem agravamentos e avanço de doenças.

“Esses medicamentos são desenvolvidos para tratar doenças graves e crônicas, como as autoimunes, imunossupressão para transplantes, entre outras. O acesso a esses medicamentos contribui, inclusive, para a redução de internações hospitalares e complicações decorrentes da enfermidade, impactando positivamente também no sistema de saúde como um todo”, observou a secretária.

No ano de 2019 foram atendidos 12,5 mil pacientes, já neste ano foram registrados 24 mil.


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Acesso aos medicamentos

Para o paciente ter acesso a medicamentos de alto custo relacionados pelo Ceaf, é preciso seguir os protocolos exigidos pelo MS e apresentar os documentos necessários. O paciente precisa estar com Laudo de Solicitação, Avaliação e Autorização (LME), receita, laudo e exames que comprovem a sua doença. Com esses documentos em mãos, vai realizar o cadastro em uma das farmácias descentralizadas da rede estadual de saúde, na capital e interior. No ato do cadastro, é feita uma avaliação da documentação.

Os medicamentos do Ceaf são divididos em dois grupos: o 1, que é financiado com recursos do Ministério da Saúde; e o 2, que é viabilizado pelo Estado.

Os medicamentos de alto custo são armazenados na Cema, que cuida de toda a logística de distribuição às farmácias descentralizadas, de forma a fazer chegar os produtos para locais mais próximos e de fácil acesso da população.

Pontos de atendimento das farmácias descentralizadas

  • Centro de Atenção à Criança (CAIC) Alberto Carreira – Compensa
  • CAIC Dra Maria Helena Freitas – Novo Israel
  • CAIC Afrânio Soares – Parque 10
  • Centro de Atenção à Melhor Idade (CAIMI) Ada Rodrigues Viana – Avenida Brasil – Compensa
  • CAIMI Paulo Cesar de Araújo Lima – estão sendo atendidos no Ceaf, na Cema – Praça 14
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