Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

TCE-AM determina devolução de R$ 562 mil por irregularidades em contratos de transporte escolar em Humaitá

O Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) determinou, nesta terça-feira (11/2), que o ex-prefeito de Humaitá, Herivâneo Vieira de Oliveira, e a empresa JCA de Oliveira e CIA LTDA devolvam aos cofres públicos a quantia de R$ 562,2 mil, em decorrência de irregularidades cometidas na contratação de serviços de transporte escolar em 2019. A decisão foi unânime e ocorreu durante a 2ª Sessão Ordinária do Tribunal Pleno.

A medida ocorre após uma denúncia formalizada na Ouvidoria do Corte de Contas, que apontou falhas na execução dos serviços prestados por meio de seis contratos firmados pela Secretaria Municipal de Educação com a empresa contratada. Esses contratos foram realizados por meio de dispensa de licitação, o que já levantou questionamentos sobre a legalidade e a transparência no processo de contratação.

O TCE-AM, destacou que uma auditoria realizada pela Diretoria de Controle Externo (DILCON) constatou que não houve comprovação da execução dos serviços de transporte escolar previstos nos contratos. A falta de documentação e de justificativas claras para a execução das atividades levou à conclusão de que os serviços contratados não foram devidamente prestados.


Leia mais:

VÍDEOS: MP investiga prefeitura de Manacapuru por falta de medidas após deslizamento no porto de Terra Preta

TCE-AM dá cinco dias para CMM explicar contrato milionário sem licitação


Durante o processo, tanto o ex-prefeito Herivâneo Vieira de Oliveira quanto José Clailton Alves de Oliveira, representante da empresa JCA de Oliveira e CIA LTDA, não apresentaram defesa, o que fez com que o julgamento acontecesse à revelação. Diante disso, o conselheiro Mário de Mello determinou que ambos sejam responsabilizados pela devolução do valor irregularmente gasto, além de multar o ex-prefeito em R$ 10 mil.

A decisão do TCE-AM implica que Herivâneo Vieira de Oliveira e José Clailton Alves de Oliveira tenham um prazo de 30 dias para pagar os valores certos ou requerer da sentença. Caso não efetuem o pagamento ou não apresentem justificativas plausíveis para as irregularidades, os responsáveis ​​poderão sofrer sanções adicionais.

Essa determinação do Tribunal de Contas evidencia a necessidade de transparência nas contratações feitas pelos gestores municipais. Serve de alerta para que os administradores cumpram rigorosamente as normas previstas na legislação, especialmente em processos de contratação que envolvam dinheiro público.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

O Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) determinou, nesta terça-feira (11/2), que o ex-prefeito de Humaitá, Herivâneo Vieira de Oliveira, e a empresa JCA de Oliveira e CIA LTDA devolvam aos cofres públicos a quantia de R$ 562,2 mil, em decorrência de irregularidades cometidas na contratação de serviços de transporte escolar em 2019. A decisão foi unânime e ocorreu durante a 2ª Sessão Ordinária do Tribunal Pleno.

A medida ocorre após uma denúncia formalizada na Ouvidoria do Corte de Contas, que apontou falhas na execução dos serviços prestados por meio de seis contratos firmados pela Secretaria Municipal de Educação com a empresa contratada. Esses contratos foram realizados por meio de dispensa de licitação, o que já levantou questionamentos sobre a legalidade e a transparência no processo de contratação.

O TCE-AM, destacou que uma auditoria realizada pela Diretoria de Controle Externo (DILCON) constatou que não houve comprovação da execução dos serviços de transporte escolar previstos nos contratos. A falta de documentação e de justificativas claras para a execução das atividades levou à conclusão de que os serviços contratados não foram devidamente prestados.


Leia mais:

VÍDEOS: MP investiga prefeitura de Manacapuru por falta de medidas após deslizamento no porto de Terra Preta

TCE-AM dá cinco dias para CMM explicar contrato milionário sem licitação


Durante o processo, tanto o ex-prefeito Herivâneo Vieira de Oliveira quanto José Clailton Alves de Oliveira, representante da empresa JCA de Oliveira e CIA LTDA, não apresentaram defesa, o que fez com que o julgamento acontecesse à revelação. Diante disso, o conselheiro Mário de Mello determinou que ambos sejam responsabilizados pela devolução do valor irregularmente gasto, além de multar o ex-prefeito em R$ 10 mil.

A decisão do TCE-AM implica que Herivâneo Vieira de Oliveira e José Clailton Alves de Oliveira tenham um prazo de 30 dias para pagar os valores certos ou requerer da sentença. Caso não efetuem o pagamento ou não apresentem justificativas plausíveis para as irregularidades, os responsáveis ​​poderão sofrer sanções adicionais.

Essa determinação do Tribunal de Contas evidencia a necessidade de transparência nas contratações feitas pelos gestores municipais. Serve de alerta para que os administradores cumpram rigorosamente as normas previstas na legislação, especialmente em processos de contratação que envolvam dinheiro público.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Por que a fumaça piora no amanhecer? Defesa Civil explica o fenômeno em Manaus

Quem acorda em Manaus nos últimos dias tem encontrado o céu tomado pela fumaça e uma qualidade do ar ainda mais prejudicada durante as...

Fumaça deixa ar de Manaus mais de duas vezes acima do limite da OMS

A qualidade do ar em Manaus está mais de duas vezes acima do nível recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para a concentração...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Fumaça aperta em Manaus e CEMOA alerta para cuidados com a saúde

Durante períodos de fumaça intensa em Manaus, a população deve redobrar os cuidados para reduzir a exposição ao material particulado presente no ar. A...

INMET alerta para chuvas intensas no Amazonas nesta sexta-feira (25)

O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu dois avisos consecutivos de chuvas intensas com grau de severidade "Perigo Potencial" para o Amazonas, com validade...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Planos de saúde não podem negar ECT apenas por falta no rol da ANS, diz Justiça

A Justiça do Amazonas decidiu que planos de saúde não podem negar a eletroconvulsoterapia, conhecida como ECT, apenas com o argumento de que o...

Fiocruz abre 21 vagas de mestrado em Manaus; inscrições seguem até outubro

A Fiocruz Amazônia abriu 21 vagas para o curso de Mestrado Acadêmico do Programa de Pós-Graduação em Condições de Vida e Situações de Saúde...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Por que a fumaça piora no amanhecer? Defesa Civil explica o fenômeno em Manaus

Quem acorda em Manaus nos últimos dias tem encontrado o céu tomado pela fumaça e uma qualidade do ar ainda mais prejudicada durante as...

Fumaça deixa ar de Manaus mais de duas vezes acima do limite da OMS

A qualidade do ar em Manaus está mais de duas vezes acima do nível recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para a concentração...

Fumaça aperta em Manaus e CEMOA alerta para cuidados com a saúde

Durante períodos de fumaça intensa em Manaus, a população deve redobrar os cuidados para reduzir a exposição ao material particulado presente no ar. A...

INMET alerta para chuvas intensas no Amazonas nesta sexta-feira (25)

O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu dois avisos consecutivos de chuvas intensas com grau de severidade "Perigo Potencial" para o Amazonas, com validade...

Planos de saúde não podem negar ECT apenas por falta no rol da ANS, diz Justiça

A Justiça do Amazonas decidiu que planos de saúde não podem negar a eletroconvulsoterapia, conhecida como ECT, apenas com o argumento de que o...

Fiocruz abre 21 vagas de mestrado em Manaus; inscrições seguem até outubro

A Fiocruz Amazônia abriu 21 vagas para o curso de Mestrado Acadêmico do Programa de Pós-Graduação em Condições de Vida e Situações de Saúde...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]