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Instituto Albert Einstein alinha soluções tecnológicas para o AM

Alavancar os setores de prospecção de biofármacos aplicados à saúde humana, além da telemedicina e do desenvolvimento de soluções tecnológicas em saúde off-line para levar atendimento de qualidade a cada ponto mais distante do Amazonas, foram algumas das contribuições que o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti), apresentou para o Instituto Albert Einstein, em reunião nesta quarta-feira (07/12).

“Propomos essa reunião para que possamos ter um alinhamento e, também, auxiliar a chegada do Instituto, que está em processo de instalação em Manaus. Nossa ideia foi apresentar os principais desafios da região e poder colaborar com o Instituto Albert Einstein”, apontou o chefe do Departamento de Extensão Tecnológica e Inovação da Secretaria Executiva de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) da Sedecti, Vitor Hugo Schunemann.

A reunião ocorreu na sede da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) – órgão que coordenou o encontro -, e contou, também, com representantes das secretarias de Saúde do Amazonas (SES-AM), de Manaus (Semsa) e, também, de Ariquemes (RO) em formato virtual.

Para Schunemann, a chegada do Instituto Albert Einstein será um grande marco para o Amazonas no desenvolvimento de tecnologia e inovação:

“dada a tamanha expertise que o Instituto (Albert Einstein) possui no Brasil e, já conta, inclusive, com expertise em alguns municípios daqui do Amazonas. Estamos realmente muito animados com a chegada deles aqui em Manaus”, sinalizou Vitor.

Também pela Sedecti, participaram da reunião, o chefe do Departamento de Atração de Investimentos e Comércio Exterior da Secretaria Executiva de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Jeibi Medeiros; e do Departamento de Políticas de Inovação Industrial da Secti, Victor Hugo Ferreira Andrade.

Leia mais:

Manaus firma compromisso com Unicef para proteção de crianças e adolescentes

Grandes projetos para a saúde

A gerente de Parcerias e Operações da Diretoria de Inovação do Instituto Albert Einstein, Denise Rahal, resumiu a reunião como “bastante rica e com alguns insights sobre as necessidades em grandes linhas onde podemos atuar”.

“Aqui estavam os órgãos chaves para que possamos começar a trazer esse projeto do Instituto Einstein para a região. A previsão é de que o Instituto comece a operar em março de 2023, com quatro grandes projetos para o Amazonas”, revelou Rahal.

Segundo Denise, os quatro grandes projetos que devem ser desenvolvidos no Amazonas e região, envolvem: “Questões das doenças tropicais voltadas para a leishmaniose; questões que foram elencadas pela Suframa sobre a mortalidade materna; questões específicas sobre prontuário eletrônico (também mencionada na Suframa); e o quarto grande projeto ainda é confidencial, por se tratar de algo futuro e mais amplo”, explicou a gerente.

Diante dos desafios impostos pela região de características continentais que é o Estado do Amazonas, a representante do Instituto Albert Einstein disse não se assustar.

“A gente entende que existem algumas particularidades que não temos em São Paulo, mas não temos medo de conhecer e de criar essa solução para resolver”, afirmou Denise Rahal.

Além do contrato de cooperação já firmado com a Universidade do Estado do Amazonas (UEA), o Instituto Albert Einstein, segundo informou a gerente de Parcerias e Operações, tem intenção de firmar acordos com alguns hospitais de Manaus.

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Alavancar os setores de prospecção de biofármacos aplicados à saúde humana, além da telemedicina e do desenvolvimento de soluções tecnológicas em saúde off-line para levar atendimento de qualidade a cada ponto mais distante do Amazonas, foram algumas das contribuições que o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti), apresentou para o Instituto Albert Einstein, em reunião nesta quarta-feira (07/12).

“Propomos essa reunião para que possamos ter um alinhamento e, também, auxiliar a chegada do Instituto, que está em processo de instalação em Manaus. Nossa ideia foi apresentar os principais desafios da região e poder colaborar com o Instituto Albert Einstein”, apontou o chefe do Departamento de Extensão Tecnológica e Inovação da Secretaria Executiva de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) da Sedecti, Vitor Hugo Schunemann.

A reunião ocorreu na sede da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) – órgão que coordenou o encontro -, e contou, também, com representantes das secretarias de Saúde do Amazonas (SES-AM), de Manaus (Semsa) e, também, de Ariquemes (RO) em formato virtual.

Para Schunemann, a chegada do Instituto Albert Einstein será um grande marco para o Amazonas no desenvolvimento de tecnologia e inovação:

“dada a tamanha expertise que o Instituto (Albert Einstein) possui no Brasil e, já conta, inclusive, com expertise em alguns municípios daqui do Amazonas. Estamos realmente muito animados com a chegada deles aqui em Manaus”, sinalizou Vitor.

Também pela Sedecti, participaram da reunião, o chefe do Departamento de Atração de Investimentos e Comércio Exterior da Secretaria Executiva de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Jeibi Medeiros; e do Departamento de Políticas de Inovação Industrial da Secti, Victor Hugo Ferreira Andrade.

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A gerente de Parcerias e Operações da Diretoria de Inovação do Instituto Albert Einstein, Denise Rahal, resumiu a reunião como “bastante rica e com alguns insights sobre as necessidades em grandes linhas onde podemos atuar”.

“Aqui estavam os órgãos chaves para que possamos começar a trazer esse projeto do Instituto Einstein para a região. A previsão é de que o Instituto comece a operar em março de 2023, com quatro grandes projetos para o Amazonas”, revelou Rahal.

Segundo Denise, os quatro grandes projetos que devem ser desenvolvidos no Amazonas e região, envolvem: “Questões das doenças tropicais voltadas para a leishmaniose; questões que foram elencadas pela Suframa sobre a mortalidade materna; questões específicas sobre prontuário eletrônico (também mencionada na Suframa); e o quarto grande projeto ainda é confidencial, por se tratar de algo futuro e mais amplo”, explicou a gerente.

Diante dos desafios impostos pela região de características continentais que é o Estado do Amazonas, a representante do Instituto Albert Einstein disse não se assustar.

“A gente entende que existem algumas particularidades que não temos em São Paulo, mas não temos medo de conhecer e de criar essa solução para resolver”, afirmou Denise Rahal.

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