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Transporte escolar de Manaus pode entrar em greve por impasse trabalhista

Os trabalhadores do transporte escolar de Manaus podem paralisar as atividades nos próximos dias caso as negociações coletivas da categoria não avancem até quinta-feira (27). O comunicado foi feito pelo Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Especial, Turismo, Fretamento, Escolar e Locadoras de Veículos do Estado do Amazonas (Sindespecial-AM).

Segundo a entidade, as negociações para a celebração do instrumento coletivo de trabalho ainda não foram concluídas. O sindicato afirma que continua buscando um acordo, mas ainda não houve consenso sobre as reivindicações apresentadas pelos trabalhadores.

Uma eventual paralisação vai afetar o transporte escolar utilizado por estudantes das redes municipal e estadual de ensino, provocando impactos na rotina de alunos que dependem do serviço para chegar às escolas, principalmente de áreas rurais da cidade.

O Sindespecial-AM informou que comunicou previamente a secretaria responsável pelo serviço sobre a possibilidade de suspensão das atividades.


Leia mais

Greve do transporte especial chega ao fim com reajuste salarial

“Não tem mais por que se falar em greve”, diz Sindicato dos Rodoviários de Manaus


Negociações seguem até quinta-feira

Apesar do risco de paralisação, o sindicato afirma que permanece aberto ao diálogo e pretende continuar as negociações com o objetivo de evitar a interrupção do serviço. De acordo com a entidade, um avanço nas tratativas até quinta-feira (27) poderá impedir que os trabalhadores paralisem as atividades.

O presidente do Sindespecial, Josildo Oliveira, explicou em um vídeo publicado nas redes sociais que a negociação travou no percentual de reajuste ofertado pelos empresários, que segundo o sindicalista foi abaixo do esperado pela categoria.

“A negociação do aumento salarial da categoria de transporte escolar, não teve avanço nenhum. Portanto, é quase impossível não acontecer a greve. Esse é o ponto que vai chegar a greve. Não tem outro jeito, não tem outra solução, a vez que os empresários querem dar só 4% de reajuste.”

O sindicato não informou, até o momento, quais pontos específicos ainda estão pendentes na negociação, nem uma eventual duração da paralisação caso não haja acordo.

Confíra a nota na íntegra:

“O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Especial, Turismo, Fretamento, Escolar e Locadoras de Veículos do Estado do Amazonas (Sindespecial-AM) comunicou que os trabalhadores do transporte escolar de Manaus poderão paralisar as atividades nos próximos dias, caso as negociações coletivas da categoria não avancem. O sindicato tomou a decisão diante da falta de conclusão das tratativas para a celebração do instrumento coletivo de trabalho.

O Sindespecial-AM informa que mantém negociações para buscar um acordo, mas ainda não chegou a um consenso sobre as demandas da categoria. Caso os trabalhadores suspendam as atividades, a medida poderá afetar o transporte escolar da rede municipal e estadual de ensino e impactar os estudantes que utilizam o serviço.

O sindicato comunicou previamente a Secretaria responsável pelo serviço sobre a possibilidade de paralisação e mantém disposição para negociar. A entidade defende a continuidade do diálogo e afirma que um avanço nas tratativas até quinta-feira poderá evitar a realização da paralização”.

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Os trabalhadores do transporte escolar de Manaus podem paralisar as atividades nos próximos dias caso as negociações coletivas da categoria não avancem até quinta-feira (27). O comunicado foi feito pelo Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Especial, Turismo, Fretamento, Escolar e Locadoras de Veículos do Estado do Amazonas (Sindespecial-AM).

Segundo a entidade, as negociações para a celebração do instrumento coletivo de trabalho ainda não foram concluídas. O sindicato afirma que continua buscando um acordo, mas ainda não houve consenso sobre as reivindicações apresentadas pelos trabalhadores.

Uma eventual paralisação vai afetar o transporte escolar utilizado por estudantes das redes municipal e estadual de ensino, provocando impactos na rotina de alunos que dependem do serviço para chegar às escolas, principalmente de áreas rurais da cidade.

O Sindespecial-AM informou que comunicou previamente a secretaria responsável pelo serviço sobre a possibilidade de suspensão das atividades.


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O presidente do Sindespecial, Josildo Oliveira, explicou em um vídeo publicado nas redes sociais que a negociação travou no percentual de reajuste ofertado pelos empresários, que segundo o sindicalista foi abaixo do esperado pela categoria.

“A negociação do aumento salarial da categoria de transporte escolar, não teve avanço nenhum. Portanto, é quase impossível não acontecer a greve. Esse é o ponto que vai chegar a greve. Não tem outro jeito, não tem outra solução, a vez que os empresários querem dar só 4% de reajuste.”

O sindicato não informou, até o momento, quais pontos específicos ainda estão pendentes na negociação, nem uma eventual duração da paralisação caso não haja acordo.

Confíra a nota na íntegra:

“O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Especial, Turismo, Fretamento, Escolar e Locadoras de Veículos do Estado do Amazonas (Sindespecial-AM) comunicou que os trabalhadores do transporte escolar de Manaus poderão paralisar as atividades nos próximos dias, caso as negociações coletivas da categoria não avancem. O sindicato tomou a decisão diante da falta de conclusão das tratativas para a celebração do instrumento coletivo de trabalho.

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