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Uber é condenada a indenizar em R$ 10 mil passageira agredida por motorista em Manaus

Ação foi defendida e não cabe mais recurso

A Justiça condenou a plataforma Uber ao pagamento de R$ 10 mil por danos morais à uma passageira, após um episódio de agressão ocorrido em Manaus. O caso aconteceu em 3 de outubro de 2024, quando a vítima e sua mãe, de 86 anos, solicitaram uma corrida pelo aplicativo para se deslocarem ao Hospital Delphina Aziz.

Segundo o relato da passageira, a confusão começou após um pedido para que a motorista ligasse o ar-condicionado do veículo. Diante da recusa da condutora, a situação rapidamente escalou, resultando em agressões físicas. A motorista parou o carro na Avenida Joaquim Nabuco e ordenou que as passageiras descessem. Sentindo-se humilhada, a vítima bateu no vidro do veículo, momento em que a motorista desceu e iniciou uma série de agressões, incluindo tapas, empurrões e mordidas.

Durante o ataque, a vítima teve suas roupas rasgadas, o celular quebrado e sofreu diversas escoriações. Sua mãe, idosa e fisicamente vulnerável, também foi exposta ao risco. Imagens do incidente foram anexadas ao processo como prova da violência sofrida.

A vítima buscou assistência junto à Uber, mas, segundo o processo, recebeu apenas mensagens padrão da empresa sem qualquer suporte efetivo. Diante da falta de resposta, ingressou com ação judicial e obteve a condenação da Uber ao pagamento de R$ 10 mil em danos morais.


Leia mais:

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O advogado Herik Maquiné, responsável pela ação, destacou a importância da decisão judicial. “O caso demonstra a responsabilidade das empresas de transporte por aplicativo na proteção dos consumidores. Não se trata de um mero desentendimento, mas de uma violação grave dos direitos da passageira, que sofreu agressões físicas e psicológicas”, afirmou.

Maquiné também ressaltou que a decisão é um alerta para casos semelhantes. “Infelizmente, situações como essa não são isoladas. Nosso objetivo foi garantir que a vítima tivesse seu direito reconhecido e que a empresa fosse responsabilizada pelo ocorrido”, pontuou.

O processo transitou em julgado, ou seja, não cabe mais recurso.

Veja o vídeo:

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A Justiça condenou a plataforma Uber ao pagamento de R$ 10 mil por danos morais à uma passageira, após um episódio de agressão ocorrido em Manaus. O caso aconteceu em 3 de outubro de 2024, quando a vítima e sua mãe, de 86 anos, solicitaram uma corrida pelo aplicativo para se deslocarem ao Hospital Delphina Aziz.

Segundo o relato da passageira, a confusão começou após um pedido para que a motorista ligasse o ar-condicionado do veículo. Diante da recusa da condutora, a situação rapidamente escalou, resultando em agressões físicas. A motorista parou o carro na Avenida Joaquim Nabuco e ordenou que as passageiras descessem. Sentindo-se humilhada, a vítima bateu no vidro do veículo, momento em que a motorista desceu e iniciou uma série de agressões, incluindo tapas, empurrões e mordidas.

Durante o ataque, a vítima teve suas roupas rasgadas, o celular quebrado e sofreu diversas escoriações. Sua mãe, idosa e fisicamente vulnerável, também foi exposta ao risco. Imagens do incidente foram anexadas ao processo como prova da violência sofrida.

A vítima buscou assistência junto à Uber, mas, segundo o processo, recebeu apenas mensagens padrão da empresa sem qualquer suporte efetivo. Diante da falta de resposta, ingressou com ação judicial e obteve a condenação da Uber ao pagamento de R$ 10 mil em danos morais.


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Maquiné também ressaltou que a decisão é um alerta para casos semelhantes. “Infelizmente, situações como essa não são isoladas. Nosso objetivo foi garantir que a vítima tivesse seu direito reconhecido e que a empresa fosse responsabilizada pelo ocorrido”, pontuou.

O processo transitou em julgado, ou seja, não cabe mais recurso.

Veja o vídeo:

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