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Única sobrevivente do incêndio em loteria recebe alta do hospital

Adrielen Mota de Assis, de 35 anos, a única sobrevivente do incêndio criminoso que aconteceu na casa lotérica do Mercado Adolpho Lisboa, no Centro da capital, no dia 16 de agosto, recebeu alta nesta segunda-feira, 26, do Hospital Pronto-Socorro 28 de agosto, após ficar 42 dias internada.

Outras três vítimas do incêndio não resistiram aos ferimentos de queimaduras de 2º e 3º grau e morreram. O gerente da loteria, Carlos Henrique da Silva Pontes, de 50 anos, morreu no dia 21 de agosto; Henison Diego da Silva Mota, de 33 anos, morreu no dia 22 de agosto; e a Estefany do Nascimento Lima, de 23 anos, morreu no dia 26 de agosto.

O autor do atentado é o venezuelano Luis Domingos Siso, de 60 anos. Ele passou alguns dias internado no Hospital Pronto-Socorro João Lúcio por conta das agressões que recebeu de populares após o incêndio. Após receber alta, no dia 8 de setembro, Luis foi preso pelo crime.

Ele foi indiciado por quatro crimes: incêndio em edifício público, dano qualificado com emprego de substância inflamável ou explosiva, homicídio qualificado e tentativa de homicídio qualificado com emprego de veneno, fogo, explosivo, asfixia, tortura ou outro meio insidioso ou cruel.

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Adrielen Mota de Assis, de 35 anos, a única sobrevivente do incêndio criminoso que aconteceu na casa lotérica do Mercado Adolpho Lisboa, no Centro da capital, no dia 16 de agosto, recebeu alta nesta segunda-feira, 26, do Hospital Pronto-Socorro 28 de agosto, após ficar 42 dias internada.

Outras três vítimas do incêndio não resistiram aos ferimentos de queimaduras de 2º e 3º grau e morreram. O gerente da loteria, Carlos Henrique da Silva Pontes, de 50 anos, morreu no dia 21 de agosto; Henison Diego da Silva Mota, de 33 anos, morreu no dia 22 de agosto; e a Estefany do Nascimento Lima, de 23 anos, morreu no dia 26 de agosto.

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