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VÍDEO: Cavalos morrem contaminados por toxina no Haras Nilton Lins

A grave situação sanitária do Haras Nilton Lins foi alvo de denúncias de proprietário de cavalos que estão morrendo no local. Segundo as denúncias, desde a sexta-feira (3/01), cavalos morreram por contaminação alimentar, possivelmente vítimas de botulismo.

O haras é de propriedade das médicas e irmãs gêmeas Gabrielle Kirk Maddy Lins e Isabelle Kirk Maddy Lins, filhas do empresário Nilton da Costa Lins Junior. O espaço está localizado nas dependências da Universidade Nilton Lins, no Parque das Laranjeiras, em Manaus.

De acordo com as denúncias dos proprietários, a contaminação dos equinos aconteceu por alimentos ou água. A advogada e empresária Priscila Meneses, que tem dois cavalos hospedados no local, um dos seus animais já faleceu, junto com outros três pertencentes a diferentes donos.

Priscila afirma que apenas os funcionários do haras estão responsáveis. Segundo ela, médico-veterinário do local disse que a situação dos animais é grave, explicando que a toxina é letal.

“Os animais estão morrendo um a um. É uma cena grotesca. Os cavalos mortos estão sendo retirados com uma pá mecânica e enterrados em uma vala”, denunciou Priscila.

 

 

O botulismo é causado por envenenamento por forragem ou infecção por feridas e liberam uma neurotoxina. A toxina bloqueia a comunicação entre nervos e músculos, resultando em paralisia flácida progressiva e redução da força muscular. Embora raro, é altamente fatal, a menos que seja tratado com antitoxina.

IMAGENS FORTES

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A equipe de reportagem da Rede Onda Digital entrou em contato com a Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Amazonas (ADAF), órgão responsável por coordenar e fiscalizar a política pública de defesa e segurança higiênico sanitária agropecuária. Solicitamos nota de esclarecimento sobre a situação no Haras Nilton Lins e até o fechamento desta matéria não recebemos resposta.


Leia mais:

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Comunicado oficial do haras

O Haras Nilton Lins informa que três cavalos foram a óbito, em decorrência de um possível contato com uma toxina.

Diante do fato, ao identificarmos os primeiros sintomas, tomamos todas as medidas necessárias para proteger os demais animais e controlar a situação.

Gostaríamos de destacar que os procedimentos foram:

1. Isolamento da área afetada: A área identificada como potencial fonte de contaminação foi imediatamente isolada para evitar qualquer propagação.
2. Atendimento veterinário especializado reforçado: Todos os animais estão sob monitoramento contínuo de uma equipe de médicos veterinários altamente qualificados, com suporte de farmacêuticos clínicos.
3. Desinfecção rigorosa: O local está sendo submetido a um processo minucioso de limpeza e desinfecção.
4. Troca de insumos alimentares: Foi feita a substituição imediata da ração fornecida aos animais, como medida preventiva adicional.
5. Monitoramento constante: Garantimos vigilância 24 horas para acompanhar a saúde dos demais animais.

Enfatizamos que lamentamos profundamente as perdas e estamos empenhados em assegurar que situações como esta não se repitam.

Reforçamos nosso compromisso histórico e permanente com a saúde, segurança e bem-estar dos animais sob nossa responsabilidade, assim como de total transparência com nossos clientes.

Estamos colaborando com as autoridades competentes, uma vez que a Unidade Local de Sanidade Animal e Vegetal (ADAF) já foi comunicada e está conduzindo uma investigação detalhada para identificar a origem exata da toxina, além de fortalecer nossos protocolos preventivos.

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A grave situação sanitária do Haras Nilton Lins foi alvo de denúncias de proprietário de cavalos que estão morrendo no local. Segundo as denúncias, desde a sexta-feira (3/01), cavalos morreram por contaminação alimentar, possivelmente vítimas de botulismo.

O haras é de propriedade das médicas e irmãs gêmeas Gabrielle Kirk Maddy Lins e Isabelle Kirk Maddy Lins, filhas do empresário Nilton da Costa Lins Junior. O espaço está localizado nas dependências da Universidade Nilton Lins, no Parque das Laranjeiras, em Manaus.

De acordo com as denúncias dos proprietários, a contaminação dos equinos aconteceu por alimentos ou água. A advogada e empresária Priscila Meneses, que tem dois cavalos hospedados no local, um dos seus animais já faleceu, junto com outros três pertencentes a diferentes donos.

Priscila afirma que apenas os funcionários do haras estão responsáveis. Segundo ela, médico-veterinário do local disse que a situação dos animais é grave, explicando que a toxina é letal.

“Os animais estão morrendo um a um. É uma cena grotesca. Os cavalos mortos estão sendo retirados com uma pá mecânica e enterrados em uma vala”, denunciou Priscila.

 

 

O botulismo é causado por envenenamento por forragem ou infecção por feridas e liberam uma neurotoxina. A toxina bloqueia a comunicação entre nervos e músculos, resultando em paralisia flácida progressiva e redução da força muscular. Embora raro, é altamente fatal, a menos que seja tratado com antitoxina.

IMAGENS FORTES

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A equipe de reportagem da Rede Onda Digital entrou em contato com a Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Amazonas (ADAF), órgão responsável por coordenar e fiscalizar a política pública de defesa e segurança higiênico sanitária agropecuária. Solicitamos nota de esclarecimento sobre a situação no Haras Nilton Lins e até o fechamento desta matéria não recebemos resposta.


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Gostaríamos de destacar que os procedimentos foram:

1. Isolamento da área afetada: A área identificada como potencial fonte de contaminação foi imediatamente isolada para evitar qualquer propagação.
2. Atendimento veterinário especializado reforçado: Todos os animais estão sob monitoramento contínuo de uma equipe de médicos veterinários altamente qualificados, com suporte de farmacêuticos clínicos.
3. Desinfecção rigorosa: O local está sendo submetido a um processo minucioso de limpeza e desinfecção.
4. Troca de insumos alimentares: Foi feita a substituição imediata da ração fornecida aos animais, como medida preventiva adicional.
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