Moradores da comunidade do Lago do Acajatuba procuraram a Rede Onda Digital em busca de ajuda contra incêndios que tem atingido o local e causado a morte de animais e a destruição da vegetação. A comunidade fica localizada no município de Iranduba, distante a 40,5 km da capital amazonense.
Conforme a informações de moradores, um incêndio de grandes proporções começou na semana passada e nesta segunda-feira (23/09), mais focos de chamas foram registrados.
Entre as principais preocupações estão a morte de animais queimados e a quantidade de fumaça inalada pela população que tem adoecido gradativamente. O primeiro incêndio registrado na região foi em 28 de agosto deste ano. Já o segundo aconteceu do dia 13 até o dia 16 de setembro, e agora o fogo retornou.
De acordo com Nilde, que trabalha no ramo de hotelaria, o fogo começou pelo Ariaú e chegou até a comunidade Pato e vem invadindo outras comunidades como Ubim e Tirica e está se aproximando da Reserva Terra Verde.
“Nós não temos logística, pois está muito seco e o fogo não se apaga e vai acabar invadindo várias comunidades e sítios, causando vários danos e matando vários bichos-preguiças, macacos, iguanas, cobras, porco-espinho. É muito triste ver nossas florestas morrendo“, disse à Rede Onda Digital.
Em fotos enviadas à reportagem é possível ver animais mortos carbonizados e moradores tentando apagar as chamas que tem se alastrado pela região. Até o exato momento o Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM) ainda não chegou a comunidade para apagar o incêndio.
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Moradores da comunidade do Lago do Acajatuba procuraram a Rede Onda Digital em busca de ajuda contra incêndios que tem atingido o local e causado a morte de animais e a destruição da vegetação. A comunidade fica localizada no município de Iranduba, distante a 40,5 km da capital amazonense.
Conforme a informações de moradores, um incêndio de grandes proporções começou na semana passada e nesta segunda-feira (23/09), mais focos de chamas foram registrados.
Entre as principais preocupações estão a morte de animais queimados e a quantidade de fumaça inalada pela população que tem adoecido gradativamente. O primeiro incêndio registrado na região foi em 28 de agosto deste ano. Já o segundo aconteceu do dia 13 até o dia 16 de setembro, e agora o fogo retornou.
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