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Voar de Manaus para Parintins custa alto e passagens chegam a R$ 9,5 mil

Viajar de Manaus para Parintins durante o Festival Folclórico tem se tornado um desafio cada vez maior para o bolso dos amazonenses. Dados apresentados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) mostram que o preço das passagens na rota disparou nos últimos anos e, em alguns casos, já chega a cerca de R$ 9,5 mil para ida e volta durante o período da festa.

As informações foram encaminhadas pela agência ao deputado federal Amom Mandel (Republicanos), que questionou os valores cobrados pelas companhias aéreas na principal ligação aérea com o município que sedia um dos maiores eventos culturais do país.

Segundo o levantamento, a tarifa média da rota Manaus-Parintins-Manaus saltou de R$ 663,35 em 2022 para R$ 1.352,19 em 2025, um aumento de aproximadamente 104%. A própria Anac atribui a alta à forte procura registrada durante o mês de junho, quando ocorre o festival.

Além do aumento da demanda, outro fator chama atenção. A oferta de assentos na rota caiu cerca de 42% entre 2022 e 2025. Atualmente, a Azul e sua subsidiária Azul Conecta concentram a totalidade dos voos entre Manaus e Parintins, cenário que, na avaliação do parlamentar, reduz as opções para os consumidores.


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No documento, a Anac destaca que não regula os preços das passagens, já que o setor opera em regime de liberdade tarifária. A agência também argumenta que os passageiros que compram bilhetes com antecedência costumam encontrar tarifas menores.

Para Amom, porém, a explicação não resolve o problema enfrentado por grande parte da população. O deputado afirma que nem todos os amazonenses conseguem planejar viagens com meses de antecedência e que os preços elevados acabam afastando moradores, trabalhadores da cultura, empreendedores e turistas do evento.

Os números da própria agência mostram ainda que os voos operam próximos da lotação máxima durante o festival. Em 2025, a taxa média de ocupação alcançou 89,5% na ida e 91,8% na volta, evidenciando a pressão sobre a oferta disponível.

Diante do cenário, Amom defende medidas para ampliar a concorrência na rota, fortalecer a aviação regional e aumentar a transparência na formação dos preços. Segundo ele, o Festival de Parintins movimenta a economia do Amazonas e não pode se tornar um evento acessível apenas para quem consegue pagar tarifas cada vez mais altas.

O parlamentar informou que continuará cobrando providências da Anac, do Ministério de Portos e Aeroportos e dos órgãos de defesa do consumidor para buscar alternativas que reduzam os impactos da alta das passagens e garantam maior acesso da população ao festival.

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Viajar de Manaus para Parintins durante o Festival Folclórico tem se tornado um desafio cada vez maior para o bolso dos amazonenses. Dados apresentados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) mostram que o preço das passagens na rota disparou nos últimos anos e, em alguns casos, já chega a cerca de R$ 9,5 mil para ida e volta durante o período da festa.

As informações foram encaminhadas pela agência ao deputado federal Amom Mandel (Republicanos), que questionou os valores cobrados pelas companhias aéreas na principal ligação aérea com o município que sedia um dos maiores eventos culturais do país.

Segundo o levantamento, a tarifa média da rota Manaus-Parintins-Manaus saltou de R$ 663,35 em 2022 para R$ 1.352,19 em 2025, um aumento de aproximadamente 104%. A própria Anac atribui a alta à forte procura registrada durante o mês de junho, quando ocorre o festival.

Além do aumento da demanda, outro fator chama atenção. A oferta de assentos na rota caiu cerca de 42% entre 2022 e 2025. Atualmente, a Azul e sua subsidiária Azul Conecta concentram a totalidade dos voos entre Manaus e Parintins, cenário que, na avaliação do parlamentar, reduz as opções para os consumidores.


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Para Amom, porém, a explicação não resolve o problema enfrentado por grande parte da população. O deputado afirma que nem todos os amazonenses conseguem planejar viagens com meses de antecedência e que os preços elevados acabam afastando moradores, trabalhadores da cultura, empreendedores e turistas do evento.

Os números da própria agência mostram ainda que os voos operam próximos da lotação máxima durante o festival. Em 2025, a taxa média de ocupação alcançou 89,5% na ida e 91,8% na volta, evidenciando a pressão sobre a oferta disponível.

Diante do cenário, Amom defende medidas para ampliar a concorrência na rota, fortalecer a aviação regional e aumentar a transparência na formação dos preços. Segundo ele, o Festival de Parintins movimenta a economia do Amazonas e não pode se tornar um evento acessível apenas para quem consegue pagar tarifas cada vez mais altas.

O parlamentar informou que continuará cobrando providências da Anac, do Ministério de Portos e Aeroportos e dos órgãos de defesa do consumidor para buscar alternativas que reduzam os impactos da alta das passagens e garantam maior acesso da população ao festival.

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