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Amazônia registra redução histórica no desmatamento, aponta ICMBio

A Amazônia atingiu um marco histórico na preservação ambiental ao registrar o menor índice de desmatamento dos últimos 17 anos em unidades de conservação federais. Os dados, divulgados pelo Inpe e avaliados pelo ICMBio, apontam uma queda significativa entre agosto de 2024 e julho de 2025.

No período, foram registrados apenas 134 km² de áreas desmatadas nessas unidades, um resultado considerado “histórico” pelo órgão ambiental. Em comparação com 2022, a redução chega a 74%, evidenciando uma mudança consistente no cenário de proteção florestal.

Segundo o ICMBio, o resultado é fruto do reforço nas ações de fiscalização e da ampliação da presença do Estado na região. Ao longo do período, foram realizadas 312 operações na Amazônia, com mais de 1.400 agentes envolvidos e mais de 1,3 mil autos de infração aplicados.

Além das unidades de conservação, o desmatamento total na Amazônia Legal também apresentou queda de 11,08% em relação ao ciclo anterior, consolidando a terceira menor taxa desde 1988 e reforçando uma tendência de redução iniciada em 2023, após anos de alta.


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O presidente do ICMBio, Mauro Pires, destacou que os resultados refletem uma estratégia baseada no combate às ilegalidades, fortalecimento de políticas públicas e apoio a comunidades tradicionais. Ele também apontou investimentos em equipamentos e reestruturação institucional como fatores decisivos.

Com os números, o Brasil se aproxima da meta de desmatamento zero até 2030 e fortalece seu posicionamento internacional na agenda climática, especialmente às vésperas da conferência global sobre mudanças climáticas.

Com informações da Agência Brasil.

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A Amazônia atingiu um marco histórico na preservação ambiental ao registrar o menor índice de desmatamento dos últimos 17 anos em unidades de conservação federais. Os dados, divulgados pelo Inpe e avaliados pelo ICMBio, apontam uma queda significativa entre agosto de 2024 e julho de 2025.

No período, foram registrados apenas 134 km² de áreas desmatadas nessas unidades, um resultado considerado “histórico” pelo órgão ambiental. Em comparação com 2022, a redução chega a 74%, evidenciando uma mudança consistente no cenário de proteção florestal.

Segundo o ICMBio, o resultado é fruto do reforço nas ações de fiscalização e da ampliação da presença do Estado na região. Ao longo do período, foram realizadas 312 operações na Amazônia, com mais de 1.400 agentes envolvidos e mais de 1,3 mil autos de infração aplicados.

Além das unidades de conservação, o desmatamento total na Amazônia Legal também apresentou queda de 11,08% em relação ao ciclo anterior, consolidando a terceira menor taxa desde 1988 e reforçando uma tendência de redução iniciada em 2023, após anos de alta.


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