Nessa quarta (12/11), terceiro dia da COP30, mais de 200 embarcações navegaram na Baía do Guajará, em Belém, em um movimento simbólico da Cúpula dos Povos, evento paralelo à conferência climática.
O movimentou levou cerca de 5 mil pessoas de 60 países aos rios que cercam Belém em um ato pela Amazônia e pela justiça climática.
Membro do grupo indígena Kayapó tira fotos de barqueata durante a COP30 (Foto: PABLO PORCIUNCULA/AFP).
Com faixas e cartazes, os participantes denunciaram o avanço de grandes obras e projetos do agronegócio sobre os territórios e defenderam modos de vida sustentáveis das populações ribeirinhas, indígenas e quilombolas.
O percurso começou na Universidade Federal do Pará (UFPA) e seguiu até a Vila da Barca, área de palafitas que simboliza as contradições sociais e ambientais da cidade que sedia a conferência do clima.
Organizadores afirmam que a barqueata é um “manifesto fluvial” que ecoa o grito dos povos da floresta, das águas e das periferias.
*Com informações de G1
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Nessa quarta (12/11), terceiro dia da COP30, mais de 200 embarcações navegaram na Baía do Guajará, em Belém, em um movimento simbólico da Cúpula dos Povos, evento paralelo à conferência climática.
O movimentou levou cerca de 5 mil pessoas de 60 países aos rios que cercam Belém em um ato pela Amazônia e pela justiça climática.
Membro do grupo indígena Kayapó tira fotos de barqueata durante a COP30 (Foto: PABLO PORCIUNCULA/AFP).
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Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.
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