Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Você sabe como as vacinas chegam às aldeias mais isoladas da Amazônia? Entenda a logística

Em regiões onde estradas e rios não são suficientes para garantir o acesso, as vacinas chegam pelo ar. A partir deste domingo (30), a Operação Gota inicia uma nova etapa de vacinação em comunidades indígenas da Amazônia Legal, utilizando aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) para alcançar localidades de difícil acesso.

Até 6 de setembro, equipes de saúde devem atender 20 aldeias indígenas no Amapá e no norte do Pará, levando todas as vacinas previstas no Calendário Nacional de Vacinação.

A ação é realizada em parceria entre a Secretaria de Saúde Indígena (Sesai), o Ministério da Defesa e a FAB. A estrutura aérea é fundamental para transportar profissionais, vacinas e insumos até comunidades que ficam distantes dos centros urbanos e têm acesso limitado por vias terrestres ou fluviais.


Leia mais

Manaus entra nos últimos dias da Multivacinação; campanha termina terça-feira (1º)

Amazonas tem Dia D da Multivacinação neste sábado; veja onde vacinar


 Mais de 8 mil indígenas imunizados em 2026

Somente no primeiro semestre deste ano, a Operação Gota passou por territórios do Alto Rio Negro, Alto Rio Juruá e Vale do Javari. Ao todo, 112 aldeias foram atendidas, com aproximadamente 13 mil doses aplicadas e mais de 8 mil indígenas imunizados.

Antes de cada missão, os Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs) identificam as comunidades que enfrentam maiores dificuldades de acesso e levantam a quantidade de pessoas que precisam ser atendidas. Com essas informações, são definidos os números de doses, insumos e demais recursos necessários para a missão.

Atendimento vai além das vacinas

A viagem das equipes não se limita à imunização. De acordo com as necessidades encontradas em cada território, também podem ser realizados atendimentos médicos, avaliações nutricionais e acompanhamento das condições de saúde da população indígena.

Depois do Amapá e do norte do Pará, a Operação Gota está prevista para chegar a comunidades indígenas do Médio Rio Purus, entre os dias 10 e 20 de setembro.

A estratégia busca garantir que a distância e as características geográficas da Amazônia não sejam obstáculos para que populações indígenas tenham acesso à vacinação e a outros serviços básicos de saúde.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

Em regiões onde estradas e rios não são suficientes para garantir o acesso, as vacinas chegam pelo ar. A partir deste domingo (30), a Operação Gota inicia uma nova etapa de vacinação em comunidades indígenas da Amazônia Legal, utilizando aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) para alcançar localidades de difícil acesso.

Até 6 de setembro, equipes de saúde devem atender 20 aldeias indígenas no Amapá e no norte do Pará, levando todas as vacinas previstas no Calendário Nacional de Vacinação.

A ação é realizada em parceria entre a Secretaria de Saúde Indígena (Sesai), o Ministério da Defesa e a FAB. A estrutura aérea é fundamental para transportar profissionais, vacinas e insumos até comunidades que ficam distantes dos centros urbanos e têm acesso limitado por vias terrestres ou fluviais.


Leia mais

Manaus entra nos últimos dias da Multivacinação; campanha termina terça-feira (1º)

Amazonas tem Dia D da Multivacinação neste sábado; veja onde vacinar


 Mais de 8 mil indígenas imunizados em 2026

Somente no primeiro semestre deste ano, a Operação Gota passou por territórios do Alto Rio Negro, Alto Rio Juruá e Vale do Javari. Ao todo, 112 aldeias foram atendidas, com aproximadamente 13 mil doses aplicadas e mais de 8 mil indígenas imunizados.

Antes de cada missão, os Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs) identificam as comunidades que enfrentam maiores dificuldades de acesso e levantam a quantidade de pessoas que precisam ser atendidas. Com essas informações, são definidos os números de doses, insumos e demais recursos necessários para a missão.

Atendimento vai além das vacinas

A viagem das equipes não se limita à imunização. De acordo com as necessidades encontradas em cada território, também podem ser realizados atendimentos médicos, avaliações nutricionais e acompanhamento das condições de saúde da população indígena.

Depois do Amapá e do norte do Pará, a Operação Gota está prevista para chegar a comunidades indígenas do Médio Rio Purus, entre os dias 10 e 20 de setembro.

A estratégia busca garantir que a distância e as características geográficas da Amazônia não sejam obstáculos para que populações indígenas tenham acesso à vacinação e a outros serviços básicos de saúde.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Desmatamento avança e coloca terras indígenas do Amazonas entre as mais ameaçadas do país

Relatório intitulado "Ameaça e Pressão de Desmatamento em Áreas Protegidas", publicado pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), consolida o Amazonas...

Brasil amplia reconhecimento das medicinas indígenas no país

Liderança do povo Baniwa e assessor técnico em Medicinas Indígenas da Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI), André Baniwa afirmou que o reconhecimento oficial...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Divisa entre Acre e Amazonas escondia civilização milenar, revela estudo

Um grupo de pesquisadores confirmou que centenas de estruturas de terra encontradas na fronteira entre o Acre e o Amazonas são obra de uma...

Edital Raízes destina R$ 2,1 milhões a projetos na Amazônia Legal

O Fundo Brasil de Direitos Humanos lançou o Edital Raízes: Fortalecendo Direitos, Autonomia e Sustentabilidade na Amazônia e no Cerrado. Para a Amazônia Legal,...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Funai aprova estudos para três Terras Indígenas em áreas da BR-319 no Amazonas

A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) aprovou os estudos de identificação e delimitação de três Terras Indígenas (TIs) localizadas no centro e sul...

Pesquisa revela que existe apenas uma espécie de pirarucu na Amazônia

Uma pesquisa publicada nesta sexta-feira (3/7) revelou uma descoberta que muda o entendimento científico sobre um dos peixes mais emblemáticos da Amazônia: existe apenas...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Desmatamento avança e coloca terras indígenas do Amazonas entre as mais ameaçadas do país

Relatório intitulado "Ameaça e Pressão de Desmatamento em Áreas Protegidas", publicado pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), consolida o Amazonas...

Brasil amplia reconhecimento das medicinas indígenas no país

Liderança do povo Baniwa e assessor técnico em Medicinas Indígenas da Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI), André Baniwa afirmou que o reconhecimento oficial...

Divisa entre Acre e Amazonas escondia civilização milenar, revela estudo

Um grupo de pesquisadores confirmou que centenas de estruturas de terra encontradas na fronteira entre o Acre e o Amazonas são obra de uma...

Edital Raízes destina R$ 2,1 milhões a projetos na Amazônia Legal

O Fundo Brasil de Direitos Humanos lançou o Edital Raízes: Fortalecendo Direitos, Autonomia e Sustentabilidade na Amazônia e no Cerrado. Para a Amazônia Legal,...

Funai aprova estudos para três Terras Indígenas em áreas da BR-319 no Amazonas

A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) aprovou os estudos de identificação e delimitação de três Terras Indígenas (TIs) localizadas no centro e sul...

Pesquisa revela que existe apenas uma espécie de pirarucu na Amazônia

Uma pesquisa publicada nesta sexta-feira (3/7) revelou uma descoberta que muda o entendimento científico sobre um dos peixes mais emblemáticos da Amazônia: existe apenas...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]