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Caso Banco Master: Ex-presidente da Rioprevidência é preso em operação da PF

Deivis Marcon Antunes, ex-presidente do Rioprevidência, foi preso nesta terça-feira (3/2) durante a segunda fase da Operação Barco de Papel, deflagrada pela Polícia Federal com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF). A prisão ocorreu em Itatiaia, no Sul do Rio de Janeiro, após o investigado retornar dos Estados Unidos.

Segundo as autoridades, Deivis desembarcou no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, alugou um veículo e seguia em direção ao Rio de Janeiro quando foi abordado por agentes da PRF. Ele foi encaminhado à delegacia da Polícia Federal em Volta Redonda e posteriormente será levado para a capital fluminense.

A nova etapa da operação cumpre três mandados de prisão temporária e nove de busca e apreensão nos estados do Rio de Janeiro e de Santa Catarina. As ordens judiciais foram expedidas pela 6ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, com base em indícios de obstrução de investigações e tentativa de ocultação de provas. Os outros dois alvos dos mandados de prisão ainda não haviam sido localizados até a última atualização.

Deivis comandou o Rioprevidência, regime próprio de previdência dos servidores do Estado do Rio de Janeiro, até 23 de janeiro, quando deixou o cargo após a primeira fase da operação. As investigações apuram suspeitas de gestão fraudulenta, desvio de recursos e corrupção envolvendo investimentos do fundo em títulos do Banco Master.


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De acordo com a Polícia Federal, durante a gestão de Deivis e de outros ex-diretores, o fundo investiu cerca de R$ 970 milhões em letras financeiras emitidas pelo banco privado entre 2023 e 2024. Esses títulos são considerados de alto risco e não possuem cobertura do Fundo Garantidor de Créditos, o que teria colocado em risco os recursos destinados ao pagamento de aposentadorias e pensões de cerca de 235 mil servidores públicos estaduais.

Os aportes do Rioprevidência no Banco Master já vinham sendo questionados há mais de um ano pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ). Em outubro de 2025, o órgão proibiu novos investimentos em títulos administrados pelo banco e alertou para possível gestão temerária dos recursos previdenciários.

Na primeira fase da operação, a PF realizou buscas no apartamento de Deivis e identificou movimentações consideradas suspeitas, como retirada de documentos, manipulação de arquivos digitais e transferência de bens para terceiros, incluindo veículos de alto valor. Segundo a corporação, as operações financeiras investigadas expuseram o patrimônio da autarquia a riscos incompatíveis com sua finalidade institucional.

Desde novembro de 2025 o Banco Master está em liquidação extrajudicial, depois que o banco central apontou insolvência e suspeitas de fraude. A PF apura suspeitas de gestão fraudulenta, créditos falsos e lavagem de dinheiro envolvendo a instituição.

(*)Com informações do G1

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Deivis Marcon Antunes, ex-presidente do Rioprevidência, foi preso nesta terça-feira (3/2) durante a segunda fase da Operação Barco de Papel, deflagrada pela Polícia Federal com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF). A prisão ocorreu em Itatiaia, no Sul do Rio de Janeiro, após o investigado retornar dos Estados Unidos.

Segundo as autoridades, Deivis desembarcou no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, alugou um veículo e seguia em direção ao Rio de Janeiro quando foi abordado por agentes da PRF. Ele foi encaminhado à delegacia da Polícia Federal em Volta Redonda e posteriormente será levado para a capital fluminense.

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Deivis comandou o Rioprevidência, regime próprio de previdência dos servidores do Estado do Rio de Janeiro, até 23 de janeiro, quando deixou o cargo após a primeira fase da operação. As investigações apuram suspeitas de gestão fraudulenta, desvio de recursos e corrupção envolvendo investimentos do fundo em títulos do Banco Master.


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Os aportes do Rioprevidência no Banco Master já vinham sendo questionados há mais de um ano pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ). Em outubro de 2025, o órgão proibiu novos investimentos em títulos administrados pelo banco e alertou para possível gestão temerária dos recursos previdenciários.

Na primeira fase da operação, a PF realizou buscas no apartamento de Deivis e identificou movimentações consideradas suspeitas, como retirada de documentos, manipulação de arquivos digitais e transferência de bens para terceiros, incluindo veículos de alto valor. Segundo a corporação, as operações financeiras investigadas expuseram o patrimônio da autarquia a riscos incompatíveis com sua finalidade institucional.

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(*)Com informações do G1

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