O ex-prefeito de Belford Roxo e pré-candidato ao Senado Márcio Canella (União Brasil) deixou a prisão no início da noite deste sábado (11), após decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A soltura foi determinada na noite de sexta-feira (10). Canella estava no Presídio Pedrolino Werling de Oliveira, conhecido como Bangu 8, no Complexo de Gericinó, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
Canella foi preso em flagrante na terça-feira (7) durante a 6ª fase da Operação Unha e Carne, da Polícia Federal, que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro envolvendo uma rede de postos de combustíveis no Grande Rio, com movimentação de R$ 7,6 bilhões. Segundo a PF, agentes encontraram um fuzil calibre .556 dentro do veículo do ex-prefeito durante as diligências.
Em sua defesa, Canella afirmou que a arma pertencia ao policial militar responsável por sua segurança. Na decisão, o ministro Alexandre de Moraes afirmou que essa alegação ainda precisa ser esclarecida no curso das investigações. O ex-prefeito foi liberado com medidas cautelares: usará tornozeleira eletrônica, terá o porte de arma suspenso e deverá entregar o passaporte, além de cumprir outras determinações judiciais.
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Canella é apoiado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) e pelo deputado estadual Douglas Ruas. Ele renunciou ao cargo de prefeito no início de abril para concorrer ao Senado. Em seu lugar, assumiu a então vice-prefeita Mariana Malta.
A 6ª fase da Operação Unha e Carne mira uma rede de postos de combustíveis no Grande Rio que movimentou R$ 7,6 bilhões em um suposto esquema de lavagem de dinheiro, com anuência de políticos. As investigações seguem em andamento.
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Em sua defesa, Canella afirmou que a arma pertencia ao policial militar responsável por sua segurança. Na decisão, o ministro Alexandre de Moraes afirmou que essa alegação ainda precisa ser esclarecida no curso das investigações. O ex-prefeito foi liberado com medidas cautelares: usará tornozeleira eletrônica, terá o porte de arma suspenso e deverá entregar o passaporte, além de cumprir outras determinações judiciais.
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