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Omar faz o oposto dos adversários e “inicia” campanha mostrando quem está com ele

Enquanto os demais candidatos ao Governo apostam em grandes eventos no viradão de domingo (16/8) para lançar suas campanhas, o senador Omar Aziz aposta em algo menos “instagramável”. O candidato do PSD preferiu marcar agendas de apoio a candidatos proporcionais de sua coligação, tanto em Manaus quanto em Parintins, onde encerra o primeiro dia de sua campanha.

Politicamente, a mensagem que Omar quer passar aparenta ser a de que não precisa reunir sua “rede” de Manaus para iniciar a campanha. Ele prefere aparecer dentro das diversas “redes” que o apoiam nessa disputa eleitoral, principalmente no interior.

E isso é importante porque uma eleição majoritária depende também da capacidade de fazer a candidatura chegar aos municípios. A própria trajetória recente do PSD mostra uma estratégia de ampliação da presença no interior, inclusive com a filiação de diversos prefeitos ao seu partido.

A importância de Parintins no primeiro dia

A decisão de Omar em terminar o primeiro dia de campanha em Parintins tem peso político e simbólico. Não é simplesmente “ir ao interior”. É encerrar a largada eleitoral prestigiando uma forte aliada, a deputada Mayra Dias, esposa do ex-prefeito Bi Garcia, considerado um dos maiores caciques políticos da Ilha Tupinambarana, que é o terceiro maior colégio eleitoral do Estado.

Para além de qualquer mensagem que ele queira passar, talvez uma das mais importantes seja a de que o candidato majoritário prefere prestigiar o proporcional. Isso gera um efeito natural, onde o candidato proporcional apresenta o majoritário ao seu eleitorado e as lideranças municipais entram na mesma fotografia.

Experiência política é o peso da coligação do PSD

A candidatura de Omar foi oficialmente homologada pelo PSD em julho, com Alessandra Campelo como vice e Eduardo Braga na disputa pelo Senado dentro da mesma aliança. O partido também apresenta a campanha como baseada em propostas e experiência administrativa.

Talvez, por isso, o candidato do PSD não precise fazer do dia 16 uma apresentação de identidade, justamente o que já vem sendo feito desde 2025, por exemplo, quando colocou seu nome à disposição para concorrer ao cargo.

A identidade política dele já está relativamente conhecida: experiência + estrutura + alianças + interior. Outros candidato, não. Omar tenta mostrar que a força de sua campanha já está espalhada pelo Estado.

E Parintins fecha essa narrativa de maneira simbólica: ele começa em Manaus, passa pelas lideranças da capital e termina o primeiro dia no interior, dentro da campanha de uma aliada.

Isso reforça uma estratégia que já vinha sendo construída antes mesmo da largada oficial: Omar não está começando do zero, está colocando a estrutura política que construiu junto com seus aliados mais fortes em movimento.

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Enquanto os demais candidatos ao Governo apostam em grandes eventos no viradão de domingo (16/8) para lançar suas campanhas, o senador Omar Aziz aposta em algo menos “instagramável”. O candidato do PSD preferiu marcar agendas de apoio a candidatos proporcionais de sua coligação, tanto em Manaus quanto em Parintins, onde encerra o primeiro dia de sua campanha.

Politicamente, a mensagem que Omar quer passar aparenta ser a de que não precisa reunir sua “rede” de Manaus para iniciar a campanha. Ele prefere aparecer dentro das diversas “redes” que o apoiam nessa disputa eleitoral, principalmente no interior.

E isso é importante porque uma eleição majoritária depende também da capacidade de fazer a candidatura chegar aos municípios. A própria trajetória recente do PSD mostra uma estratégia de ampliação da presença no interior, inclusive com a filiação de diversos prefeitos ao seu partido.

A importância de Parintins no primeiro dia

A decisão de Omar em terminar o primeiro dia de campanha em Parintins tem peso político e simbólico. Não é simplesmente “ir ao interior”. É encerrar a largada eleitoral prestigiando uma forte aliada, a deputada Mayra Dias, esposa do ex-prefeito Bi Garcia, considerado um dos maiores caciques políticos da Ilha Tupinambarana, que é o terceiro maior colégio eleitoral do Estado.

Para além de qualquer mensagem que ele queira passar, talvez uma das mais importantes seja a de que o candidato majoritário prefere prestigiar o proporcional. Isso gera um efeito natural, onde o candidato proporcional apresenta o majoritário ao seu eleitorado e as lideranças municipais entram na mesma fotografia.

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