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Volta às aulas deve pesar no bolso do manauara com gastos acima de R$ 600

Depois das festas de fim de ano, um novo desafio passa a preocupar os pais que possuem crianças em idade escolar: os gastos com o material escolar.

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Fecomércio de Pesquisas Empresariais do Amazonas (IFPEAM) revela que 65% dos entrevistados pretendem gastar mais de R$ 600 com material escolar, sendo que 41% estimam despesas entre R$ 601 e R$ 700, enquanto 24% afirmam que os gastos devem ultrapassar R$ 700.

O levantamento ouviu 1.049 consumidores, entre homens e mulheres maiores de 18 anos, nos dias 03 e 04 de dezembro de 2025, em Manaus.

De acordo com a pesquisa, 65% das famílias possuem dois ou mais filhos, sendo 48% com dois, 13% com três e 4% com quatro ou mais. Esse fator influencia significativamente o gasto total com listas escolares.

Mesmo entre famílias que utilizam a rede pública de ensino, que representa 62% dos entrevistados, os gastos também são elevados. Isso ocorre porque, apesar da ausência de mensalidade, muitas escolas exigem materiais específicos e o fornecimento público costuma cobrir apenas itens básicos.

Já entre os 30% que têm filhos na rede privada, o custo do material escolar se soma às mensalidades, apertando ainda mais o orçamento das famílias.

(Foto: Divulgação/Fecomércio)

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Janeiro é o mês das compras

O estudo mostra que janeiro será o principal mês de compras, concentrando 65% das intenções. Desses, 39% planejam comprar logo no início do mês, enquanto 26% deixam para o restante de janeiro. Apenas 14% revelaram que pretendiam antecipar as compras para dezembro, estratégia usada para fugir da alta demanda e buscar preços mais baixos.

Há ainda 16% das famílias que deixam para comprar apenas no início das aulas, correndo o risco de encontrar preços mais elevados e menor variedade de produtos.

(Foto: Divulgação/Fecomércio)

Cartão de crédito é aliado

O levantamento aponta ainda que para lidar com essas despesas, 52% das famílias pretendem pagar o material escolar no cartão de crédito, principalmente pela possibilidade de parcelamento. O dado é reforçado pelo perfil dos entrevistados: 50% possuem renda fixa, sendo trabalhadores com carteira assinada ou servidores públicos.

Por outro lado, 46% optam pelo pagamento à vista, utilizando PIX, débito ou dinheiro, geralmente em busca de descontos que variam entre 5% e 15%, além de evitar dívidas.

(Foto: Divulgação/Fecomércio)

Uniforme novo em 2026?

Além do material escolar, o uniforme também pesa no planejamento financeiro. Metade das famílias (50%) pretende comprar um uniforme novo em 2026, enquanto 37% planejam reutilizar peças do ano anterior como forma de economizar.

A equipe da Rede Onda Digital foi às ruas do Centro para ouvir os consumidores e descobrir quem já está se antecipando na compra do material escolar e quais as estratégias para economizar e aproveitar promoções neste período.

(Foto: Rede Onda Digital)

De acordo com Soraia Serrão, a procura por materiais escolares ainda segue tranquila e, até o momento, os preços não registraram aumento significativo em relação ao ano passado.

“A busca até agora está tranquila, a gente está nesse início ainda não está bem movimentado. A questão de valores, eu acho que ainda está um pouco parecido com o ano passado”, destacou.

Assista à matéria completa:

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O levantamento ouviu 1.049 consumidores, entre homens e mulheres maiores de 18 anos, nos dias 03 e 04 de dezembro de 2025, em Manaus.

De acordo com a pesquisa, 65% das famílias possuem dois ou mais filhos, sendo 48% com dois, 13% com três e 4% com quatro ou mais. Esse fator influencia significativamente o gasto total com listas escolares.

Mesmo entre famílias que utilizam a rede pública de ensino, que representa 62% dos entrevistados, os gastos também são elevados. Isso ocorre porque, apesar da ausência de mensalidade, muitas escolas exigem materiais específicos e o fornecimento público costuma cobrir apenas itens básicos.

Já entre os 30% que têm filhos na rede privada, o custo do material escolar se soma às mensalidades, apertando ainda mais o orçamento das famílias.

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(Foto: Divulgação/Fecomércio)

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