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Menopausa pode aumentar risco de osteoporose e acelerar perda óssea

A menopausa pode provocar impactos significativos na saúde dos ossos e aumentar o risco de desenvolvimento da osteoporose, doença considerada a principal causa de fraturas em pessoas com mais de 50 anos.

Segundo dados da Fundação Internacional de Osteoporose (IOF), a enfermidade afeta mulheres três vezes mais do que homens, principalmente devido à redução dos níveis de estrogênio durante a menopausa. O hormônio desempenha papel importante na manutenção da massa óssea ao favorecer a fixação de cálcio nos ossos.

De acordo com a ginecologista e obstetra Aline Frota, a queda na produção de estrogênio acelera o processo de perda óssea. Estudos indicam que mulheres podem perder até 20% da densidade mineral dos ossos nos sete anos seguintes ao início da menopausa.

(Foto: Aline Frota – ginecologista e obstetra/Divulgação)

“Além de regular o ciclo menstrual, o estrogênio tem um efeito protetor no sistema esquelético, pois contribui para a fixação do cálcio nos ossos. Então, quando ocorre a queda na produção deste hormônio, consequentemente, o processo de perda óssea é acelerado”, explica a especialista.


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A especialista destaca ainda que a avaliação da saúde óssea por meio da densitometria óssea é fundamental para identificar precocemente alterações, inclusive a osteopenia, estágio inicial da redução da massa óssea.

Entre as estratégias para diminuir os efeitos da menopausa sobre os ossos está a terapia de reposição hormonal, indicada para pacientes sem contraindicações e sempre sob acompanhamento médico. O tratamento pode contribuir para a preservação da massa óssea, mas a escolha da terapia depende do histórico clínico, dos riscos e das necessidades individuais de cada mulher.

Além da reposição hormonal, hábitos como a prática regular de exercícios físicos, alimentação equilibrada e acompanhamento médico periódico são recomendados para reduzir o risco de osteoporose e evitar fraturas futuras.

A orientação dos especialistas é que os cuidados com a saúde óssea sejam iniciados antes do aparecimento de complicações, permitindo que as mulheres atravessem a menopausa com mais qualidade de vida e autonomia.

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De acordo com a ginecologista e obstetra Aline Frota, a queda na produção de estrogênio acelera o processo de perda óssea. Estudos indicam que mulheres podem perder até 20% da densidade mineral dos ossos nos sete anos seguintes ao início da menopausa.

(Foto: Aline Frota – ginecologista e obstetra/Divulgação)

“Além de regular o ciclo menstrual, o estrogênio tem um efeito protetor no sistema esquelético, pois contribui para a fixação do cálcio nos ossos. Então, quando ocorre a queda na produção deste hormônio, consequentemente, o processo de perda óssea é acelerado”, explica a especialista.


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Além da reposição hormonal, hábitos como a prática regular de exercícios físicos, alimentação equilibrada e acompanhamento médico periódico são recomendados para reduzir o risco de osteoporose e evitar fraturas futuras.

A orientação dos especialistas é que os cuidados com a saúde óssea sejam iniciados antes do aparecimento de complicações, permitindo que as mulheres atravessem a menopausa com mais qualidade de vida e autonomia.

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