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Mais da metade das transações no Brasil já é feita por Pix; veja o que mudou

O Pix respondeu por 55,2% de todas as transações realizadas no Brasil no primeiro semestre de 2026 e permaneceu como o meio de pagamento mais utilizado no país. Os dados foram divulgados pelo Banco Central (BC) nesta terça-feira (27).

Ao todo, foram registradas quase 44 bilhões de operações no período, um crescimento de 19,4% em relação ao primeiro semestre de 2025. O levantamento também aponta aumento no valor médio das transferências, que chegou a R$ 459, cerca de 7% acima do registrado nos seis primeiros meses do ano passado.

Os números mostram a presença do sistema de pagamentos instantâneos nas transações cotidianas de pessoas e empresas, tanto em transferências entre pessoas físicas quanto em pagamentos de produtos e serviços.

Transferências entre pessoas físicas

As operações entre pessoas físicas continuaram representando uma parcela expressiva do uso do Pix. No primeiro semestre de 2026, essa modalidade correspondeu a 40% da quantidade de transações realizadas pelo sistema e a 25% do valor financeiro movimentado.


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O resultado indica que as transferências entre indivíduos seguem entre as principais formas de utilização do meio de pagamento, que permite movimentações em poucos segundos, a qualquer hora e dia da semana.

QR Code lidera formas de pagamento

O levantamento do Banco Central também detalha as formas utilizadas para iniciar pagamentos e transferências por Pix. No segundo trimestre de 2026, o QR Code dinâmico concentrou 43,2% da quantidade de operações, liderando entre as modalidades analisadas.

Apesar da participação expressiva no número de transações, essa forma de pagamento respondeu por apenas 9% do valor financeiro movimentado.

As transferências iniciadas por meio de chaves Pix representaram 37,2% das operações, mas concentraram 48,7% do valor total transacionado.

Já a inserção manual dos dados bancários correspondeu a 10,8% da quantidade de transações e a 39,6% dos recursos movimentados.

Os dados mostram diferenças entre as modalidades: enquanto o QR Code dinâmico liderou em quantidade de operações, as transferências por chaves Pix e pela inserção manual de dados tiveram maior participação no volume financeiro.

Pix Automático registra crescimento

Outra funcionalidade que avançou foi o Pix Automático, destinado a pagamentos recorrentes, como mensalidades de academias, assinaturas de plataformas de streaming e outras cobranças periódicas.

No primeiro trimestre de 2026, foram realizadas pouco mais de 4 milhões de transações por meio da ferramenta, que movimentaram R$ 2,3 bilhões.

Entre abril e junho, o número de operações aumentou para 9,5 milhões, enquanto o valor financeiro movimentado chegou a R$ 3,5 bilhões.

A funcionalidade permite que consumidores autorizem previamente pagamentos periódicos, sem a necessidade de realizar manualmente cada transferência. O recurso pode ser utilizado por empresas e prestadores de serviços para receber cobranças recorrentes.

Cartões movimentam 24,5 bilhões de transações

Apesar da liderança do Pix, os cartões continuam representando uma parcela importante dos pagamentos no país. Segundo os dados do Banco Central, os cartões de crédito, débito e pré-pagos responderam, juntos, por 30,8% da quantidade total de transações no primeiro semestre de 2026, com 24,5 bilhões de operações.

Na comparação com o mesmo período de 2025, a quantidade de transações com cartão de crédito cresceu 9,2%. Os cartões de débito registraram alta de 0,5%, enquanto os pré-pagos avançaram 1%.

Em volume financeiro, o crédito apresentou o maior crescimento entre as modalidades baseadas em cartão, com aumento de 13,8% em relação ao primeiro semestre do ano passado.

O valor médio das transações também variou conforme a modalidade. Nas operações com cartão de crédito, a média foi de R$ 135. No débito, o valor médio chegou a R$ 58, enquanto nos cartões pré-pagos foi de R$ 39.

Os dados do primeiro semestre de 2026 reforçam a participação do Pix nos pagamentos realizados no Brasil, enquanto os cartões continuam relevantes, especialmente nas compras feitas por meio de crédito.

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O Pix respondeu por 55,2% de todas as transações realizadas no Brasil no primeiro semestre de 2026 e permaneceu como o meio de pagamento mais utilizado no país. Os dados foram divulgados pelo Banco Central (BC) nesta terça-feira (27).

Ao todo, foram registradas quase 44 bilhões de operações no período, um crescimento de 19,4% em relação ao primeiro semestre de 2025. O levantamento também aponta aumento no valor médio das transferências, que chegou a R$ 459, cerca de 7% acima do registrado nos seis primeiros meses do ano passado.

Os números mostram a presença do sistema de pagamentos instantâneos nas transações cotidianas de pessoas e empresas, tanto em transferências entre pessoas físicas quanto em pagamentos de produtos e serviços.

Transferências entre pessoas físicas

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Apesar da participação expressiva no número de transações, essa forma de pagamento respondeu por apenas 9% do valor financeiro movimentado.

As transferências iniciadas por meio de chaves Pix representaram 37,2% das operações, mas concentraram 48,7% do valor total transacionado.

Já a inserção manual dos dados bancários correspondeu a 10,8% da quantidade de transações e a 39,6% dos recursos movimentados.

Os dados mostram diferenças entre as modalidades: enquanto o QR Code dinâmico liderou em quantidade de operações, as transferências por chaves Pix e pela inserção manual de dados tiveram maior participação no volume financeiro.

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Apesar da liderança do Pix, os cartões continuam representando uma parcela importante dos pagamentos no país. Segundo os dados do Banco Central, os cartões de crédito, débito e pré-pagos responderam, juntos, por 30,8% da quantidade total de transações no primeiro semestre de 2026, com 24,5 bilhões de operações.

Na comparação com o mesmo período de 2025, a quantidade de transações com cartão de crédito cresceu 9,2%. Os cartões de débito registraram alta de 0,5%, enquanto os pré-pagos avançaram 1%.

Em volume financeiro, o crédito apresentou o maior crescimento entre as modalidades baseadas em cartão, com aumento de 13,8% em relação ao primeiro semestre do ano passado.

O valor médio das transações também variou conforme a modalidade. Nas operações com cartão de crédito, a média foi de R$ 135. No débito, o valor médio chegou a R$ 58, enquanto nos cartões pré-pagos foi de R$ 39.

Os dados do primeiro semestre de 2026 reforçam a participação do Pix nos pagamentos realizados no Brasil, enquanto os cartões continuam relevantes, especialmente nas compras feitas por meio de crédito.

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