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Presidente da Fieam, Antônio Silva, prevê 2026 com grandes expectativas e muitos desafios

O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), Antônio Silva, avaliou, nesta sexta-feira (19), que o ano de 2026 será de boas perspectivas para o Polo Industrial de Manaus, mas com muitos desafios para serem superados.

“Apesar das rápidas mudanças tecnológicas e econômicas e da concorrência global, o modelo Zona Franca de Manaus e seu polo industrial permanecem competitivos, embora haja necessidade de mais investimentos públicos e privados em infraestrutura de transporte e logística”, observa.

Além dos desafios de infraestrutura, Antônio Silva destaca que ainda persistem embates com opositores do modelo exitoso, que contribui para o desenvolvimento econômico sem agressão ao ecossistema do maior estado brasileiro em extensão territorial.

Silva cita especificamente que a recuperação da rodovia BR-319, a Manaus-Porto Velho (RO), e os investimentos em infraestrutura continuam sendo temas prioritários nas agendas dos órgãos de desenvolvimento dos governos federal e estadual, classe política, entidades patronais e laborais, que defendem o progresso e o bem-estar do povo amazônico.

Outro tema importante para o desenvolvimento do PIM em 2026 são os que estão ligados à bioeconomia, que na avaliação de Silva, desponta como oportunidade singular para o desenvolvimento do Amazonas e de toda a região da Amazônia Ocidental.

“Diversos produtos de alto valor e aceitação — cosméticos, rações, combustíveis, couros, vacinas, vitaminas, corantes, fármacos, biomedicamentos, entre outros — podem levar o estado e a região amazônica a superar a carência de investimentos em infraestrutura, educação e tecnologia, alcançando o status de região desenvolvida em uma geração”, afirmou o presidente da Fieam.

Para o dirigente empresarial, o trabalho coletivo será fundamental para construir estratégias que elevem a excelência em educação, fomentem investimentos em equipamentos e treinamento da mão de obra e promovam parcerias para o desenvolvimento por meio de pesquisas, tornando o estado competitivo mesmo sem depender de incentivos fiscais.

Antônio Silva reforça que o foco permanece na busca por soluções para os gargalos de infraestrutura logística do estado, com disposição para discutir alternativas e formar parcerias que possam sanar ou minimizar esses desafios. “A FIEAM continuará atuando para impulsionar o desenvolvimento industrial, defendendo os interesses da classe produtora local e nacional”, assegura o presidente da instituição.


Saiba mais:

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Performance do PIM em 2025

O dirigente também estimou que o faturamento do Polo Industrial de Manaus alcançará algo em torno de US$ 41 bilhões, superando em cerca de 9% o resultado de 2024. Em moeda nacional, o faturamento ultrapassa R$ 227 bilhões, representando crescimento de 11% em relação ao ano anterior.

Silva assinala que o crescimento acumulado da economia até setembro atingiu 2,4% comparado ao mesmo período de 2024, porém a variação trimestral evidenciou uma desaceleração: caiu de 1,5% no primeiro trimestre para 0,3% no segundo, chegando a apenas 0,1% no terceiro.

Estimativa de crescimento

De acordo com a Fieam, a maioria dos subsetores industriais tem estimativa de crescimento expressivo. Confira os principais números do PIM neste ano:

  • Setor relojoeiro deve crescer 28% (R$ 1,802 bilhões),
  • Duas Rodas 24,72% (R$ 45,390 bilhões),
  • Mecânico 20,87% (R$ 20,854 bilhões),
  • Metalúrgico 15,36% (R$ 18,022 bilhões)
  • Químico 12% (R$ 22,469 bilhões).
  • Os subsetores Eletroeletrônico e Informática tiveram estimativa de crescimento mais modesta, de 3,07% e 0,54%, respectivamente, mas o setor de Informática é o maior em faturamento (R$ 47,500 bilhões), seguido pelo Eletroeletrônico, o terceiro (R$ 38,25 bilhões);
  • O emprego no PIM manteve-se em projeção estável, com crescimento estimado em 0,05% em relação a 2024, totalizando cerca de 130.417 vagas diretas.
  • As exportações estão estimadas em US$ 675,356 milhões, representando crescimento de 8,91% em relação ao ano anterior. As importações devem totalizar US$ 15,119 bilhões, um aumento de 6,52%.
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O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), Antônio Silva, avaliou, nesta sexta-feira (19), que o ano de 2026 será de boas perspectivas para o Polo Industrial de Manaus, mas com muitos desafios para serem superados.

“Apesar das rápidas mudanças tecnológicas e econômicas e da concorrência global, o modelo Zona Franca de Manaus e seu polo industrial permanecem competitivos, embora haja necessidade de mais investimentos públicos e privados em infraestrutura de transporte e logística”, observa.

Além dos desafios de infraestrutura, Antônio Silva destaca que ainda persistem embates com opositores do modelo exitoso, que contribui para o desenvolvimento econômico sem agressão ao ecossistema do maior estado brasileiro em extensão territorial.

Silva cita especificamente que a recuperação da rodovia BR-319, a Manaus-Porto Velho (RO), e os investimentos em infraestrutura continuam sendo temas prioritários nas agendas dos órgãos de desenvolvimento dos governos federal e estadual, classe política, entidades patronais e laborais, que defendem o progresso e o bem-estar do povo amazônico.

Outro tema importante para o desenvolvimento do PIM em 2026 são os que estão ligados à bioeconomia, que na avaliação de Silva, desponta como oportunidade singular para o desenvolvimento do Amazonas e de toda a região da Amazônia Ocidental.

“Diversos produtos de alto valor e aceitação — cosméticos, rações, combustíveis, couros, vacinas, vitaminas, corantes, fármacos, biomedicamentos, entre outros — podem levar o estado e a região amazônica a superar a carência de investimentos em infraestrutura, educação e tecnologia, alcançando o status de região desenvolvida em uma geração”, afirmou o presidente da Fieam.

Para o dirigente empresarial, o trabalho coletivo será fundamental para construir estratégias que elevem a excelência em educação, fomentem investimentos em equipamentos e treinamento da mão de obra e promovam parcerias para o desenvolvimento por meio de pesquisas, tornando o estado competitivo mesmo sem depender de incentivos fiscais.

Antônio Silva reforça que o foco permanece na busca por soluções para os gargalos de infraestrutura logística do estado, com disposição para discutir alternativas e formar parcerias que possam sanar ou minimizar esses desafios. “A FIEAM continuará atuando para impulsionar o desenvolvimento industrial, defendendo os interesses da classe produtora local e nacional”, assegura o presidente da instituição.


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Silva assinala que o crescimento acumulado da economia até setembro atingiu 2,4% comparado ao mesmo período de 2024, porém a variação trimestral evidenciou uma desaceleração: caiu de 1,5% no primeiro trimestre para 0,3% no segundo, chegando a apenas 0,1% no terceiro.

Estimativa de crescimento

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  • Setor relojoeiro deve crescer 28% (R$ 1,802 bilhões),
  • Duas Rodas 24,72% (R$ 45,390 bilhões),
  • Mecânico 20,87% (R$ 20,854 bilhões),
  • Metalúrgico 15,36% (R$ 18,022 bilhões)
  • Químico 12% (R$ 22,469 bilhões).
  • Os subsetores Eletroeletrônico e Informática tiveram estimativa de crescimento mais modesta, de 3,07% e 0,54%, respectivamente, mas o setor de Informática é o maior em faturamento (R$ 47,500 bilhões), seguido pelo Eletroeletrônico, o terceiro (R$ 38,25 bilhões);
  • O emprego no PIM manteve-se em projeção estável, com crescimento estimado em 0,05% em relação a 2024, totalizando cerca de 130.417 vagas diretas.
  • As exportações estão estimadas em US$ 675,356 milhões, representando crescimento de 8,91% em relação ao ano anterior. As importações devem totalizar US$ 15,119 bilhões, um aumento de 6,52%.
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