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Produção recorde desacelera preço da carne em 2025, mas tendência é alta em 2026

Após meses de alta intensa, os preços da carne bovina começaram a desacelerar no segundo semestre de 2025, impulsionados por um volume recorde de produção no Brasil. O aumento da oferta interna fez o país ultrapassar os Estados Unidos como maior produtor global de carne bovina pela primeira vez, segundo o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA).

A inflação da carne registrou pico em junho, com alta de 23,63% em 12 meses, segundo o IBGE. Nos meses seguintes, os reajustes perderam força: em novembro, a alta acumulada caiu para 5%. O terceiro trimestre de 2025 marcou recorde no abate, com 11,2 milhões de cabeças de gado, incluindo pela primeira vez mais fêmeas que machos.

O aumento da produção ampliou a oferta interna, permitindo que os preços perdessem força mesmo com o intenso fluxo de exportações durante o ano.


Leia mais:

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Para 2026, a expectativa é de preços mais altos. Após o recorde de abate, os pecuaristas devem reter fêmeas para reprodução, diminuindo a oferta de bovinos para carne. Já as decisões da China, maior compradora da carne brasileira, podem influenciar a dinâmica do mercado. Caso sejam impostas cotas muito restritivas, a oferta interna poderá ser afetada, impactando os preços.

*Com informações g1

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Após meses de alta intensa, os preços da carne bovina começaram a desacelerar no segundo semestre de 2025, impulsionados por um volume recorde de produção no Brasil. O aumento da oferta interna fez o país ultrapassar os Estados Unidos como maior produtor global de carne bovina pela primeira vez, segundo o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA).

A inflação da carne registrou pico em junho, com alta de 23,63% em 12 meses, segundo o IBGE. Nos meses seguintes, os reajustes perderam força: em novembro, a alta acumulada caiu para 5%. O terceiro trimestre de 2025 marcou recorde no abate, com 11,2 milhões de cabeças de gado, incluindo pela primeira vez mais fêmeas que machos.

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*Com informações g1

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