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Tarifaço americano e fala de Haddad influenciam a bolsa de valores nesta segunda-feira (24/03)

O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira (B3), acompanhou o movimento negativo e fechou em queda

O dólar encerrou a segunda-feira (24/03) em alta de 0,61%, cotado a R$ 5,75, impulsionado por novas declarações do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e pelo possível anúncio de tarifas comerciais nos Estados Unidos, sob a gestão de Donald Trump. O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira (B3), acompanhou o movimento negativo e fechou em queda de 0,77%, aos 131.321 pontos.

Impacto externo: possível tarifaço de Trump

Segundo uma reportagem do Bloomberg News, Trump pretende anunciar em abril novas tarifas de importação, ampliando medidas protecionistas já programadas para entrar em vigor no início do mês. A estratégia pode incluir sobretaxas para determinados produtos, países e blocos econômicos.

Apesar da possibilidade de isenção para regiões com as quais os EUA possuem superávit comercial (quando exportam mais do que importam), a bolsa de valores brasileira segue apreensivo. Isso porque os EUA são um dos principais destinos das exportações brasileiras de produtos industrializados, como máquinas e aeronaves, setores que podem ser impactados pelas medidas.

Em meio às preocupações, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, afirmou que “o Brasil não é um problema para os EUA”, ressaltando que os norte-americanos têm superávit na balança comercial com o país.

Cenário interno: falas de Haddad influenciam mercados

No Brasil, o dólar também foi pressionado por declarações do ministro Fernando Haddad sobre o arcabouço fiscal. O chefe da Fazenda afirmou que, caso o país atinja estabilidade da dívida pública, além de juros e inflação controlados, poderá revisar alguns parâmetros do arcabouço, sem comprometer a estrutura principal baseada no limite de gastos e na meta de resultado primário.


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A fala gerou reação negativa no mercado, com investidores interpretando a possibilidade de mudanças como um sinal de risco fiscal. Posteriormente, Haddad utilizou as redes sociais para esclarecer sua posição, reafirmando o compromisso com as regras fiscais, o que ajudou a reduzir parte da tensão nos mercados.

Desempenho das bolsas dos mercados

Dólar:

  • Fechamento: R$ 5,75 (+0,61%)
  • Máxima do dia: R$ 5,77
  • Desempenho acumulado:
  • -2,78% em março
  • -6,93% no ano

Ibovespa:

  • Fechamento: 131.321 pontos (-0,77%)
  • Desempenho acumulado:
  • 6,94% em março
  • 9,18% no ano

Na contramão da B3, os índices de Wall Street fecharam em alta, refletindo um cenário mais positivo nos Estados Unidos.

*Com informações do G1.

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O dólar encerrou a segunda-feira (24/03) em alta de 0,61%, cotado a R$ 5,75, impulsionado por novas declarações do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e pelo possível anúncio de tarifas comerciais nos Estados Unidos, sob a gestão de Donald Trump. O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira (B3), acompanhou o movimento negativo e fechou em queda de 0,77%, aos 131.321 pontos.

Impacto externo: possível tarifaço de Trump

Segundo uma reportagem do Bloomberg News, Trump pretende anunciar em abril novas tarifas de importação, ampliando medidas protecionistas já programadas para entrar em vigor no início do mês. A estratégia pode incluir sobretaxas para determinados produtos, países e blocos econômicos.

Apesar da possibilidade de isenção para regiões com as quais os EUA possuem superávit comercial (quando exportam mais do que importam), a bolsa de valores brasileira segue apreensivo. Isso porque os EUA são um dos principais destinos das exportações brasileiras de produtos industrializados, como máquinas e aeronaves, setores que podem ser impactados pelas medidas.

Em meio às preocupações, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, afirmou que “o Brasil não é um problema para os EUA”, ressaltando que os norte-americanos têm superávit na balança comercial com o país.

Cenário interno: falas de Haddad influenciam mercados

No Brasil, o dólar também foi pressionado por declarações do ministro Fernando Haddad sobre o arcabouço fiscal. O chefe da Fazenda afirmou que, caso o país atinja estabilidade da dívida pública, além de juros e inflação controlados, poderá revisar alguns parâmetros do arcabouço, sem comprometer a estrutura principal baseada no limite de gastos e na meta de resultado primário.


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Desempenho das bolsas dos mercados

Dólar:

  • Fechamento: R$ 5,75 (+0,61%)
  • Máxima do dia: R$ 5,77
  • Desempenho acumulado:
  • -2,78% em março
  • -6,93% no ano

Ibovespa:

  • Fechamento: 131.321 pontos (-0,77%)
  • Desempenho acumulado:
  • 6,94% em março
  • 9,18% no ano

Na contramão da B3, os índices de Wall Street fecharam em alta, refletindo um cenário mais positivo nos Estados Unidos.

*Com informações do G1.

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