O ex-prefeito de Rio Preto da Eva, Anderson Sousa, afirmou, em vídeo publicado nas redes sociais nesta segunda-feira (5), que foi impedido de votar na eleição e conduzido à delegacia pela Polícia Militar.
Segundo ele, estava com a esposa e os filhos quando foi abordado por policiais. Anderson disse que pessoas se aproximavam para cumprimentá-lo, mas que a situação foi interpretada como tumulto.
Ele contou que, ao chegar à seção eleitoral onde vota com a esposa e os dois filhos gêmeos, foi advertido pela Polícia Militar “de forma truculenta” de que estava tumultuando. Segundo o relato, as pessoas iam abraçá-lo e cumprimentar a esposa. Ele afirmou ter sido “tolhido” de exercer o direito de votar.
Sobre a condução, Anderson afirmou que foi ouvido pela juíza e pela promotora e, depois, liberado.
O ex-prefeito também questionou o motivo da abordagem: “Até o momento, eu não consegui entender qual é o meu crime eleitoral”.
Ele citou sua trajetória: foi professor, diretor de escola, secretário de educação, secretário de administração, vice-prefeito e três vezes prefeito. Disse ainda que não há cidadão em Rio Preto da Eva que não o conheça e que deixou o governo em 2024 com 87% de aprovação.
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Segundo ele, estava com a esposa e os filhos quando foi abordado por policiais. Anderson disse que pessoas se aproximavam para cumprimentá-lo, mas que a situação foi interpretada como tumulto.
Ele contou que, ao chegar à seção eleitoral onde vota com a esposa e os dois filhos gêmeos, foi advertido pela Polícia Militar “de forma truculenta” de que estava tumultuando. Segundo o relato, as pessoas iam abraçá-lo e cumprimentar a esposa. Ele afirmou ter sido “tolhido” de exercer o direito de votar.
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