A campanha “Cola Eleitoral”, veiculada em todas as redes sociais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), alcançou milhões de visualizações. Até este sábado, o vídeo, que incentiva o eleitorado a anotar os números das candidatas e dos candidatos em papel e levar a cola para a votação, foi visto mais de 6,3 milhões de vezes no Instagram.
No TikTok, foram 6,9 milhões de visualizações; no Facebook, 4,6 milhões; e no YouTube, 3,1 milhões. Além dos perfis oficiais do Tribunal, a campanha também é veiculada na televisão, no rádio e em plataformas de streaming e áudio.
O objetivo da campanha
“Essa campanha busca ser um aviso leve e didático para a eleitora ou o eleitor que deixa para lembrar os números apenas na hora de votar. São seis cargos, muitos dígitos, ou seja, muito para se decorar. Essa demora ou dúvida gera um efeito dominó nas filas. Nosso recado é direto, anote tudo em um papelzinho e leve-o com você, já que o celular não pode entrar na cabine. O lembrete tradicional em papel continua sendo o melhor amigo do eleitor para uma votação rápida”, afirma Rakell Dimanski, coordenadora de Mídias e Web do TSE.
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Como funciona a “colinha” na votação
O vídeo da campanha mostra pessoas dançando ao lado da urna eletrônica e lembra que, no 1º turno das Eleições 2026, em 4 de outubro, serão escolhidos candidatos para seis cargos. Para facilitar a votação, o TSE recomenda que os números sejam anotados previamente em um papel e a colinha seja levada para a seção eleitoral.
Orientação do presidente do TSE
O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, também orientou o eleitorado brasileiro a preparar a cola com antecedência e levar na hora do voto. “A cola eleitoral ajuda as eleitoras e os eleitores a se lembrarem de suas escolhas, tornando o processo mais simples e ágil. A cola de papel é sinônimo de votação rápida e de menos tempo na fila”, afirmou.
