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De olho no AM, TSE cria sala para monitorar clima até as eleições

A estiagem e a possibilidade de eventos climáticos extremos colocam o Amazonas entre os Estados que exigem atenção especial da Justiça Eleitoral para garantir a realização das eleições de 2026. De olho no Estado e em outras regiões que podem ser afetadas pelas condições climáticas, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) inaugurou, nesta quinta-feira (20), a Sala Nacional de Situação Climática para as Eleições 2026.

A preocupação ganha dimensão adicional diante das previsões e dos alertas sobre a possibilidade de um El Niño de forte intensidade, fenômeno que pode alterar o regime de chuvas e agravar a seca na região amazônica.

Para o Amazonas, os efeitos de uma estiagem severa não se limitam ao abastecimento de água ou à navegação. A redução do nível dos rios pode comprometer o deslocamento de eleitores, mesários, servidores e equipes responsáveis pelo transporte e pela distribuição das urnas eletrônicas. Em comunidades ribeirinhas e localidades de difícil acesso, a situação pode exigir a adoção antecipada de rotas alternativas e estruturas de contingência.

Monitoramento diário de rios e rotas

A ‘Sala Nacional’ terá a função de acompanhar diariamente previsões meteorológicas, alertas hidrológicos e ocorrências relacionadas a desastres naturais. O objetivo é identificar áreas vulneráveis e antecipar problemas que possam comprometer a realização do pleito.

No Amazonas, o monitoramento deverá ter atenção especial para o nível dos rios e para as condições de navegabilidade das rotas utilizadas no transporte de urnas e de pessoas. A distância entre comunidades e os centros urbanos também pode ampliar o tempo necessário para a adoção de medidas emergenciais.

A estrutura deverá avaliar riscos relacionados aos locais de votação, transporte de materiais, fornecimento de energia elétrica e funcionamento das telecomunicações, além de produzir boletins técnicos, mapas de risco e relatórios para orientar protocolos de contingência.

Entre as medidas que podem ganhar importância para a eleição no Amazonas estão a definição de locais de votação alternativos, a criação de rotas emergenciais para transporte fluvial, o reforço dos sistemas de comunicação e o uso de meios alternativos, inclusive comunicação via satélite, em localidades onde as redes convencionais apresentem problemas. A autonomia das baterias das urnas eletrônicas também poderá ser considerada no planejamento para áreas sujeitas a interrupções no fornecimento de energia.


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Cronograma de atuação

A ‘Sala’ funcionará em regime ordinário durante o período preparatório das eleições e terá as atividades intensificadas nas semanas que antecedem cada turno. A atuação será ininterrupta a partir de 24 horas antes do primeiro turno, marcado para 4 de outubro, e do segundo turno, previsto para 25 de outubro.

No Amazonas, o desafio será conciliar o calendário eleitoral com as condições de um território em que o transporte depende em grande parte dos rios e em que a variação do nível das águas pode alterar, em poucos dias, as condições de acesso a comunidades.

Em caso de situação extrema, poderão ser propostas medidas como alteração de locais de votação ou mudanças emergenciais nas rotas de transporte. Eventuais alterações no calendário ou adiamento pontual do pleito, porém, dependerão da autoridade competente e deverão observar a legislação eleitoral.

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A estiagem e a possibilidade de eventos climáticos extremos colocam o Amazonas entre os Estados que exigem atenção especial da Justiça Eleitoral para garantir a realização das eleições de 2026. De olho no Estado e em outras regiões que podem ser afetadas pelas condições climáticas, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) inaugurou, nesta quinta-feira (20), a Sala Nacional de Situação Climática para as Eleições 2026.

A preocupação ganha dimensão adicional diante das previsões e dos alertas sobre a possibilidade de um El Niño de forte intensidade, fenômeno que pode alterar o regime de chuvas e agravar a seca na região amazônica.

Para o Amazonas, os efeitos de uma estiagem severa não se limitam ao abastecimento de água ou à navegação. A redução do nível dos rios pode comprometer o deslocamento de eleitores, mesários, servidores e equipes responsáveis pelo transporte e pela distribuição das urnas eletrônicas. Em comunidades ribeirinhas e localidades de difícil acesso, a situação pode exigir a adoção antecipada de rotas alternativas e estruturas de contingência.

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A ‘Sala Nacional’ terá a função de acompanhar diariamente previsões meteorológicas, alertas hidrológicos e ocorrências relacionadas a desastres naturais. O objetivo é identificar áreas vulneráveis e antecipar problemas que possam comprometer a realização do pleito.

No Amazonas, o monitoramento deverá ter atenção especial para o nível dos rios e para as condições de navegabilidade das rotas utilizadas no transporte de urnas e de pessoas. A distância entre comunidades e os centros urbanos também pode ampliar o tempo necessário para a adoção de medidas emergenciais.

A estrutura deverá avaliar riscos relacionados aos locais de votação, transporte de materiais, fornecimento de energia elétrica e funcionamento das telecomunicações, além de produzir boletins técnicos, mapas de risco e relatórios para orientar protocolos de contingência.

Entre as medidas que podem ganhar importância para a eleição no Amazonas estão a definição de locais de votação alternativos, a criação de rotas emergenciais para transporte fluvial, o reforço dos sistemas de comunicação e o uso de meios alternativos, inclusive comunicação via satélite, em localidades onde as redes convencionais apresentem problemas. A autonomia das baterias das urnas eletrônicas também poderá ser considerada no planejamento para áreas sujeitas a interrupções no fornecimento de energia.


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