Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

TSE explica por que não é possível alterar votos registrados nas urnas

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) afirma que não é possível adulterar o voto registrado na urna eletrônica. O equipamento executa apenas programas oficiais da Justiça Eleitoral, previamente examinados, assinados digitalmente e lacrados. Caso algum arquivo seja modificado, os mecanismos de segurança identificam a alteração e bloqueiam o sistema.

Fato ou Boato – Viralizou

O esclarecimento integra a série “Fato ou Boato – Viralizou”, formada por 11 reportagens destinadas a combater informações falsas sobre as eleições e o sistema eletrônico de votação.

A iniciativa faz parte da primeira Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação, realizada de 3 a 9 de agosto, com ações sobre segurança, transparência, funcionamento e possibilidades de auditoria das urnas.

Assinatura digital identifica alterações

A assinatura digital confirma a autenticidade dos programas eleitorais e permite verificar se algum arquivo foi modificado. Durante a cerimônia de assinatura e lacração dos sistemas, também são produzidos resumos digitais, conhecidos como hashes.

Os códigos funcionam como identificadores únicos. Qualquer alteração gera um resumo diferente daquele produzido pelo TSE. Ao ser ligada, a urna verifica as assinaturas dos programas e impede a execução de softwares adulterados ou não autorizados.

Sistemas são lacrados e armazenados

Conforme a Resolução TSE nº 23.673/2021, os arquivos dos sistemas eleitorais são gravados em mídias não regraváveis, lacrados, assinados pelos participantes da cerimônia e armazenados em um cofre da Secretaria de Tecnologia da Informação do Tribunal.

Para as Eleições 2026, a cerimônia deverá ser concluída até 14 de setembro, 20 dias antes do primeiro turno, marcado para 4 de outubro. As regras de fiscalização e auditoria foram atualizadas pela Resolução TSE nº 23.758/2026.


Leia mais:

TSE aprova orçamento de R$ 13,9 bilhões; veja para onde vai o dinheiro

TSE prorroga prazo para partidos repassarem verba a mulheres


Códigos-fonte passam por inspeção

Os códigos-fonte dos sistemas das Eleições 2026 estão disponíveis para inspeção desde outubro de 2025. Entidades autorizadas podem analisar o funcionamento dos programas, solicitar esclarecimentos e acompanhar os procedimentos até a cerimônia de lacração.

Teste de Integridade verifica votos

No dia da eleição, o Teste de Integridade verifica se os votos digitados são registrados e contabilizados corretamente. Votos anotados em cédulas de papel são inseridos em uma urna e, posteriormente, comparados com o resultado emitido pelo equipamento.

O procedimento inclui a zerésima, que comprova a inexistência de votos antes da votação, e o Boletim de Urna, com o resultado armazenado. Em 2026, também haverá uma modalidade com biometria e participação voluntária de eleitores.

Testes públicos avaliam os sistemas

O Teste Público de Segurança permite que especialistas externos tentem identificar vulnerabilidades nos sistemas eleitorais. Eventuais falhas são corrigidas e submetidas ao Teste de Confirmação.

Em maio de 2026, o TSE concluiu essa etapa sem que as tentativas conseguissem comprometer o sigilo ou a integridade dos votos.

Programa malicioso pode alterar o voto?

Segundo o TSE, não. Programas estranhos ou modificados não possuem assinaturas digitais válidas e, por isso, não são executados pela urna. Inspeção dos códigos-fonte, assinatura digital, lacração e auditorias públicas permitem verificar se os sistemas utilizados na eleição são os mesmos examinados e autorizados pela Justiça Eleitoral.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) afirma que não é possível adulterar o voto registrado na urna eletrônica. O equipamento executa apenas programas oficiais da Justiça Eleitoral, previamente examinados, assinados digitalmente e lacrados. Caso algum arquivo seja modificado, os mecanismos de segurança identificam a alteração e bloqueiam o sistema.

Fato ou Boato – Viralizou

O esclarecimento integra a série “Fato ou Boato – Viralizou”, formada por 11 reportagens destinadas a combater informações falsas sobre as eleições e o sistema eletrônico de votação.

A iniciativa faz parte da primeira Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação, realizada de 3 a 9 de agosto, com ações sobre segurança, transparência, funcionamento e possibilidades de auditoria das urnas.

Assinatura digital identifica alterações

A assinatura digital confirma a autenticidade dos programas eleitorais e permite verificar se algum arquivo foi modificado. Durante a cerimônia de assinatura e lacração dos sistemas, também são produzidos resumos digitais, conhecidos como hashes.

Os códigos funcionam como identificadores únicos. Qualquer alteração gera um resumo diferente daquele produzido pelo TSE. Ao ser ligada, a urna verifica as assinaturas dos programas e impede a execução de softwares adulterados ou não autorizados.

Sistemas são lacrados e armazenados

Conforme a Resolução TSE nº 23.673/2021, os arquivos dos sistemas eleitorais são gravados em mídias não regraváveis, lacrados, assinados pelos participantes da cerimônia e armazenados em um cofre da Secretaria de Tecnologia da Informação do Tribunal.

Para as Eleições 2026, a cerimônia deverá ser concluída até 14 de setembro, 20 dias antes do primeiro turno, marcado para 4 de outubro. As regras de fiscalização e auditoria foram atualizadas pela Resolução TSE nº 23.758/2026.


Leia mais:

TSE aprova orçamento de R$ 13,9 bilhões; veja para onde vai o dinheiro

TSE prorroga prazo para partidos repassarem verba a mulheres


Códigos-fonte passam por inspeção

Os códigos-fonte dos sistemas das Eleições 2026 estão disponíveis para inspeção desde outubro de 2025. Entidades autorizadas podem analisar o funcionamento dos programas, solicitar esclarecimentos e acompanhar os procedimentos até a cerimônia de lacração.

Teste de Integridade verifica votos

No dia da eleição, o Teste de Integridade verifica se os votos digitados são registrados e contabilizados corretamente. Votos anotados em cédulas de papel são inseridos em uma urna e, posteriormente, comparados com o resultado emitido pelo equipamento.

O procedimento inclui a zerésima, que comprova a inexistência de votos antes da votação, e o Boletim de Urna, com o resultado armazenado. Em 2026, também haverá uma modalidade com biometria e participação voluntária de eleitores.

Testes públicos avaliam os sistemas

O Teste Público de Segurança permite que especialistas externos tentem identificar vulnerabilidades nos sistemas eleitorais. Eventuais falhas são corrigidas e submetidas ao Teste de Confirmação.

Em maio de 2026, o TSE concluiu essa etapa sem que as tentativas conseguissem comprometer o sigilo ou a integridade dos votos.

Programa malicioso pode alterar o voto?

Segundo o TSE, não. Programas estranhos ou modificados não possuem assinaturas digitais válidas e, por isso, não são executados pela urna. Inspeção dos códigos-fonte, assinatura digital, lacração e auditorias públicas permitem verificar se os sistemas utilizados na eleição são os mesmos examinados e autorizados pela Justiça Eleitoral.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Tribunal Superior Eleitoral libera uso da imagem de Bolsonaro em santinhos

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, por maioria, permitir o uso da imagem do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em santinhos e outros materiais impressos...

Renan Santos apresenta propostas para a saúde e busca apoio da indústria farmacêutica

A campanha do candidato à Presidência Renan Santos (Missão) apresentou, nesta quinta-feira (24/9), propostas para a área da saúde durante um encontro com representantes...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Lula faz apelo para que eleitores com mais de 70 anos votem em 2026

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu, nesta quinta-feira (24), que eleitores com 70 anos ou mais sejam incentivados a participar das...

Boca de urna: saiba o que é crime no dia da eleição

Faltando dez dias para o primeiro turno das eleições, é importante saber o que é permitido e o que é crime no dia 4...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Eleitor tem até sábado (3/10) para ativar o e-Título antes da eleição

No domingo, 4 de outubro, dia da votação, o download e o primeiro acesso ao aplicativo ficarão suspensos, para evitar sobrecarga no sistema da...

Pode beber no domingo das eleições? Entenda o que pode valer

Quem pretende tomar uma cerveja, frequentar um bar ou comprar bebidas em um supermercado no domingo das eleições de 2026 precisa ficar atento às...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Tribunal Superior Eleitoral libera uso da imagem de Bolsonaro em santinhos

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, por maioria, permitir o uso da imagem do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em santinhos e outros materiais impressos...

Renan Santos apresenta propostas para a saúde e busca apoio da indústria farmacêutica

A campanha do candidato à Presidência Renan Santos (Missão) apresentou, nesta quinta-feira (24/9), propostas para a área da saúde durante um encontro com representantes...

Lula faz apelo para que eleitores com mais de 70 anos votem em 2026

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu, nesta quinta-feira (24), que eleitores com 70 anos ou mais sejam incentivados a participar das...

Boca de urna: saiba o que é crime no dia da eleição

Faltando dez dias para o primeiro turno das eleições, é importante saber o que é permitido e o que é crime no dia 4...

Eleitor tem até sábado (3/10) para ativar o e-Título antes da eleição

No domingo, 4 de outubro, dia da votação, o download e o primeiro acesso ao aplicativo ficarão suspensos, para evitar sobrecarga no sistema da...

Pode beber no domingo das eleições? Entenda o que pode valer

Quem pretende tomar uma cerveja, frequentar um bar ou comprar bebidas em um supermercado no domingo das eleições de 2026 precisa ficar atento às...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]